<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>encob</title><description>encob</description><link>https://www.encob.org/blog</link><item><title>Expedição Amigos da Água: 30 anos de dedicação e amor ao Velho Chico</title><description><![CDATA[A Expedição Científica Amigos das Águas, uma iniciativa apoiada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), completou 30 anos em 2019. O objetivo dessa empreitada, que entre os dias 6 e 8 de setembro, percorreu um trecho de aproximadamente 150 quilômetros, de Três Marias a Pirapora, em Minas Gerias, é de avaliar a qualidade das águas do Rio São Francisco e seus afluentes, bem monitorar a poluição e dejetos de metais contaminantes que podem comprometer a qualidade da água e<img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_939e831e4f944e778de60793d047d39a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/13/Expedi%C3%A7%C3%A3o-Amigos-da-%C3%81gua-30-anos-de-dedica%C3%A7%C3%A3o-e-amor-ao-Velho-Chico</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/13/Expedi%C3%A7%C3%A3o-Amigos-da-%C3%81gua-30-anos-de-dedica%C3%A7%C3%A3o-e-amor-ao-Velho-Chico</guid><pubDate>Fri, 13 Sep 2019 22:39:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A Expedição Científica Amigos das Águas, uma iniciativa apoiada pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), completou 30 anos em 2019. O objetivo dessa empreitada, que entre os dias 6 e 8 de setembro, percorreu um trecho de aproximadamente 150 quilômetros, de Três Marias a Pirapora, em Minas Gerias, é de avaliar a qualidade das águas do Rio São Francisco e seus afluentes, bem monitorar a poluição e dejetos de metais contaminantes que podem comprometer a qualidade da água e causar a mortandade dos peixe.</div><div>A cada descida os expedicionários registram aspectos positivos e negativos e assim, a expedição ganhou um caráter científico! Esses dados são convertidos em ações benéficas ao rio, seja numa campanha educativa de conscientização ou numa discussão mais ampla, sobre a qualidade da água e recuperação da mata ciliar.</div><div>São registros como o de Adelson Toledo de Almeida da Associação dos Municípios da Bacia do Médio São Francisco – AMMESF e membro do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). Aos 70 anos ele é um apaixonado pelo rio e observador nato, por isso, um detalhe chamou atenção dele na descida deste ano. “Ficamos focados na quantidade de peixe, porém observei que a cor da água em alguns trechos esta turva, neste período do ano era para estar clara num tom esverdeado. Teremos que esperar a análise da água, para saber se está dentro da normalidade”, avaliou Adelson.</div><div>Parceiro da expedição o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Pirapora é um dos responsáveis pelas coletas e análises das águas do Velho Chico. A cada ano os colaboradores captam água em pontos diferentes, com o intuito de ter vários parâmetros de comparação e um vasto material, tanto qualitativo quanto quantitativo. “É um trabalho bastante técnico, com registros fotográficos e coleta de amostras de água. Em cada ponto analisamos 16 parâmetros diferentes”, explicou o biólogo da autarquia, Patrick Nascimento Valim.</div><div>De acordo com Valim, o rio aparenta estar se recuperando em alguns trechos, principalmente em virtude da melhoria da qualidade da água dos afluentes. “Ano passado vimos muitos bancos de areia e praias formadas, isso aconteceu pela baixa vazão do rio, menos que 300 m³/s. Este ano não vimos isso, pois a vazão aumentou para 470 m³/s. Temos que ressaltar que com mais água, o rio consegue diluir mais os poluentes. Outro dado positivo é que este ano não encontramos peixe morto pelo trajeto. Observamos também que a turbidez do rio Abaeté, afluente do Velho Chico, estava baixa. Não era uma turbidez alta, como em anos anteriores, isso pode ter ocorrido devido as melhorias de condições em toda a bacia do rio Abaeté. Mas, tudo isso só será comprovado com os resultados das análises das águas que coletamos”, observou o biólogo do SAAE.</div><div>História com o Velho Chico</div><div>Os expedicionários Amigos da Água são apaixonados pelo Velho Chico! A missão deles de cuidar, preservar e defender o São Francisco é a mesma de 30 anos atrás, quando três amigos decidiram navegar por essas águas, nascendo assim a Expedição.</div><div>As histórias dos participantes também são inúmeras. Na memória uma biografia vai sendo escrita. Uma história montada a partir das observações de cada um.</div><div>O agrônomo, Paolo Sequenzia, faz a descida há quatro anos. “Percebemos que o São Francisco anda sofrendo em alguns trechos. Muitos não respeitam a Área de Proteção Permanente (APP), por isso, a importância dessa expedição, pois é uma forma de monitorarmos o rio, observando os aspectos negativos e positivos, além de ser uma oportunidade de analisarmos as águas do Velho Chico e dos afluentes”, explicou o agrônomo.</div><div>Segundo Paolo, todos os registros feitos na expedição geram um relatório anual. “Temos uma compilação de dados ambientais que é fundamental, pois o rio São Francisco é magnífico, todo ano ele está diferente, muda uma curva, aparece uma ilha, por isso, é importante ter um olhar ambiental, para entendermos se essas mudanças são por motivos naturais ou ações do homem”, disse Sequenzia.</div><div>O paisagista e ambientalista Mac Donald Morais, coordenador da expedição, finalizou a empreitada bastante contente. “Este ano estou muito feliz, pois tinha água em abundância para navegar durante todo o percurso. Encontramos muitos pássaros, o que é sinal que tem peixes nas partes rasas para a alimentação deles. Esses cardumes de piabas são um bom indicador da recuperação do rio”, apontou Mac.</div><div>O coordenador também observou que em alguns trechos a mata está com um aspecto melhor. “Ainda existem áreas degradas com nada de mata ciliar, porém, vimos matas com um aparência bem melhor, devido ao aumento do nível do rio, que fez o lençol freático chegar até a vegetação rasteira e arbustos, que normalmente ficam com um aspecto feio. Agora é aguardar os resultados das análises das coletas de água feitas pelo SAAE. Será uma oportunidade de acabarmos com as especulações e desinformações sobre a chegada do rejeito de Brumadinho no rio São Francisco, em especial no trecho de Três Marias à Pirapora”, finaliza Mac.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_0c8358ff9f8f41a88baa798e16522460~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_939e831e4f944e778de60793d047d39a~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_2d7fbe3e180b41ce9d1e7a34f4b5f3fa~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_80d4e172089f45cfa7dbd979204ea4ed~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_1edd80aa892d4d7ba7ff487e425b22d3~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_0cd4e001bad1413fa4a15cb2b6704225~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_edb314fc529d48c98d687764e1d728fb~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_1195c5794c57439db5da186ce7878675~mv2.jpg"/></div><div>Assessoria de Comunicação CBHSF:<div>TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social *Texto: Tiago Rodrigues *Fotos: Tiago Rodrigues</div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>IV Seminário Ambiental em Recursos Hídricos: Conquistas e desafios</title><description><![CDATA[O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mampituba irá promover o IV Seminário Ambiental em Recursos Hídricos: Conquistas e Desafios. O evento faz parte da Semana Interamericana da Água do ano de 2019 e será realizado em Torres, no dia 2 de outubro, na Casa da Terra (antigo Centro de Cultura da Prefeitura de Torres). Ocorrerão palestra de técnicos especialistas em assuntos do Meio Ambiente que tratarão de temas como Esgotamento Sanitário, Arroz Ecológico, Pagamentos de Serviços Ambientais<img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_f4d7ea4690a947fb99f7153487523cfc%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/13/IV-Semin%C3%A1rio-Ambiental-em-Recursos-H%C3%ADdricos-Conquistas-e-desafios</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/13/IV-Semin%C3%A1rio-Ambiental-em-Recursos-H%C3%ADdricos-Conquistas-e-desafios</guid><pubDate>Fri, 13 Sep 2019 22:39:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Mampituba irá promover o IV Seminário Ambiental em Recursos Hídricos: Conquistas e Desafios. </div><div>O evento faz parte da Semana Interamericana da Água do ano de 2019 e será realizado em Torres, no dia 2 de outubro, na Casa da Terra (antigo Centro de Cultura da Prefeitura de Torres). Ocorrerão palestra de técnicos especialistas em assuntos do Meio Ambiente que tratarão de temas como Esgotamento Sanitário, Arroz Ecológico, Pagamentos de Serviços Ambientais (inclusive tema de projeto de lei em Brasília).</div><div>Programação:</div><div>- Esgotamento Sanitário – Sec. Mun. Meio Ambiente do Passo de Torres (Roger Maciel);</div><div>- Arroz Ecológico – IRGA (Edivane Portela);</div><div>- Pagamento de Serviços Ambientais – CBH Camaquã e Pref. Mun. Camaquã (Renato Zenker e Rafael Sofia);</div><div>- Plano de Bacia do Rio Mampituba – DRHS (Paulo Paim).</div><div>Público alvo: associações, sindicatos, clubes, escolas, condomínios, gestores e legislativos municipais, ONGs e comunidade em geral</div><div>(Entrada Franca).</div><div>Realização: Comitê Local da Bacia Hidrográfica do Rio Mampituba</div><div>Apoio: DRHS-RS, CBH Camaquã, IRGA e Pref. Passo de Torres.</div><div>Informações e inscrições: comitemampituba@gmail.com</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_f4d7ea4690a947fb99f7153487523cfc~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>CBHs da Bahia se reúnem com secretário estadual de Meio Ambiente para propor agenda hídrica positiva e fortalecimento dos comitês</title><description><![CDATA[Encontro, que contou com seis afluentes do São Francisco, serviu para estreitar a relação, expor dificuldades para o funcionamento dos comitês e cobrar posicionamentos sobre gestão hídrica no EstadoPresidentes dos comitês das bacias hidrográficas da Bahia se reuniram nesta terça-feira (30/07), na secretaria estadual de Meio Ambiente (SEMA), em Salvador, para expor demandas prioritárias e buscar uma agenda positiva junto ao Estado. O encontro foi articulado pelo Fórum Baiano de Bacias]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/CBHs-da-Bahia-se-re%C3%BAnem-com-secret%C3%A1rio-estadual-de-Meio-Ambiente-para-propor-agenda-h%C3%ADdrica-positiva-e-fortalecimento-dos-comit%C3%AAs</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/CBHs-da-Bahia-se-re%C3%BAnem-com-secret%C3%A1rio-estadual-de-Meio-Ambiente-para-propor-agenda-h%C3%ADdrica-positiva-e-fortalecimento-dos-comit%C3%AAs</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 22:27:27 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Encontro, que contou com seis afluentes do São Francisco, serviu para estreitar a relação, expor dificuldades para o funcionamento dos comitês e cobrar posicionamentos sobre gestão hídrica no Estado</div><div>Presidentes dos comitês das bacias hidrográficas da Bahia se reuniram nesta terça-feira (30/07), na secretaria estadual de Meio Ambiente (SEMA), em Salvador, para expor demandas prioritárias e buscar uma agenda positiva junto ao Estado. O encontro foi articulado pelo Fórum Baiano de Bacias Hidrográficas para promover o primeiro contato entre os membros dos comitês e o secretário estadual de Meio Ambiente, João Carlos Oliveira da Silva. Participaram 13 dos 14 comitês da Bahia, sendo seis deles afluentes do Rio São Francisco, representantes do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e da SEMA.</div><div>A necessidade do fortalecimento dos comitês foi uma das pautas de destaque, bem como a importância da elaboração e da implementação do plano de bacia, do cadastro de usuário, da cobrança da água e da maior presença do Estado para que as demandas apresentadas avancem com mais agilidade. O primeiro Encontro de Bacias Hidrográficas da Bahia e a participação do Estado no Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (ENCOB) também foram assuntos abordados. Cada comitê teve a oportunidade de apresentar sua realidade e tirar dúvidas sobre pontos-chave de sua região.</div><div>Diálogo mais próximo</div><div>“O encontro foi positivo pois era necessário promover esse contato, ter um diálogo mais próximo. A gente tem que pautar que não somos Comitê X Estado e, sim, Comitê e Estado. Temos que somar. Há ainda muito a ser feito e viemos mostrar nossa realidade, saber o status de algumas demandas e cobrar outras que contribuam para o fortalecimento dos comitês. O atendimento é sempre cordial, mas estamos buscando resultados, ações efetivas. Acreditamos na boa vontade e na trajetória do novo Secretário para dialogar e construir um legado na questão hídrica”, destacou Anselmo Caires, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica dos Rios Paramirim e Santo Onofre (CBHPASO) e coordenador do Fórum Baiano de Comitês de Bacias Hidrográficas.</div><div>Para o secretário do Meio Ambiente, João Carlos Oliveira da Silva, a interlocução com os comitês foi importante. “Pude perceber as inquietações de cada um e estreitar essa relação. Na secretaria temos como foco dialogar e promover uma agenda ambiental positiva. Os comitês são o ponto de partida de importantes discussões sobre recursos hídricos e bacias hidrográficas. Fortalecê-los é fundamental”, disse. Sobre o ENCOB, assegurou a presença da SEMA.</div><div>Todos pelo Plano</div><div>O diretor de Águas do Inema, Eduardo Topázio, também esteve presente e destacou que há novos planos de bacia em andamento: Recôncavo Sul, Contas, Corrente e Grande. “Precisamos focar em questões de disponibilidade hídrica. Nós queremos fazer todos os planos e estamos caminhando para ter sete concluídos. É fundamental que, para ser bem-sucedido, o plano tenha participação de todos em sua execução”, frisou.</div><div>A diretora-geral do Inema, Márcia Telles, concordou: “O plano de bacia é poderoso, mas ele precisa do governo como um todo para que se efetive. Trata-se de um instrumento de longa aplicabilidade e é fato que ele precisa ser iniciado”. Ela afirmou, ainda, que o Inema tem suas limitações em virtude de regras que precisam ser seguidas e que podem ir de encontro às demandas dos comitês.</div><div>Fala, Comitê!</div><div>Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica de Itapicuru, Gustavo de Negreiros relatou que além da ausência do plano de bacia, atrapalha a falta de informação sobre a sustentabilidade hídrica da região. “A gente quer abrir um diálogo mais claro”, disse.</div><div>Entre as demandas citadas por Rita de Cássia Silva Braga, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio de Contas, estavam a fiscalização nos reservatórios, a questão da outorga e a necessidade de conhecer melhor a extensão da Bacia. Ela destacou, também, algumas conquistas, como o kit comitê e o plano de bacia, que está em andamento.</div><div>“Só ter o plano não resolve. É preciso implementá-lo”. É o que defende Ednaldo Campos, diretor da Câmara Consultiva Regional do Médio São Francisco e presidente do CBH dos Rios Verde e Jacaré, que já conta com um plano de bacia, mas sofre com problemas relacionados, por exemplo, à dificuldades para cadastro de usuários. “Temos cerca de 50 mil usuários, mas só 7500 cadastrados. Estamos sobrevivendo graças às ações do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco que investiu em projetos de saneamento básico, projetos hidroambientais e no diagnóstico da Lagoa de Itaparica. A ausência do Estado é desgastante e espero que com a nova gestão passem a olhar mais para a base, para os comitês. Solicitamos a continuidade do cadastro de usuários e nos preocupa o fato de não termos uma agência de bacia. Precisamos que o fundo arrecadado seja direcionado para as atividades do comitê”, concluiu.</div><div>Presidente do CBH do Rio Salitre, Manoel Ailton Rodrigues de Carvalho, também representante de um dos afluentes do São Francisco, acredita que é preciso somar forças entre comitês, lideranças e poder público. Além disso, relatou o problema vivido no norte da Bahia, em virtude de barramentos irregulares, da contaminação por agrotóxicos e da chegada das eólicas. “Precisamos que os órgãos responsáveis pela água se aproximem dos comitês para resolvermos essas questões que trazem danos à população, principalmente, para comunidades tradicionais e quilombolas que vivem no local”, disse.</div><div>Estiveram presentes na reunião representantes dos CBHs dos rios: Corrente, Contas, Recôncavo Norte /Inhambupe, Sobradinho, Grande, Salitre, Itapicuru, Paramirim e Santo Onofre, Verde e Jacaré, Paraguaçu, Leste, Peruípe, Itanhém e Jucuruçu, Frades, Buranhém e Santo Antônio.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_f298c4d5b9e04945b10544e7e6920e62~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_cddef5238d3f4fc889d0b96559696cd7~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_98647a53a7b74a67b3111dbf740801ae~mv2.jpg"/></div><div>Assessoria de Comunicação CBHSF:</div><div>TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>II Encontro Integrado do Rio Paranapanema tem programação definida</title><description><![CDATA[O evento, além do Seminário de Integração, contará com três capacitações e o Encontro de PrefeitosNos dias 26, 27 e 28 de agosto, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema (CBH Paranapanema) e os seis Comitês Afluentes que compõem a Bacia Hidrográfica, participarão, em Avaré, da 2ª edição do Encontro Integrado da Bacia, #EuSouParanapanema. A programação foi definida durante a reunião conjunta entre a Câmara Técnica de Instrumento de Gestão (CTIG) e a Câmara Técnica de Integração do<img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_8d8c0bafc62a40fa92228bc74a846020%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/II-Encontro-Integrado-do-Rio-Paranapanema-tem-programa%C3%A7%C3%A3o-definida</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/II-Encontro-Integrado-do-Rio-Paranapanema-tem-programa%C3%A7%C3%A3o-definida</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 22:27:10 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_8d8c0bafc62a40fa92228bc74a846020~mv2.jpg"/><div>O evento, além do Seminário de Integração, contará com três capacitações e o Encontro de Prefeitos</div><div>Nos dias 26, 27 e 28 de agosto, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema (CBH Paranapanema) e os seis Comitês Afluentes que compõem a Bacia Hidrográfica, participarão, em Avaré, da 2ª edição do Encontro Integrado da Bacia, #EuSouParanapanema. A programação foi definida durante a reunião conjunta entre a Câmara Técnica de Instrumento de Gestão (CTIG) e a Câmara Técnica de Integração do Paranapanema (CTIPA), realizada no dia 31 de julho, em Marília-SP.</div><div>O evento tem como objetivo estabelecer o diálogo, mobilização e integração de seus membros, com vistas, entre outros objetivos, ao cumprimento das metas e ações priorizadas pelo Plano Integrado da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema (PIRH), dentro de uma proposta participativa, envolvendo toda a sociedade.</div><div>Durante do evento, será realizado o 3º Seminário de Integração do Paranapanema. A integração dos Comitês que atuam na Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema, é um compromisso assumido desde a instituição do Comitê Interestadual, em 2012. Ele tem como objetivo ampliar o diálogo e a troca de experiências entre os sete comitês que formam a Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema estabelecendo uma agenda comum e ações integradoras entre os Comitês.</div><div>Programação:</div><div>26/08/2019- Segunda-feira</div><div>10h30 às 13h30 – Credenciamento e check-in;</div><div>12h00 às 13h30 – Almoço;</div><div>14h00 às 15h00 – Solenidade de abertura;</div><div>15h00 às 16h30 – Capacitações / Encontro de Prefeitos;</div><div>Capacitações:</div><div>Funcionamento das Secretarias Executivas</div><div>Integrando as águas subterrâneas às águas superficiais</div><div>Revitalização de Bacias e os Reservatórios no Paranapanema</div><div>16h30 às 17h00 – Café com prosa;</div><div>17h00 às 18h30 – Capacitações / Encontro de Prefeitos (cont.);</div><div>27/08/2019 – Terça-feira</div><div>07h00 às 08h30 – Café da manhã;</div><div>09h00 às 12h00 – Painel: Integração do Conhecimento: PIRH Paranapanema, do</div><div>Planejamento à Ação;</div><div>12h00 às 14h00 – Almoço;</div><div>14h00 às 16h00 – Vivências Integradoras: Cooperação na Bacia Hidrográfica do</div><div>Rio Paranapanema;</div><div>16h00 às 16h30 – Café e prosa;</div><div>16h30 às 18h00 – Vivências Integradoras (cont.);</div><div>28/08/2019 – Quarta-feira</div><div>07h00 às 08h30 – Café da manhã;</div><div>09h00 às 12h00 – Trabalhando os ODS nos Planos de Bacias</div><div>do Paranapanema</div><div>Serviço:</div><div>II Encontro Integrado da Bacia #EuSouParanapanema</div><div>26, 27 e 28 de agosto</div><div>Hotel Berro D’Água – Avaré/SP</div><div>Mais informações: secretaria@paranapanema.org/ (14) 3316-9290</div><div>Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema (<a href="http://paranapanema.org/ii-encontro-integrado-do-rio-paranapanema-tem-programacao-definida/">CBH Paranapanema</a>)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pactos pela água: setores se mobilizam para fortalecer a preservação</title><description><![CDATA[Diálogo Entre Bacias Hidrográficas reuniu representantes da indústria, agropecuária, educação e de abastecimento de água e tratamento de esgotoAtividades que levem ao reaproveitamento de água e efluentes na indústria; ampliação do sistema de tratamento de esgoto e redução de perda de água nos municípios; desenvolvimento de ações para fortalecer a educação ambiental; estímulo a capacitações de agricultores para o uso eficiente da água. Entre diversos outros pontos, estes foram alguns dos tópicos]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/Pactos-pela-%C3%A1gua-setores-se-mobilizam-para-fortalecer-a-preserva%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/Pactos-pela-%C3%A1gua-setores-se-mobilizam-para-fortalecer-a-preserva%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 22:27:02 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Diálogo Entre Bacias Hidrográficas reuniu representantes da indústria, agropecuária, educação e de abastecimento de água e tratamento de esgoto</div><div>Atividades que levem ao reaproveitamento de água e efluentes na indústria; ampliação do sistema de tratamento de esgoto e redução de perda de água nos municípios; desenvolvimento de ações para fortalecer a educação ambiental; estímulo a capacitações de agricultores para o uso eficiente da água. Entre diversos outros pontos, estes foram alguns dos tópicos pactuados pelos representantes dos setores industrial, educacional, de abastecimento de água e tratamento de esgoto, e da agropecuária durante o 3º Diálogo Entre Bacias Hidrográficas do Extremo Sul Catarinense.</div><div>Durante toda essa quarta-feira, 7, o evento reforçou a necessidade de envolvimento de todos os diferentes segmentos da sociedade, em prol de uma melhor e mais eficiente gestão da água e de saneamento. Realizada pelo Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba e do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, a ação aconteceu na sede da Associação Empresarial de Criciúma.</div><div>Segundo a técnica de Recursos Hídricos da Associação de Proteção da Bacia do rio Araranguá (AGUAR) para o Comitê Urussanga, Rose Adami, como encaminhamento efetivo, as quatro pactuações definidas entre os setores agropecuário, educacional, da indústria e do sistema de abastecimento de água e tratamento de esgoto serão organizadas em um único documento.</div><div>“Que oficializará as parcerias para as ações de gestão sustentável da água e saneamento, para solucionar os problemas e atender as demandas hídricas ambientais e socioeconômicas nas bacias dos rios Urussanga, Araranguá e nos afluentes catarinenses do Rio Mampituba”, completou.</div><div>De São Paulo, o exemplo a ser seguido</div><div>Um relevante debate foi promovido e teve início com a explanação da experiência aplicada em São Paulo, que é referência nacional: a gestão das águas das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). O coordenador do Consórcio Intermunicipal PCJ, Francisco Carlos Castro Lahóz, e o diretor financeiro da Agência PCJ, Ivens de Oliveira, expuseram os desafios, as conquistas e o caminho percorrido até o reconhecimento.</div><div>“Na Alemanha, em 1903, eles já pensavam em como fazer a irrigação, como ter água para abastecer também as pessoas. A sociedade se reuniu e mudou a história criando Comitês de Bacias com segmentos. Por um tempo não deu certo. Hoje eles são o sistema mais eficiente do mundo com a ação da própria sociedade. E o nosso caso foi o mesmo. O PCJ tem menos água que o Oriente Médio. E o que fizemos? Com a observação da morte de peixes, a sociedade se organizou, criou movimento e hoje contamos com o apoio de mais de 40 prefeituras e as maiores empresas da região. Fizemos um trabalho de formiguinha”, pontuou Lahóz.</div><div>A participação do Poder Público</div><div>Na oportunidade, o coordenador do Consórcio Intermunicipal PCJ ainda destacou que o Poder Público perde em não participar dos Comitês de Bacias por um motivo. “Os Comitês são o parlamento das águas, a extensão dos Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos, então quando você aprova uma deliberação do Comitê, se ela for aprovada depois em âmbito estadual, logo vira lei. Então os Comitês, em suas áreas de atuação, produzem mais leis que os próprios vereadores dos municípios, e isso passa desapercebido. Os comitês são extremamente poderosos, mas muitos não sabem desse poder. A sensibilização que tanto falamos é, muitas vezes, levar essa informação para quem desconhece”, explicou.</div><div>Expectativas superadas</div><div>Para o presidente do Comitê Araranguá, Luiz Leme, o 3º Diálogo entre Bacias Hidrográficas do Extremo Sul Catarinense superou todas as expectativas. “A experiencia de São Paulo que expuseram para nós, de um contato que chega a ser internacional, nos anima a seguir adiante e esperar que, desse evento, resultem bons frutos, talvez até em forma de parcerias envolvendo os Comitês Araranguá e Urussanga e o Consórcio PCJ”, finalizou.</div><div>O 3º Diálogo contou também com o apoio da Associação de Proteção da Bacia do rio Araranguá (AGUAR), da Secretaria do Estrado de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e da Associação Empresarial de Criciúma (ACIC).</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_c48c7f88198a4d95a100636e933e710e~mv2_d_2800_1577_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_6a2c041c189e4df4bf16d4b2f28f455b~mv2_d_2800_1577_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_de7006b4fa3743d6b830bc9f028579fc~mv2_d_3008_1690_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_3669eaddb8b44083a14322d179b8982d~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_e33be0dfaea9491983d7b5e5d53d2c59~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_d2ea0bd29fac4ccbb186db5ca9237ee9~mv2_d_3008_2000_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_15c12a010d9346edaa3368cacce6a853~mv2_d_3008_1690_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_6a90c33d9dcf408daaf36c51df7e7218~mv2_d_3008_1703_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_fc247c93d96245499646235d1bdd82d9~mv2_d_3008_1694_s_2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Governança: membros do CBHSF avaliam indicadores para a gestão da Bacia do São Francisco</title><description><![CDATA[Com a proposta de avançar na governança das águas no âmbito do São Francisco, membros do CBHSF se reuniram nesta sexta-feira (02/08), em Salvador, para avaliar a aplicação de indicadores que possam contribuir para o diagnóstico e para a melhoria da gestão da Bacia. A atividade integrou o segundo dia da capacitação sobre Aplicação dos Indicadores de Governança das Águas, ministrada pelo Observatório da Governança das Águas (OGA), que teve início ontem.Os indicadores debatidos, sugeridos pela OGA,]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/Governan%C3%A7a-membros-do-CBHSF-avaliam-indicadores-para-a-gest%C3%A3o-da-Bacia-do-S%C3%A3o-Francisco</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/Governan%C3%A7a-membros-do-CBHSF-avaliam-indicadores-para-a-gest%C3%A3o-da-Bacia-do-S%C3%A3o-Francisco</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 22:26:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Com a proposta de avançar na governança das águas no âmbito do São Francisco, membros do CBHSF se reuniram nesta sexta-feira (02/08), em Salvador, para avaliar a aplicação de indicadores que possam contribuir para o diagnóstico e para a melhoria da gestão da Bacia. A atividade integrou o segundo dia da capacitação sobre Aplicação dos Indicadores de Governança das Águas, ministrada pelo Observatório da Governança das Águas (OGA), que teve início ontem.</div><div>Os indicadores debatidos, sugeridos pela OGA, estão agrupados em cinco dimensões: Ambiente Institucional; Implementação dos Instrumentos de Gestão; Integração da Gestão de Recursos Hídricos com a Gestão Ambiental; Integração da Gestão dos Recursos Hídricos com as Políticas Setoriais e Funcionamento dos Comitês de Bacias Hidrográficas e dos Órgãos Gestores de Recursos Hídricos.</div><div>Entre os indicadores avaliados estão a regulamentação de instrumentos de gestão adequados às especificidades regionais, os investimentos em capacitação e o estágio de implementação do Plano de Recursos Hídricos, da outorga e da cobrança.</div><div>Monitorar para melhorar</div><div>“No caso de um comitê, que é um colegiado muito heterogêneo e envolve instituições do poder público, sociedade civil e usuários de água, esse instrumental é necessário porque há uma grande complexidade. O nosso foco é tornar a aplicação dos recursos oriundos do uso da água mais eficiente e alinhada às prioridades do plano de gestão de recursos hídricos e outras que possam surgir, levando-se em conta a extensão do São Francisco e sua importância”, ressaltou o presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda.</div><div>Para Rosa Cecília Lima Santos, secretária da Câmara Consultiva Regional (CCR) do Baixo São Francisco, a discussão vai contribuir para o avanço das atividades do Comitê. Ela frisou, ainda, que, para além de monitorar, identificar pontos fracos e fortes e corrigir rumos, a governança é o cerne de uma questão fundamental: dar respostas à sociedade e mostrar o que o CBHSF têm feito.</div><div>Rosa defende que é preciso dar visibilidade às ações, inclusive, dentro do Comitê e junto a parceiros, já existentes e em potencial, a partir de uma visão transdisciplinar, envolvendo sociedade civil, academia e instituições de diferentes naturezas.</div><div>Balanço positivo</div><div>O coordenador da Câmara Técnica de Comunidades Tradicionais, Uilton Tuxá, também fez um balanço positivo da oficina: “é muito importante conhecer mais sobre a governança para que possamos garantir sua aplicabilidade. É uma discussão nova e a metodologia da capacitação contribuiu para avançarmos. Foi fundamental a participação da Câmara Técnica de Comunidades Tradicionais, pois é importante termos esse espaço de fala num momento em que se discute a relação entre diferentes atores envolvidos com a questão hídrica”.</div><div>Almacks Luiz, secretário da CCR do Submédio do São Francisco, ressaltou que a oficina foi necessária para o Comitê por ele ser plural e congregar seis estados. Para Larissa Cayres, membro suplente e representante da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), “a capacitação foi necessária ao fomentar a discussão de um instrumento para medir a eficiência e a eficácia de um tema tão sensível e urgente como a gestão das águas”.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_4634ab43c40f452481ccd35760cfcdf4~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_1c382a48c76c409dbccd7596d39f57ca~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_d19c46aec45c4fc49e60bc7d78e329b5~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_07f6d3490ff248b693b262d38ecd35e1~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_28599619662c4b0499758e7bf7cd8428~mv2.jpg"/></div><div>Assessoria de Comunicação <a href="https://cbhsaofrancisco.org.br/noticias/novidades/governanca-membros-do-cbhsf-avaliam-indicadores-para-a-gestao-da-bacia-do-sao-francisco/">CBHSF</a>:</div><div>TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social</div><div>*Texto: Andréia Vitório</div><div>*Fotos: Manuela Cavadas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>500 MIL ÁRVORES SERÃO PLANTADAS EM CHARQUEADA E SÃO PEDRO</title><description><![CDATA[Parceria entre as Prefeituras de Charqueada e São Pedro, Agência e Comitês PCJ e SOS Mata Atlântica vai proteger a fonte de abastecimento de águaO “raio-x” ambiental de 30 propriedades que fazem parte das microbacias do Córrego Boa Vista, em Charqueada (SP), e do Córrego Água Branca, no município de São Pedro (SP), serão entregues aos seus proprietários no próximo sábado (31 de agosto). O levantamento, intitulado Projetos Integrais de Propriedades (PIPs), faz parte do Projeto Mananciais – que]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/500-MIL-%C3%81RVORES-SER%C3%83O-PLANTADAS-EM-CHARQUEADA-E-S%C3%83O-PEDRO</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/500-MIL-%C3%81RVORES-SER%C3%83O-PLANTADAS-EM-CHARQUEADA-E-S%C3%83O-PEDRO</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 22:26:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Parceria entre as Prefeituras de Charqueada e São Pedro, Agência e Comitês PCJ e SOS Mata Atlântica vai proteger a fonte de abastecimento de água</div><div>O “raio-x” ambiental de 30 propriedades que fazem parte das microbacias do Córrego Boa Vista, em Charqueada (SP), e do Córrego Água Branca, no município de São Pedro (SP), serão entregues aos seus proprietários no próximo sábado (31 de agosto). O levantamento, intitulado Projetos Integrais de Propriedades (PIPs), faz parte do Projeto Mananciais – que engloba as duas cidades – lançado em maio de 2018 pela Agência das Bacias PCJ em consenso com a Política de Mananciais dos Comitês PCJ.</div><div>Entre as propostas dos PIPs, está a restauração ecológica de aproximadamente 222 hectares, (equivalente a 222 campos de futebol) que envolvem a recomposição de Áreas de Preservação Permanente (APPs), Nascentes e Reserva Legal. Para isso, serão plantadas mais de 500 mil árvores nos dois municípios envolvidos.</div><div>O estudo realizado pela Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo (Codasp) mapeou uma área de 2.174,92 hectares. Foram feitas coletas de informações e caracterização in loco da situação ambiental das propriedades envolvidas.</div><div>Paralelamente ao trabalho da Codasp, a Assessoria Ambiental da Agência das Bacias PCJ foi responsável pelo gerenciamento e pelas análises técnicas dos produtos gerados pela Codasp. A equipe também apoiou a Unidade Gestora do Projeto Mananciais Charqueada/São Pedro (UGP-Charqueada/São Pedro), que é o conselho responsável pelo acompanhamento do projeto.</div><div>Fazem parte da UGP a Prefeitura de Charqueada, as Câmaras Municipais de Charqueada e São Pedro, a Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) e a Fundação Florestal.</div><div>“Cada um tem a sua parcela de responsabilidade na construção do futuro. No sábado, damos início a mais uma ação de proteção ambiental, que é importante para mostrar a relevância do tratamento da água e a necessidade de preservar a mata ao longo das nascentes e mananciais”, afirma o presidente dos Comitês PCJ e prefeito de Piracicaba, Barjas Negri.</div><div>Investimento</div><div>Para esta fase de elaboração dos projetos foram aplicados R$ 374,4 mil, a iniciativa foi financiada pela arrecadação da Cobrança PCJ Federal.</div><div>De acordo com a diretora técnica da Agência das Bacias PCJ, Patrícia Gobet de Aguiar Barufaldi, o Projeto Mananciais Charqueada/São Pedro surgiu a partir da necessidade de promover a recuperação, conservação e proteção das microbacias dos Córregos Boa Vista e Água Branca. “Necessário para proteger o manancial de abastecimento público e garantir a segurança hídrica para o município de Charqueada”, afirma.</div><div>A próxima etapa, que terá início no próximo período de chuva, será o plantio das 500 mil árvores e o cercamento destas áreas. O trabalho de plantio será totalmente realizado pela SOS Mata Atlântica.</div><div>Resultado</div><div>O PIP aponta o diagnóstico da situação de degradação ambiental específica de cada propriedade envolvida, bem como propõem intervenções para recuperação das mesmas, com particularidades voltadas à restauração ecológica. Dentre os aspectos de degradação levantados, destacam-se: necessidades de restauração da vegetação remanescente, bem como das APPs, de aplicação de técnicas voltadas à conservação do solo, de estruturas de saneamento na área rural, de isolamento de fatores de degradação (cercamento), além de contenção de processos erosivos.</div><div>Serviço</div><div>Entrega dos Projetos Integrais de Propriedades (PIPs) </div><div>Data: sábado (31/08/2019) </div><div>Horário: 8h30 </div><div>Local: Centro Comunitário de Charqueada (Rua Santa Cecília, 77, Centro, Charqueada)</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_3f777633970e40b78633512841cb6009~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_abe706b9135a448283f2264796b45dbe~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_bd6e3ff925d247db900b4384decafd97~mv2.jpg"/></div><div>Agência das Bacias PCJ</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Pará institui primeiro Comitê de Bacia Hidrográfica</title><description><![CDATA[O Estado anunciou, nesta quarta-feira (4), a criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Marapanim (CBHRM), situada na Costa Atlântica-Nordeste do Pará. A informação foi divulgada pelo titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Mauro O’de Almeida, durante o evento a mesa redonda “Desafios da agenda ambiental e das cidades na Amazônia para a implementação do Acordo de Paris: o caso do Pará”. O evento, que contou com a presença do governador Helder Barbalho,<img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_84ec8aec56e0427583528a5c5ce10292%7Emv2.jpg/v1/fill/w_800%2Ch_533/a461e6_84ec8aec56e0427583528a5c5ce10292%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/Par%C3%A1-institui-primeiro-Comit%C3%AA-de-Bacia-Hidrogr%C3%A1fica</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/Par%C3%A1-institui-primeiro-Comit%C3%AA-de-Bacia-Hidrogr%C3%A1fica</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 22:26:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_84ec8aec56e0427583528a5c5ce10292~mv2.jpg"/><div>O Estado anunciou, nesta quarta-feira (4), a criação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Marapanim (CBHRM), situada na Costa Atlântica-Nordeste do Pará. A informação foi divulgada pelo titular da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Mauro O’de Almeida, durante o evento a mesa redonda “Desafios da agenda ambiental e das cidades na Amazônia para a implementação do Acordo de Paris: o caso do Pará”. O evento, que contou com a presença do governador Helder Barbalho, foi realizado no salão principal do Palácio dos Despachos, em Belém.</div><div>“Para nós, do Governo do Pará, é uma alegria ter concluído o ciclo de debates e ter proporcionado a criação do Comitê. Será uma oportunidade para a sociedade civil definir os rumos da utilização dos recursos hídricos dessa região, que é a do nordeste paraense. Que esse grupo possa ter sucesso e que a experiência se replique para outras regiões”, disse o titular da Semas.</div><div>A área de atuação do CBHRM compreende os limites geográficos da Bacia Hidrográfica do Rio Marapanim. A área possui a extensão de 906,3 km, em um território ocupado por mais de 526 mil habitantes e que abrange 12 municípios da Microrregião do Salgado: Castanhal, Curuçá, Igarapé-Açu, Magalhães Barata, Maracanã, Santa Izabel do Pará, Marapanim, Santo Antonio do Tauá, São Caetano de Odivelas, São Francisco do Pará, Terra Alta e Vigia de Nazaré.</div><div>Para o geólogo, professor e pesquisador do Núcleo de Meio Ambiente (Numa) da Universidade Federal do Pará (UFPA), Ronaldo Mendes, o momento marca uma nova etapa na gestão de recursos hídricos no Brasil.</div><div>“Essa gestão se faz por meio da Bacia Hidrográfica, então a criação do primeiro comitê de bacia do Estado, após quase duas décadas da criação da lei Estadual de recursos Hídricos do Estado do Pará, marca uma nova etapa da gestão destes recursos, na qual a participação dos usuários das Águas e da sociedade civil organizada tem assento garantido”, explicou Ronaldo Mendes.</div><div>A área de atuação do CBHRM compreende os limites geográficos da Bacia Hidrográfica do Rio Marapanim.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_eba5fcceb5c2474aa0a1011a185ea347~mv2.jpg"/><div>Para o secretário adjunto de Recursos Hídricos e Mudanças Climáticas da Semas, Raul Protázio, a instituição do Comitê concretiza o princípio da participação democrática na gestão pública, que é a gestão compartilhada, em um modelo de rede.</div><div>Comitê – Publicado na edição desta quarta-feira do Diário Oficial do Estado, o Decreto nº 288, de 3 de setembro de 2019, instituiu o Comitê. Será composto por representantes do Poder Público Federal e Estadual, dos municípios localizados nas Bacias Hidrográficas, dos usuários de sua área de atuação, de entidades da sociedade civil organizada com sede e atuação na Bacia, e por representantes das comunidades de reservas extrativistas residentes na região.</div><div>O órgão colegiado ainda não possui um número definido de participantes. Os membros do CBHRM, incluindo os que atuarão nos cargos de presidente, vice-presidente e secretário executivo, cumprirão mandato de dois anos, podendo se reeleger uma vez. O processo de escolha dos representantes deste artigo será público.</div><div>O diretor geral do Instituto Lá no Mangue, Charles Cardoso, acredita que a instituição do grupo representa uma grande conquista, sobretudo na gestão das águas. “Nos 12 municípios que integram o Comitê, temos uma grande preocupação com o recurso hídrico e suas finalidades”, comentou. A instituição, de Curuçá, é participante do Conselho Estadual de Recursos hídricos do Pará.</div><div>Missão – O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Marapanim terá a missão de promover o debate das questões relacionadas a recursos hídricos e articular a atuação das entidades intervenientes; arbitrar, em primeira instância administrativa, os conflitos relacionados aos recursos hídricos; aprovar e acompanhar a execução do Plano de Recursos Hídricos da Bacia e sugerir as providências necessárias ao cumprimento de suas metas.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>II ECOB RN</title><description><![CDATA[O II Encontro Estadual dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Rio Grande do Norte será realizado de 10 a 12 de setembro, tendo como tema "Gestão das Águas e Mudanças Climáticas". O evento será realizado no auditório da na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e conta também com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH) e o do Instituto de Gestão das Águas (IGARN), estará presente o Comitê da Bacia do Rio São Francisco, Agência Nacional de Águas (ANA),<img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_d880499f0f434aef86f10f41ece59ff0%7Emv2.png/v1/fill/w_899%2Ch_197/a461e6_d880499f0f434aef86f10f41ece59ff0%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/II-ECOB-RN</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/09/06/II-ECOB-RN</guid><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 22:26:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a461e6_d880499f0f434aef86f10f41ece59ff0~mv2.png"/><div>O II Encontro Estadual dos Comitês de Bacias Hidrográficas do Rio Grande do Norte será realizado de 10 a 12 de setembro, tendo como tema &quot;Gestão das Águas e Mudanças Climáticas&quot;.O evento será realizado no auditório da na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e conta também com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH) e o do Instituto de Gestão das Águas (IGARN), estará presente o Comitê da Bacia do Rio São Francisco, Agência Nacional de Águas (ANA), autoridades de vários estados da federação que discutiram gestão das águas, ressaltando o Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PISF), desertificação e os cuidados com o Caatinga, rompimento da barragem de Brumadinho e Mariana nos aspectos cronológicos da tragédia, ações judiciais para reparação de danos, o papel do Mistério Público Federal do RN na qualidade da água e zona costeira com seus manguezais.</div><div>Confira a programação no site: <a href="https://forumpotiguarbh.wixsite.com/cbhrn">https://forumpotiguarbh.wixsite.com/cbhrn</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Participe do II ECOB RN - Gestão das Águas e Mudanças Climáticas</title><description><![CDATA[<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dc581830116b448bb81e63a72d337166%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_899%2Ch_1168/e77cea_dc581830116b448bb81e63a72d337166%7Emv2.jpeg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/08/20/Participe-do-II-ECOB-RN---Gest%C3%A3o-das-%C3%81guas-e-Mudan%C3%A7as-Clim%C3%A1ticas</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/08/20/Participe-do-II-ECOB-RN---Gest%C3%A3o-das-%C3%81guas-e-Mudan%C3%A7as-Clim%C3%A1ticas</guid><pubDate>Tue, 20 Aug 2019 21:35:12 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dc581830116b448bb81e63a72d337166~mv2.jpeg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitês PCJ deliberam R$ 33 MI para tratamento de esgoto e combate às perdas de água</title><description><![CDATA[Empreendimentos a serem financiados, entre outros assuntos, serão definidos na sexta-feira, dia 26, durante Reunião Plenária dos Comitês PCJ, em Saltinho(SP)Membros dos Comitês PCJ decidem, na próxima sexta-feira (26/07/2019), sobre a destinação de R$ 33 milhões para obras e projetos nas áreas de tratamento de esgoto e combate às perdas de água. Um total de nove municípios considerados prioritários no Plano de Bacias foram selecionados este ano para receber verbas. Os empreendimentos financiados<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_90cb9754f9094f80a90f4f07c6917cb2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_899%2Ch_599/e77cea_90cb9754f9094f80a90f4f07c6917cb2%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Comit%C3%AAs-PCJ-deliberam-R-33-MI-para-tratamento-de-esgoto-e-combate-%C3%A0s-perdas-de-%C3%A1gua</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Comit%C3%AAs-PCJ-deliberam-R-33-MI-para-tratamento-de-esgoto-e-combate-%C3%A0s-perdas-de-%C3%A1gua</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2019 23:18:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Empreendimentos a serem financiados, entre outros assuntos, serão definidos na sexta-feira, dia 26, durante Reunião Plenária dos Comitês PCJ, em Saltinho(SP)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_90cb9754f9094f80a90f4f07c6917cb2~mv2.jpg"/><div>Membros dos Comitês PCJ decidem, na próxima sexta-feira (26/07/2019), sobre a destinação de R$ 33 milhões para obras e projetos nas áreas de tratamento de esgoto e combate às perdas de água. Um total de nove municípios considerados prioritários no Plano de Bacias foram selecionados este ano para receber verbas. Os empreendimentos financiados serão definidos em votação na 19ª Reunião Extraordinária da entidade, a ser realizada em Saltinho (SP).</div><div>O recurso disponível é proveniente das cobranças pelo uso dos recursos hídricos em rios de domínio da União e do Estado de São Paulo (Cobranças PCJ Federal e Paulista), da compensação financeira/royalties do setor hidrelétrico e da contrapartida dos tomadores. Além dessa deliberação, que indica os nove empreendimentos para financiamentos a fundo perdido, outras quatro deliberações serão apreciadas na Plenária dos Comitês PCJ. A pauta completa pode ser acessada no site www.comitespcj.org.br.</div><div>O processo de seleção de empreendimentos teve início em novembro de 2018 e foi realizado pela Agência das Bacias PCJ que, entre outras funções, atua como secretaria-executiva dos Comitês PCJ. Os municípios contemplados em 2019 serão: Amparo, Analândia, Artur Nogueira, Bom Jesus dos Perdões, Ipeúna, Rafard, Santa Bárbara d’Oeste, São Pedro e Vinhedo. (Ver tabela com os nove empreendimentos indicados nesta página. Lista completa disponível aqui ). Outros 15 municípios estão em lista de espera, aguardando os recursos que serão disponibilizados em 2020.</div><div>Outro item de pauta é a deliberação dos Comitês PCJ que atualiza o Plano de Ação e o Programa de Investimentos do Relatório Final da Etapa 1 da Revisão do Plano das Bacias PCJ, para o período de 2010 a 2020. Com a atualização, o programa de investimentos passa contar com R$ 35.385.883,35, em 2019, para empreendimentos nas áreas de tratamento de esgoto e combate às perdas de água. No programa de investimento anterior, eram estimados cerca de R$ 19,1 milhões. O aumento foi devido à apuração de saldos e novo montante disponível no Fehidro (Fundo Estadual de Recursos Hídricos).</div><div>Os membros dos Comitês PCJ também vão apreciar a deliberação que aprova o ‘Relatório de Situação dos Recursos Hídricos 2019 – Ano Base 2018’ das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. O relatório é um instrumento de gestão dos recursos hídricos produzido pela Agência das Bacias PCJ, com o apoio da Câmara Técnica do Plano de Bacias e tem como objetivos principais avaliar a eficácia do Planos de Bacias Hidrográficas por meio de parâmetros e índices dos corpos hídricos da região e subsidiar as ações dos poderes executivos e legislativos de âmbito municipal, estadual e federal.</div><div>Além disso, na Reunião Plenária serão votadas as deliberações dos Comitês PCJ sobre a indicação do diretor-presidente, do diretor técnico e do diretor administrativo e financeiro da Agência das Bacias PCJ; e sobre a indicação de membros para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Agência das Bacias PCJ. No caso da diretoria da Agência das Bacias PCJ, a indicação é para que os atuais diretores Sergio Razera (presidente); Ivens de Oliveira (administrativo e financeiro) e Patrícia Barufaldi (técnica) sejam reconduzidos nos respectivos cargos.</div><div>SOBRE OS COMITÊS PCJ</div><div>Os três colegiados que formam os Comitês PCJ – o Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (CBH-PCJ), o Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ FEDERAL) e o Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba-Jaguari (CBH-PJ1) — são as instâncias máximas para a tomada de decisões sobre a gestão de recursos hídricos nas Bacias PCJ, com diretorias integradas. Entre outras funções, a Agência das Bacias PCJ atua como braço-executivo dos Comitês PCJ e foi criada em novembro de 2009.</div><div>O comitê paulista (CBH-PCJ) completará 26 anos de instalação em novembro. Em março, o comitê federal completou 16 anos e o mineiro (CBH-PJ1), 11 anos. Os Comitês PCJ abrangem 71 municípios (66 paulistas e cinco mineiros) e são compostos por representantes dos Governos Federal, dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais, dos municípios, usuários dos recursos hídricos e das organizações civis.</div><div>Sua gestão é descentralizada e participativa, e busca a convergência das decisões desses colegiados como forma de garantir o desenvolvimento e a continuidade da gestão dos recursos hídricos nas Bacias PCJ. A região das Bacias PCJ é formada por cerca de 5,7 milhões de habitantes e responde por cerca de 5% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e 14% do PIB do estado de São Paulo.</div><div>SERVIÇO</div><div>19ª Reunião Extraordinária dos Comitês PCJ (Plenária dos Comitês PCJ)</div><div>DATA: 26/07/2019 (sexta-feira)</div><div>HORÁRIO: a partir das 9h30</div><div>LOCAL: Saltinho (SP) - Centro Cultural e Recreativo “Deputado João Hermann Neto”</div><div>ENDEREÇO: Rua José Torrezan, nº 1461-1545</div><div>PAUTA E DELIBERAÇÕES DA REUNIÃO: www.comitespcj.org.br</div><div>INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: Assessoria de Comunicação da Agência das Bacias PCJ</div><div>e-mail: comunicapcj@agencia.baciaspcj.org.br telefone: (19) 3437-2102</div><div>Foto: Plenária realizada no dia 28 de junho de 2019, na Fumep, em Piracicaba</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_8c6a694ae4f24231861960d62afea585~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_24615058688145a5893693eab5775bfb~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>CEIVAP Debate aborda cases de sucesso e reflexões sobre a gestão de crise hídrica</title><description><![CDATA[Evento será realizado no dia 30/7O Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP) promove, no dia 30 de julho, o seminário “CEIVAP Debate”, com o tema “Segurança Hídrica e Qualidade Ambiental: da Reação à Prevenção”. O evento ocorre em Resende, na sede do Comitê, das 9 às 17 horas. As vagas são limitadas e as inscrições deverão ser confirmadas até o dia 29 de julho, por e-mail ou telefone.A programação prevê palestras técnicas e painéis sobre os aprendizados no período<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_0fb418992a4b40f691d2ee186805622b%7Emv2.jpg/v1/fill/w_246%2Ch_172/e77cea_0fb418992a4b40f691d2ee186805622b%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/CEIVAP-Debate-aborda-cases-de-sucesso-e-reflex%C3%B5es-sobre-a-gest%C3%A3o-de-crise-h%C3%ADdrica</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/CEIVAP-Debate-aborda-cases-de-sucesso-e-reflex%C3%B5es-sobre-a-gest%C3%A3o-de-crise-h%C3%ADdrica</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2019 23:10:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_0fb418992a4b40f691d2ee186805622b~mv2.jpg"/><div>Evento será realizado no dia 30/7</div><div>O Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (CEIVAP) promove, no dia 30 de julho, o seminário “CEIVAP Debate”, com o tema “Segurança Hídrica e Qualidade Ambiental: da Reação à Prevenção”. O evento ocorre em Resende, na sede do Comitê, das 9 às 17 horas. As vagas são limitadas e as inscrições deverão ser confirmadas até o dia 29 de julho, por e-mail ou telefone.</div><div>A programação prevê palestras técnicas e painéis sobre os aprendizados no período da crise hídrica na bacia do Paraíba do Sul e os investimentos em qualidade ambiental e saneamento para ampliação da segurança hídrica, além da exposição de cases de sucesso. O seminário contará com palestrantes da Universidade de São Paulo (USP), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), Light Energia, Instituto Trata Brasil, Projeto Piabanha, ONG Crescente Fértil e AGEVAP.</div><div>Para confirmar sua participação ou obter mais informações, entre em contato pelos telefones:</div><div>(24) 3355-4903 com Daiane Alves (AGEVAP)</div><div>(24) 3355-8389 com Raissa Galdino (Assessoria de Comunicação CEIVAP)</div><div>ou ainda pelos e-mails: ceivap.sede@gmail.com ou comunicacao@ceivap.org.br</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitê do Salgado debate importância da água subterrânea</title><description><![CDATA[Evento integrou a programação da Expocrato 2019 e teve apoio da Gerência Regional da Cogerh/CratoCom o tema “Discutindo Águas Subterrâneas no Cariri”, o Comitê de Bacia do Rio Salgado realizou nesta quinta-feira (18.07), mesa redonda para debater a importância da bacia sedimentar do Araripe. Os debates ocorreram em torno da palestra “Água Subterrânea – da Teoria à Pratica – Estudo de Caso: Bacia Sedimentar do Araripe”, proferida pelo professor Sávio Fontenele, docente da Faculdade Paraíso, de<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dbba9dafeb734202b8c67952a2c77796%7Emv2.jpg/v1/fill/w_899%2Ch_675/e77cea_dbba9dafeb734202b8c67952a2c77796%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Comit%C3%AA-do-Salgado-debate-import%C3%A2ncia-da-%C3%A1gua-subterr%C3%A2nea</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Comit%C3%AA-do-Salgado-debate-import%C3%A2ncia-da-%C3%A1gua-subterr%C3%A2nea</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2019 23:07:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Evento integrou a programação da Expocrato 2019 e teve apoio da Gerência Regional da Cogerh/Crato</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dbba9dafeb734202b8c67952a2c77796~mv2.jpg"/><div>Com o tema “Discutindo Águas Subterrâneas no Cariri”, o Comitê de Bacia do Rio Salgado realizou nesta quinta-feira (18.07), mesa redonda para debater a importância da bacia sedimentar do Araripe. Os debates ocorreram em torno da palestra “Água Subterrânea – da Teoria à Pratica – Estudo de Caso: Bacia Sedimentar do Araripe”, proferida pelo professor Sávio Fontenele, docente da Faculdade Paraíso, de Juazeiro do Norte.</div><div>“Esse evento marca o início de uma série de debates nos quais pretendemos reunir não apenas os órgãos envolvidos na gestão dos recursos hídricos, mas também a academia – notadamente as universidades instaladas na região do Cariri – e instituições com atuação em áreas correlatas”, detalha o presidente do CBH do Salgado, Wyldevânio Vieira.</div><div>Empossado somente há dois meses, Vieira defende que o CBH assuma o protagonismo do debate sobre a gestão dos recursos hídricos na região. “Nós entendemos que o comitê é o espaço legal e legítimo para que se possa fazer esse debate”, advoga. “Ele (o comitê) é a representação da participação popular na administração pública. Os debates, as discussões se tornam ainda mais legítimas quando feitas na base, no comitê”.</div><div>PALESTRA</div><div>Mais do que uma simples apresentação num fórum técnico-científico, o professor Sávio Fontenele lançou provocações para a plateia. Após falar sobre o ciclo da água, Fontenele apresentou o que se conhece sobre a formação geológica da Bacia Sedimentar do Araripe. E questionou o que não se sabe, como o volume das reservas do aquífero. “Como podemos gerenciar aquilo que não temos dimensionado?”, desafiou.</div><div>Ainda dentre as provocações, o professor propôs a união de todas as entidades que mantêm interface com os recursos hídricos – prefeituras, órgãos de gestão, de meio ambiente, de gestão agropecuária, academia etc – para a formatação de um grande banco de dados sobre a bacia/aquífero. “Temos um sem-número de pesquisas feitas por diversas instituições do Brasil e do mundo, e dados de diversas instituições que são complementares. Então, por que não juntarmos tudo numa única base de dados?”, provoca.</div><div>O evento, que integrou a programação da Expocrato 2019, aconteceu no Auditório do Geopark Araripe, e contou a presença do Secretário Executivo da SRH, Dedé Teixeira, da coordenadora do Projeto Paulo Freire, Íris Tavares, do gestor da Área de Proteção Ambiental da Chapada do Araripe, Paulo Maia, do presidente do SAAE do Crato, Yarlei Brito, de membros da Gerência Regional da Cogerh/Crato, e representantes da Universidade Regional do Cariri.</div><div><a href="http://portal.cogerh.com.br/comite-do-salgado-debate-importancia-da-agua-subterranea/">Cogerh</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Na AMREC, dados sobre as águas do Rio Urussanga alertam a sociedade</title><description><![CDATA[Um momento de socialização de resultados e de contribuição para o encaminhamento das etapas finais do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga foi vivenciado no dia 17 de julho, no auditório da AMREC, em Criciúma. Técnicos da Unisul, responsável pela execução do projeto, conduziram uma oficina de capacitação voltada aos representantes de entidades membros que compõem o Comitê da Bacia do Rio Urussanga, território que abrange dez municípios da região Sul de Santa Catarina.O<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_a294cc76ab2d40948e7c9c05b6226ef8%7Emv2.jpg/v1/fill/w_899%2Ch_601/e77cea_a294cc76ab2d40948e7c9c05b6226ef8%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Na-AMREC-dados-sobre-as-%C3%A1guas-do-Rio-Urussanga-alertam-a-sociedade</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Na-AMREC-dados-sobre-as-%C3%A1guas-do-Rio-Urussanga-alertam-a-sociedade</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2019 23:04:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Um momento de socialização de resultados e de contribuição para o encaminhamento das etapas finais do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga foi vivenciado no dia 17 de julho, no auditório da AMREC, em Criciúma. Técnicos da Unisul, responsável pela execução do projeto, conduziram uma oficina de capacitação voltada aos representantes de entidades membros que compõem o Comitê da Bacia do Rio Urussanga, território que abrange dez municípios da região Sul de Santa Catarina.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_a294cc76ab2d40948e7c9c05b6226ef8~mv2.jpg"/><div>O coordenador geral do Plano, professor Celso Albuquerque, e os técnicos Leonardo Porto Ferreira e Patrícia Menegaz de Farias apresentaram as características gerais das bacias, o diagnóstico do uso e da ocupação da terra, das disponibilidades e das demandas hídricas atuais, bem como o balanço de disponibilidades e demandas.</div><div>Após esta apresentação, uma discussão a respeito do tema água envolveu diferentes especialistas e representantes de diversos setores. De acordo com a presidente do Comitê Urussanga, Carla Possamai Della os resultados expostos são preocupantes. “A apresentação foi muito interessante ao mostrar valores de demanda de qualidade e de disponibilidade de água. O assunto gerou discussões relevantes e trouxe dados alarmantes”, frisa.</div><div>Segundo o coordenador geral do projeto, a participação da sociedade nas próximas etapas finais definirá as metas e ações para o futuro da gestão de recursos hídricos. “A oficina foi além do esperado e quem participou pode entender cada etapa com os dados obtidos, que foram uma surpresa para a sociedade. Agora, contamos com a participação de todos nas etapas D e E que terão oficinas de enquadramento para elaborar projetos, ações e metas e introduzir no Plano”, pontua Albuquerque.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Inscrições abertas para evento que discutirá água e saneamento</title><description><![CDATA[A gestão sustentável de água e saneamento será debatida com a participação de toda a sociedade em Criciúma, no dia 7 de agosto. Já estão abertas as inscrições gratuitas para a terceira edição do evento "Diálogo entre Bacias Hidrográficas do Extremo Sul Catarinense" pelo link:dialogosul2019.regg.coA ação acontecerá no auditório da Associação Empresarial de Criciúma (ACIC), das 8 às 17h30min, com organização dos Comitês das Bacias dos rios Urussanga, Araranguá e afluentes catarinenses do<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_04b63f24210447598abefa003a1aca4f%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Inscri%C3%A7%C3%B5es-abertas-para-evento-que-discutir%C3%A1-%C3%A1gua-e-saneamento</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/07/26/Inscri%C3%A7%C3%B5es-abertas-para-evento-que-discutir%C3%A1-%C3%A1gua-e-saneamento</guid><pubDate>Fri, 26 Jul 2019 23:03:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_04b63f24210447598abefa003a1aca4f~mv2.jpg"/><div>A gestão sustentável de água e saneamento será debatida com a participação de toda a sociedade em Criciúma, no dia 7 de agosto. Já estão abertas as inscrições gratuitas para a terceira edição do evento &quot;Diálogo entre Bacias Hidrográficas do Extremo Sul Catarinense&quot; pelo link:<a href="http://dialogosul2019.regg.co">dialogosul2019.regg.co</a></div><div>A ação acontecerá no auditório da Associação Empresarial de Criciúma (ACIC), das 8 às 17h30min, com organização dos Comitês das Bacias dos rios Urussanga, Araranguá e afluentes catarinenses do Mampituba. Com o tema “Água e saneamento para todos: Pactos de gestão”, a discussão buscará promover parcerias e fortalecer a cooperação e a capacidade de implementar ações de gestão sustentável da água e saneamento afim de atender às demandas hídricas ambientais e socioeconômicas nas bacias.</div><div>O evento é de caráter participativo e envolverá os segmentos do poder público, de usuários de água e da população dos 29 municípios inseridos nas três bacias hidrográficas do extremo sul catarinense. Os amplos debates serão conduzidos por especialistas nacionais e irão abordar a situação atual destas áreas referente aos sistemas de abastecimento de água e de tratamento de esgoto, o planejamento relacionado a estes temas e as propostas de ações sustentáveis para garantir a água a todas as atividades socioeconômicas e ambientais destas bacias hidrográficas.</div><div>O público alvo do evento será composto por agricultores, arquitetos, estudantes, engenheiros, empresários, biólogos, geógrafos, geólogos, gestores públicos (prefeitos, vereadores, secretários municipais), membros dos comitês das bacias hidrográficas, pescadores, professores, técnicos de empresas e de órgãos municipais ambientais e todos os interessados pela gestão de recursos hídricos.</div><div>A terceira edição do evento &quot;Diálogo entre Bacias Hidrográficas do Extremo Sul Catarinense&quot; conta com o apoio da Associação de Proteção da Bacia do rio Araranguá (AGUAR), da Secretaria do Estrado de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), da Associação Empresarial de Criciúma (ACIC), do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga, do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Araranguá, da Agência das Bacias PCJ e do Consórcio PCJ.</div><div>Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail: dialogoentrebacias@gmail.com</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitê vai coordenar recuperação de municípios da Bacia do Rio Doce</title><description><![CDATA[No dia em que a cidade mineira Mariana comemora 323 anos, o governador Romeu Zema assinou o decreto de criação do Comitê Gestor Pró-Rio Doce. O grupo de trabalho vai planejar, coordenar e executar ações do Governo de Minas Gerais para a recuperação dos municípios da Bacia do Rio Doce que foram atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, da empresa Samarco, em novembro de 2015.“Vamos reconstruir nosso patrimônio. Quero que todas as pessoas atingidas pelo rompimento da Barragem de Fundão<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_25eec4defff2454b9c4ea568b512c1c9%7Emv2.jpg/v1/fill/w_899%2Ch_439/e77cea_25eec4defff2454b9c4ea568b512c1c9%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/07/19/Comit%C3%AA-vai-coordenar-recupera%C3%A7%C3%A3o-de-munic%C3%ADpios-da-Bacia-do-Rio-Doce</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/07/19/Comit%C3%AA-vai-coordenar-recupera%C3%A7%C3%A3o-de-munic%C3%ADpios-da-Bacia-do-Rio-Doce</guid><pubDate>Fri, 19 Jul 2019 16:41:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_25eec4defff2454b9c4ea568b512c1c9~mv2.jpg"/><div>No dia em que a cidade mineira Mariana comemora 323 anos, o governador Romeu Zema assinou o decreto de criação do Comitê Gestor Pró-Rio Doce. O grupo de trabalho vai planejar, coordenar e executar ações do Governo de Minas Gerais para a recuperação dos municípios da Bacia do Rio Doce que foram atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão, da empresa Samarco, em novembro de 2015.</div><div>“Vamos reconstruir nosso patrimônio. Quero que todas as pessoas atingidas pelo rompimento da Barragem de Fundão sejam justamente indenizadas. Sei que não há recurso que valha o que perderam. Mas sempre há tempo e espaço para o ressarcimento. E também aguardo a rápida compensação aos municípios afetados”, disse Zema.</div><div>Caberá ao Comitê coordenar as atividades para a recuperação socioeconômica e socioambiental dos municípios atingidos pelo rompimento da barragem, incluindo ações compensatórias. Outra missão é acompanhar a execução dos programas do Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC).</div><div>Na visão do governador, é preciso dar mais agilidade na tomada de decisões. Para isso, determinou que os representantes do Estado ouçam os afetados e garantam a participação deles no processo. “Esse comitê terá esse objetivo: tirar do papel, cobrar e apresentar soluções rápidas de reparação e compensação”, destacou.</div><div>Durante a cerimônia de assinatura, Zema recebeu uma carta do presidente da Fundação Renova, Roberto Waack, com a lista de novas ações de curto e médio prazo, que serão implementadas. A intenção é o desenvolvimento do município e a diversificação da economia.</div><div>O governador esteve nas obras do reassentamento coletivo de Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana muito atingido pelos rejeitos da barragem. De acordo com o governo mineiro, a área de reassentamento em Bento Rodrigues terá em torno de 98 hectares e abrigará cerca de 255 famílias. Também serão construídas escola, posto policial e unidade de saúde.</div><div>Recursos</div><div>Os municípios de Mariana e de Brumadinho, ambos atingidos por rompimento de barragens, estão recebendo, antecipadamente, recursos do Estado de Minas Gerais. O acordo firmado em 4 de abril deste ano previa o repasse a partir de janeiro de 2020.</div><div>Dia de Minas</div><div>Durante a celebração do aniversário da cidade de Mariana, Romeu Zema participou das comemorações do Dia de Minas. Anualmente, no dia 16 de julho, a capital do Estado é transferida simbolicamente para Mariana, que foi a primeira capital mineira. A data foi instituída em 1979, pelo então governador Francelino Pereira.</div><div>Repórter da Agência Brasil - EBC </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Fortelecimento dos CBHs foi pauta da reunião entre a coordenação do FNCBH e ANA</title><description><![CDATA[A Coordenação do Fórum Nacional de CBHs esteve reunida no dia 12/07/2019 às 14:30 na ANA - Agência Nacional de Água, em Brasília. Participaram da reunião Hideraldo Buch, Coordenador do FNCBH - Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, Luis Carlos, Coordenador Adjunto do FNCBH, Patrice Barzan, Coordenadora Adjunta do FNCBH, Cristiane Dias, Diretora Presidente da ANA, Oscar Cordeiro, Diretor da ANA, Carlos Mota, Supervisor de Apoio ao.Sistena Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_0311c391056e478d9e306de922cda9a7%7Emv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/07/12/Fortelecimento-dos-CBHs-foi-pauta-da-reuni%C3%A3o-entre-a-coordena%C3%A7%C3%A3o-do-FNCBH-e-ANA</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/07/12/Fortelecimento-dos-CBHs-foi-pauta-da-reuni%C3%A3o-entre-a-coordena%C3%A7%C3%A3o-do-FNCBH-e-ANA</guid><pubDate>Fri, 12 Jul 2019 16:46:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_0311c391056e478d9e306de922cda9a7~mv2_d_2048_1536_s_2.jpg"/><div>A Coordenação do Fórum Nacional de CBHs esteve reunida no dia 12/07/2019 às 14:30 na ANA - Agência Nacional de Água, em Brasília. Participaram da reunião Hideraldo Buch, Coordenador do FNCBH - Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, Luis Carlos, Coordenador Adjunto do FNCBH, Patrice Barzan, Coordenadora Adjunta do FNCBH, Cristiane Dias, Diretora Presidente da ANA, Oscar Cordeiro, Diretor da ANA, Carlos Mota, Supervisor de Apoio ao.Sistena Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos e Thiago Serrat, Chefe de Gabinete. A pauta da reunião foi o fortalecimento dos Comitês de Bacias Hidrográficas e de todo sistema de gestao de recursos hídricos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ANA e IGAM escolhem Paranaíba como bacia prioritária para aperfeiçoamento da gestão de recursos hídricos</title><description><![CDATA[A bacia hidrográfica do rio Paranaíba, em seu trecho mineiro, será a primeira a ser priorizada em Minas Gerais para aperfeiçoamento da governança sobre a gestão de recursos hídricos mineiros no âmbito da parceria assinada pela Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) em dezembro de 2018. A decisão consta do Plano de Ação da Resolução Conjunta ANA/IGAM nº 98/2018, que instituiu a<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_57ac5c853363486d8c83228b8b2e708e%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_618/e77cea_57ac5c853363486d8c83228b8b2e708e%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/05/17/ANA-e-IGAM-escolhem-Parana%C3%ADba-como-bacia-priorit%C3%A1ria-para-aperfei%C3%A7oamento-da-gest%C3%A3o-de-recursos-h%C3%ADdricos</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/05/17/ANA-e-IGAM-escolhem-Parana%C3%ADba-como-bacia-priorit%C3%A1ria-para-aperfei%C3%A7oamento-da-gest%C3%A3o-de-recursos-h%C3%ADdricos</guid><pubDate>Fri, 17 May 2019 14:36:40 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_57ac5c853363486d8c83228b8b2e708e~mv2.jpg"/><div>A bacia hidrográfica do rio Paranaíba, em seu trecho mineiro, será a primeira a ser priorizada em Minas Gerais para aperfeiçoamento da governança sobre a gestão de recursos hídricos mineiros no âmbito da parceria assinada pela Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) em dezembro de 2018. A decisão consta do Plano de Ação da Resolução Conjunta ANA/IGAM nº 98/2018, que instituiu a gestão integrada das águas federais e estaduais em Minas Gerais entre a Agência e as duas instituições mineiras. </div><div>A prioridade foi dada para a bacia do Paranaíba devido à sua importância hidrológica, já que o rio é um dos principais afluentes do rio Paraná, e também considera a sub-bacia do rio São Marcos. A região também é marcada por hidrelétricas importantes para o Sistema Interligado Nacional (SIN), como Nova Ponte e Emborcação, e por atividades econômicas, como mineração, indústria sucroalcooleira e cultivos de soja e milho. Os principais municípios mineiros com território na bacia são: Araguari, Araxá, Ituiutaba, Paracatu, Patos de Minas, Patrocínio, Uberaba, Uberlândia e Unaí. </div><div>Esta parceria assinada entre a ANA e Minas Gerais é única no País e tem o objetivo final de trazer maior segurança hídrica aos usuários. Além da bacia do Paranaíba, as ações para o aperfeiçoamento da gestão de recursos hídricos também serão implementadas nas bacias dos rios Grande; Verde Grande; Paraíba do Sul; Doce; São Francisco; Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ); Norte e Nordeste de Minas. Segundo o cronograma do Plano de Ação, as ações acontecerão até março de 2021. </div><div>Áreas críticas quanto à qualidade ou quantidade da água terão acompanhamento mais detido com a parceria. O ato prevê a priorização de ações conjuntas nesses casos, como a criação e regulamentação de áreas de restrição de uso; harmonização de critérios de outorga para utilização de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, incluindo prioridades de uso; alocação de água; enquadramento de corpos d’agua quanto à qualidade e quantidade; estabelecimento de mecanismos de cobrança diferenciados ou de outros instrumentos econômicos; e estabelecimento de arranjo operacional específico para apoio à gestão dos recursos hídricos. </div><div>Ainda estão previstos na parceria a integração de bases de dados de disponibilidade hídrica e de demanda pelo uso da água; capacitação e transferência de conhecimento para a rede de monitoramento hidrometeorológico em Minas Gerais; e o aprimoramento do modelo institucional, considerando as unidades estratégicas de gestão com base no Plano Estadual de Recursos Hídricos e nas bacias hidrográficas interestaduais compartilhadas. </div><div>A cooperação adota o plano de recursos hídricos de bacia compartilhada como instrumento comum de planejamento para corpos d’água de domínio da União e de Minas Gerais, cujo detalhamento da implementação será estabelecido em Manual Operativo a ser editado em conjunto. A partir disso, serão estabelecidos projetos indutores e acordos setoriais. </div><div>“Minas Gerais é um dos estados mais estratégicos do Brasil para a gestão de recursos hídricos e é conhecido como ‘berço das águas’ por possuir nascentes de grandes rios, como o São Francisco e o Doce. O estado também é cortado por outros rios importantes para o desenvolvimento nacional, como o Grande e o Paranaíba. Sabendo disso, a ANA está atuando juntamente com o IGAM ciente de que a boa gestão dos rios no estado proporciona mais água – e com melhor qualidade – tanto para Minas Gerais quanto para outras regiões do Brasil”, destacou a diretora-presidente da ANA, Christianne Dias. </div><div>Bacia do Paranaíba </div><div>O rio Paranaíba, cuja nascente fica no município de Rio Paranaíba (MG), na Serra da Mata da Corda, percorre 1160km até sua foz, no encontro com o rio Grande. Neste ponto os dois rios formam o rio Paraná. A bacia do Paranaíba tem mais de 8,5 milhões de habitantes que vivem predominantemente em áreas urbanas num total de 197 municípios de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.</div><div>Agência Nacional de Águas (ANA)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Relatório final do 8º Fórum Mundial avalia custos, investimentos e resultados</title><description><![CDATA[O 8º Fórum Mundial da Água, realizado em março de 2018 em Brasília, ultrapassou todas as expectativas. A maior edição da história superou em 75% o público de edições anteriores. O custo do evento foi reduzido, gerou milhares de empregos, estimulou o comércio local e, acima de tudo, proporcionou o conhecimento às futuras gerações.A conclusão é do Relatório Final do 8º Fórum Mundial da Água, divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA). O evento internacional foi realizado pelos governos Federal<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_b2f366bb712b4896b2ccec79d6988d9c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_600%2Ch_305/e77cea_b2f366bb712b4896b2ccec79d6988d9c%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/05/17/Relat%C3%B3rio-final-do-8%C2%BA-F%C3%B3rum-Mundial-avalia-custos-investimentos-e-resultados</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/05/17/Relat%C3%B3rio-final-do-8%C2%BA-F%C3%B3rum-Mundial-avalia-custos-investimentos-e-resultados</guid><pubDate>Fri, 17 May 2019 14:34:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_b2f366bb712b4896b2ccec79d6988d9c~mv2.jpg"/><div>O 8º Fórum Mundial da Água, realizado em março de 2018 em Brasília, ultrapassou todas as expectativas. A maior edição da história superou em 75% o público de edições anteriores. O custo do evento foi reduzido, gerou milhares de empregos, estimulou o comércio local e, acima de tudo, proporcionou o conhecimento às futuras gerações.</div><div>A conclusão é do Relatório Final do 8º Fórum Mundial da Água, divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA). O evento internacional foi realizado pelos governos Federal e do Distrito Federal, representados respectivamente pela ANA e pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), com o apoio do Conselho Mundial da Água. </div><div>O 8º Fórum Mundial da Água, com o tema “Compartilhando Água”, contou com a presença de 12 chefes de Estado, 56 ministros e 134 parlamentares de 20 nações. Reuniu em uma semana (de 18 a 22 de março) 120 mil pessoas de 173 países. Do total de participantes, 10,6 mil eram congressistas. Os 109 mil restantes puderam debater e vivenciar experiências na Vila Cidadã, espaço público, inédito e gratuito, com atividades lúdicas e interativas relacionadas à água e ao meio ambiente. Do total de visitantes, 59,2 mil eram crianças e jovens. </div><div>A edição brasileira trouxe outras inovações: a participação do Judiciário no debate e a plataforma Sua Voz, espaço online de consulta aberta às pessoas de todo o mundo, para contribuírem com os temas em discussão no evento. O sistema permitiu o acolhimento de 2.400 contribuições.</div><div>Os principais temas debatidos giraram em torno de pautas relacionadas ao clima, financiamento; saneamento e saúde; gestão de recursos hídricos e resíduos sólidos; qualidade da água, ecossistema e biodiversidade; compartilhamento de ideias; capacitação e transferência de tecnologia e a governança da água para o desenvolvimento sustentável.</div><div>O evento propiciou também a geração de 2.500 empregos diretos e 5.500 indiretos. Teve uma redução de 15% nos custos, financiados com recursos do próprio encontro internacional, com a venda de inscrições, de espaço, e cotas de patrocínio.</div><div>Os conteúdos do Fórum alcançaram, no âmbito internacional, mais de 224 milhões de pessoas, por meio das mídias de comunicação. No Brasil foram 58 milhões, segundo o relatório da ANA.</div><div>“Foi possível discutir novos passos a serem dados para o consumo consciente da água, difundir políticas públicas a serem implantadas no Brasil e no mundo, e mais do que isso, chamar a atenção da população mundial para a necessidade de preservação, conscientização, sustentabilidade e controle dos recursos hídricos”, observa o documento. </div><div>O encontro internacional formalizou compromissos, firmados em cinco declarações. A principal delas, segundo o relatório, é a Declaração Ministerial. Nela, ministros e chefes de delegação reconhecem a necessidade urgente de recursos para investimentos em gestão integrada e sustentável da água, especialmente para os países em desenvolvimento, e reforçam a necessidade urgente de respeitar o direito à água aos seres humanos, independente da sua situação e localização.</div><div>Na avaliação da ANA, cada recurso investido obteve um retorno seguro de curto, médio e longo prazos. “O 8º Fórum Mundial da Água foi um marco para o Brasil e para o mundo, deixando como legado o compromisso de continuar transformando as pessoas com relação ao uso e preservação da água”, conclui.</div><div><a href="http://8forum.ana.gov.br/">Acesse aqui o relatório da ANA</a></div><div>A próxima edição do Fórum Mundial da Água será em 2021, em Dakar, no Senegal, com o tema “Segurança Hídrica para a Paz e o Desenvolvimento”.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Inscrições para mestrado gratuito em gestão e regulação de recursos hídricos são prorrogadas até 21 de maio</title><description><![CDATA[As inscrições para 256 vagas para o Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua) foram prorrogadas até as 23h59 de 21 de maio. As inscrições para esta nova turma devem ser realizadas pelo site da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Campus de Ilha Solteira (SP), que é a instituição coordenadora do mestrado. Este curso tem 24 meses de duração, é presencial e possui atividades na modalidade de educação a distância (EaD).<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_bafc97911f114c39a094012a6ba2c7fd%7Emv2.jpg/v1/fill/w_770%2Ch_646/e77cea_bafc97911f114c39a094012a6ba2c7fd%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/Inscri%C3%A7%C3%B5es-para-mestrado-gratuito-em-gest%C3%A3o-e-regula%C3%A7%C3%A3o-de-recursos-h%C3%ADdricos-s%C3%A3o-prorrogadas-at%C3%A9-21-de-maio</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/Inscri%C3%A7%C3%B5es-para-mestrado-gratuito-em-gest%C3%A3o-e-regula%C3%A7%C3%A3o-de-recursos-h%C3%ADdricos-s%C3%A3o-prorrogadas-at%C3%A9-21-de-maio</guid><pubDate>Fri, 10 May 2019 19:06:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_bafc97911f114c39a094012a6ba2c7fd~mv2.jpg"/><div>As inscrições para 256 vagas para o Mestrado Profissional em Rede Nacional em Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua) foram prorrogadas até as 23h59 de 21 de maio. As inscrições para esta nova turma devem ser realizadas pelo site da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Campus de Ilha Solteira (SP), que é a instituição coordenadora do mestrado. Este curso tem 24 meses de duração, é presencial e possui atividades na modalidade de educação a distância (EaD). </div><div>Fomentado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 2015, o ProfÁgua tem como objetivo proporcionar uma formação teórica e prática aos profissionais e pesquisadores da área de recursos hídricos, aprimorando suas competências pessoais e profissionais. Com este mestrado o intuito é qualificar este público para lidar com os desafios mais complexos da gestão e da regulação das águas no País. Nesse sentido, os trabalhos de conclusão deverão ter um caráter de conhecimento aplicado, podendo ser no formato de manuais operativos, relatórios técnicos, aplicativos, patentes, artigos, sistemas ou mesmo dissertações. </div><div>A ANA já investiu um pouco mais de R$ 6,5 milhões para o funcionamento do curso nos seus primeiros anos de existência, através da descentralização de recursos para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que avaliou o mestrado com a nota 4, a maior para novos cursos. </div><div>Os candidatos devem anexar os documentos listados no Edital ProfÁgua nº 01/2019 e pagar uma taxa de inscrição de R$ 70. Os interessados em concorrer terão que apresentar proposta de projeto de pesquisa que seja aderente a uma ou mais linhas de pesquisa do mestrado, que são as seguintes: ferramentas aplicadas aos instrumentos de gestão de recursos hídricos; metodologias para implementação dos instrumentos de gestão de recursos hídricos; planejamento e gestão de recursos hídricos; e segurança hídrica e usos múltiplos da água. </div><div>Além disso, os projetos devem seguir as normas do edital de abertura do processo seletivo, que será realizado por cada uma das 13 universidades públicas que oferecem o mestrado profissional este ano (veja a lista abaixo). </div><div>A seleção também terá uma fase de análise dos currículos dos candidatos no formato da Plataforma Lattes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que constituirá a prova de títulos do processo seletivo. A análise de currículo levará em consideração o histórico escolar da graduação, experiência profissional, experiência em pesquisa e extensão nos últimos cinco anos e capacitação em cursos de especialização ou extensão nos últimos dez anos dentro das áreas correlatas ao ProfÁgua. </div><div>Além da análise da proposta de projeto de pesquisa, os candidatos terão que fazer uma prova de conhecimentos específicos sobre gestão e regulação de recursos hídricos, sendo que as referências bibliográficas mínimas estão disponíveis no site da UNESP. </div><div>Segundo o cronograma da seleção, as inscrições serão homologadas em 24 de maio e o resultado após os recursos será divulgado em 3 de junho. A prova de conhecimentos específicos acontecerá em 15 de junho e o gabarito sairá em 17 de junho. O resultado após os recursos está previsto para 26 de junho. No caso da prova de títulos e das propostas de projetos de pesquisa, as notas serão divulgadas em 8 de julho e o resultado após os recursos sairá em 15 de julho, mesmo dia em que será publicado o resultado final. As matrículas vão de 22 a 26 de julho e as aulas começarão em 12 de agosto em cada universidade participante do ProfÁgua. </div><div>Informações </div><div>Para mais informações sobre o processo seletivo do ProfÁgua os candidatos podem entrar em contato pelo e-mail <a href="mailto:profagua@unesp.br?subject=">profagua@unesp.br</a>. </div><div>Vagas oferecidas por universidade </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_4457db6d35484802b186085e19dfc9d7~mv2.jpg"/><div>Capacitação</div><div>Segundo a Lei nº 9.984/2000, que criou a ANA, cabe à instituição estimular a pesquisa e a capacitação de recursos humanos para a gestão de recursos hídricos. Por isso, a Agência oferece cursos continuamente para representantes de entidades que integram o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e para a sociedade em geral. Para saber mais, acesse o Portal Capacitação para a Gestão das Águas. A página oferece cursos gratuitos nas modalidades presencial, semipresencial e ensino a distância (EaD), todos eles com direito a certificado para quem conclui as atividades com o aproveitamento mínimo exigido.</div><div>Agência Nacional de Águas (ANA)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>São Francisco: Campanha Vire Carranca 2019</title><description><![CDATA[A criação de uma data comemorativa em nome do Rio São Francisco próxima ao Dia Mundial do Meio Ambiente é uma estratégia que marca para sempre a importância do Rio na vida de milhares de brasileiros e contribui para mobilizar a sociedade em prol de sua revitalização. O dia 03 de junho, Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco, foi instituído pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), e coloca o Velho Chico para sempre no calendário brasileiro de eventos.A campanha “Eu<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dd8e32f10a774a93b5a4d316a5921bb8%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_565/e77cea_dd8e32f10a774a93b5a4d316a5921bb8%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/S%C3%A3o-Francisco-Campanha-Vire-Carranca-2019</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/S%C3%A3o-Francisco-Campanha-Vire-Carranca-2019</guid><pubDate>Fri, 10 May 2019 19:03:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dd8e32f10a774a93b5a4d316a5921bb8~mv2.jpg"/><div>A criação de uma data comemorativa em nome do Rio São Francisco próxima ao Dia Mundial do Meio Ambiente é uma estratégia que marca para sempre a importância do Rio na vida de milhares de brasileiros e contribui para mobilizar a sociedade em prol de sua revitalização. O dia 03 de junho, Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco, foi instituído pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), e coloca o Velho Chico para sempre no calendário brasileiro de eventos.</div><div>A campanha “Eu viro carranca pra defender o Velho Chico”, lançada em 2014 para divulgar a data, tem como ícone o maior símbolo do rio São Francisco: a carranca. A ideia é chamar a atenção de todos para os graves problemas enfrentados pelo Rio e sua Bacia, e para a necessária e urgente revitalização, a fim de que o Velho Chico continue alimentando a vida e a esperança dos 18 milhões de brasileiros que dependem de suas águas.</div><div>Para esse ano, as ações e atividades da campanha acontecerão nos municípios de Três Marias (MG), Bom Jesus da Lapa (BA), Juazeiro (BA) e Pão de Açúcar (AL).</div><div>Comitê de Bacia do rio São Francisco</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Expedição ‘Rio Paracatu: a joia preciosa do São Francisco</title><description><![CDATA[Entre os dias 10 e 13 de maio, um grupo de expedicionários vai percorrer um trecho aproximado de 350 km do Rio Paracatu. A expedição ‘Rio Paracatu: a joia preciosa do São Francisco’, tem como objetivo avaliar a situação do Rio Paracatu por meio de sua calha principal. A iniciativa é uma ação conjunta entre o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paracatu (CBH Rio Paracatu), o Movimento Verde de Paracatu (MOVER) e vários outros apoiadores.O ponto de encontro e início do trajeto será na ponte do Rio<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_846d051e760f4c5494cda4a6b35a8704%7Emv2.jpg/v1/fill/w_682%2Ch_471/e77cea_846d051e760f4c5494cda4a6b35a8704%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/Expedi%C3%A7%C3%A3o-%E2%80%98Rio-Paracatu-a-joia-preciosa-do-S%C3%A3o-Francisco</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/Expedi%C3%A7%C3%A3o-%E2%80%98Rio-Paracatu-a-joia-preciosa-do-S%C3%A3o-Francisco</guid><pubDate>Fri, 10 May 2019 19:01:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_846d051e760f4c5494cda4a6b35a8704~mv2.jpg"/><div>Entre os dias 10 e 13 de maio, um grupo de expedicionários vai percorrer um trecho aproximado de 350 km do Rio Paracatu. A expedição ‘Rio Paracatu: a joia preciosa do São Francisco’, tem como objetivo avaliar a situação do Rio Paracatu por meio de sua calha principal. A iniciativa é uma ação conjunta entre o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paracatu (CBH Rio Paracatu), o Movimento Verde de Paracatu (MOVER) e vários outros apoiadores.</div><div>O ponto de encontro e início do trajeto será na ponte do Rio Paracatu, localizada na BR 040, às 8h, e os expedicionários vão navegar até a região do Ribeirão Entre Ribeiros, onde param para pernoitar. No segundo dia, a expedição percorrerá o trajeto entre os municípios de Entre Ribeiros e Brasilândia de Minas. No terceiro dia, segue até a foz do Rio do Sono, na margem direita do Rio Paracatu. O ponto final será no encontro do Rio Paracatu com o Rio São Francisco, na divisa dos municípios de Santa Fé de Minas e Buritizeiro. A previsão de chegada é às 15h.</div><div>Participarão da atividade pilotos profissionais, membros dos comitês dos rios Paracatu e São Francisco, representantes do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), do Movimento Verde de Paracatu, da empresa NEXA Resources e a equipe de comunicação do CBH Rio São Francisco.</div><div>Rio Paracatu</div><div>A bacia hidrográfica do Rio Paracatu localiza-se totalmente dentro do estado de Minas Gerais (Região Noroeste), com pequenas áreas de topo adentrando no estado de Goiás e no Distrito Federal. A bacia limita-se, ao sul, com a bacia do rio Paranaíba; a oeste, com a bacia do rio São Marcos, afluente do rio Paranaíba; a leste, com as bacias dos rios Formoso e Jatobá, afluentes do rio São Francisco; e, a norte, com a bacia do rio Urucuia, também afluente do São Francisco.</div><div>Abriga os municípios de Bonfinópolis de Minas, Brasilândia de Minas, Buritizeiro, Cabeceira Grande, Dom Bosco, Guarda-Mor, João Pinheiro, Lagamar, Lagoa Grande, Natalândia, Paracatu, Patos de Minas, Presidente Olegário, Santa Fé de Minas, Unaí e Vazante.</div><div>Assessoria de Comunicação CBHSF:</div><div>TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Campanha: Que Rio Queremos?</title><description><![CDATA[Desenvolvida para questionar, proteger e alertar sobre o destino que estamos dando aos nossos rios e, consequentemente, à biodiversidade e à vida humana, a Campanha Anual de Comunicação do CBH Rio das Velhas “Que Rio Queremos? Cuidar é melhor que destruir” vai reforçar a principal preocupação do Comitê em todas as suas esferas de atuação. Aprovada durante a 104ª Plenária, em abril, o objetivo da campanha é propor reflexões e mudanças de conduta de uma sociedade que mata rios para uma sociedade<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_bf59d01584aa4a7da6c470c9cf9d98c6%7Emv2.jpg/v1/fill/w_859%2Ch_472/e77cea_bf59d01584aa4a7da6c470c9cf9d98c6%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/Campanha-Que-Rio-Queremos</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/05/10/Campanha-Que-Rio-Queremos</guid><pubDate>Fri, 10 May 2019 18:59:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_bf59d01584aa4a7da6c470c9cf9d98c6~mv2.jpg"/><div>Desenvolvida para questionar, proteger e alertar sobre o destino que estamos dando aos nossos rios e, consequentemente, à biodiversidade e à vida humana, a Campanha Anual de Comunicação do CBH Rio das Velhas “Que Rio Queremos? Cuidar é melhor que destruir” vai reforçar a principal preocupação do Comitê em todas as suas esferas de atuação. Aprovada durante a 104ª Plenária, em abril, o objetivo da campanha é propor reflexões e mudanças de conduta de uma sociedade que mata rios para uma sociedade que abraça e revitaliza seus corpos d’água.</div><div>A campanha tem como mote os rompimentos de barragens de mineração, que impactaram severamente as bacias dos rios Doce e Paraopeba, em 2015 e 2019, mas não se limita a esse assunto. “No bojo dessas discussões, o CBH Rio das Velhas também problematizará várias questões que colocam em risco a saúde do rio e da bacia, como a falta de saneamento básico, em especial o não tratamento de esgotos, o acondicionamento inadequado dos resíduos sólidos nas cidades, os defensivos agrícolas utilizados na agricultura, o desmatamento, dentre outros”, afirmou o presidente do Comitê, Marcus Vinícius Polignano.</div><div>Com ampla força nas redes sociais oficiais do CBH Rio das Velhas – Facebook, Instagram, Youtube e Flickr – a campanha também contará com reportagens no site, informativo e revista do Comitê com o objetivo de desdobrar ainda mais o assunto e a nos ajudar a refletir sobre a pergunta objeto da campanha: que rio queremos?</div><div>A Campanha “Que Rio Queremos? Cuidar é melhor que destruir” foi desenvolvida pela TantoExpresso, empresa executora do Programa de Comunicação Social e Relacionamento do CBH Rio das Velhas.</div><div>Sensibilização ano a ano</div><div>Anualmente, o CBH Rio das Velhas desenvolve uma Campanha de Comunicação destinada a sensibilizar os diversos atores sobre temas urgentes e de significativa importância para o contexto da bacia.</div><div>Em 2016, por exemplo, a campanha “Água como Direito Humano” teve como objetivo promover uma reflexão sobre a água a partir da perspectiva da garantia de um serviço fundamental para uma mínima qualidade de vida.</div><div>Dois anos depois, diante do contingenciamento dos recursos da cobrança pelo uso da água na bacia do Rio das Velhas, a campanha “Ação pelas Águas: não à retenção do dinheiro dos rios de Minas” reivindicou o repasse imediato dos recursos retidos por parte do Governo do Estado, que tanto asfixiavam o Comitê e ameaçavam a continuidade de suas ações. A mobilização surtiu efeito e pouco depois um Termo de Ajustamento de Conduta foi celebrado e determinou os devidos pagamentos ao CBH Rio das Velhas.</div><div>Assessoria de Comunicação CBH Rio das Velhas:</div><div>TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social</div><div>*Texto: Luiz Ribeiro</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitê entrega mais três planos de saneamento em Alagoas</title><description><![CDATA[A semana começa com mais uma agenda positiva do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). Na manhã desta segunda-feira (29 de abril), no auditório da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), houve a entrega de mais planos municipais de saneamento básico (PMSB), ação que tem se tornado cada vez mais frequente por parte do colegiado. Foram contemplados, desta vez, os municípios alagoanos de Delmiro Gouveia, Maravilha e Piranhas. Elaborados pela empresa DRZ Geotecnologia e<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_3e7356de920e49df956bfac6007b7dec%7Emv2.jpg/v1/fill/w_250%2Ch_149/e77cea_3e7356de920e49df956bfac6007b7dec%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/05/02/Comit%C3%AA-entrega-mais-tr%C3%AAs-planos-de-saneamento-em-Alagoas</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/05/02/Comit%C3%AA-entrega-mais-tr%C3%AAs-planos-de-saneamento-em-Alagoas</guid><pubDate>Thu, 02 May 2019 23:03:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A semana começa com mais uma agenda positiva do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF). Na manhã desta segunda-feira (29 de abril), no auditório da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), houve a entrega de mais planos municipais de saneamento básico (PMSB), ação que tem se tornado cada vez mais frequente por parte do colegiado. Foram contemplados, desta vez, os municípios alagoanos de Delmiro Gouveia, Maravilha e Piranhas. Elaborados pela empresa DRZ Geotecnologia e Consultoria, contratada através de licitação, o pagamento é feito pelo Comitê, sem a necessidade de contrapartida dos municípios.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_3e7356de920e49df956bfac6007b7dec~mv2.jpg"/><div>O presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, fez uma explanação sobre a importância do rio São Francisco e também destacou que os gestores municipais podem buscar o apoio do colegiado para elaborar seus PMSB’s. “O São Francisco é a única alternativa para o semiárido nordestino e é essencial que nós busquemos eliminar o lançamento de esgotos na calha principal e nos afluentes”, disse. Miranda anunciou que o Comitê fará uma reunião no segundo semestre, com todos os prefeitos dos municípios contemplados com o plano.</div><div>O objetivo, segundo informou, é buscar junto ao governo federal a contrapartida para que os municípios possam implementar o saneamento. “Quero, inclusive, aproveitar para pedir o apoio da AMA nesse sentido. Vamos mostrar que fizemos o nosso dever de casa e que agora é a vez da contrapartida da União, para tirar o documento do papel”, acrescentou Anivaldo Miranda.</div><div>O presidente do CBHSF aproveitou para esclarecer que o dinheiro aplicado na elaboração de planos municipais não tem origem pública, mas na própria bacia. “São recursos pagos pelos usuários das águas do São Francisco”, reforçou. “E nossa prioridade número um é tirar os esgotos do nosso Velho Chico”, concluiu Miranda. O vice-presidente do CBHSF, Maciel Oliveira, também participou da solenidade de entrega.</div><div>Interesse</div><div>A vice-presidente da Associação dos Municípios Alagoanos, Pauline Pereira, alertou que 49 municípios alagoanos estão inseridos na bacia do São Francisco em Alagoas, o que corresponde quase à metade do estado. Alagoas possui 102 municípios. Apesar disso, apenas 12 recorreram ao CBHSF para a elaboração de seus planos de saneamento. “Iremos manter contato com os demais, para que também manifestem interesse em buscar seus planos de saneamento”, prometeu Pauline.</div><div>Ela salientou a importância do trabalho e parabenizou a iniciativa do Comitê nesse sentido. “Não é novidade que o São Francisco está morrendo. Dos 507 municípios da bacia, apenas um, Lagoa da Prata, em Minas, é totalmente saneado. Saneamento básico é um assunto de extrema importância e os gestores precisam ficar atentos a essa questão”, defendeu a vice-presidente da AMA.</div><div>O prefeito de Delmiro Gouveia, Eraldo Cordeiro, um dos contemplados na manhã desta segunda-feira, disse que sem a ajuda do Comitê, seria impossível esse investimento. Ele reconhece que se trata de uma das ações mais importantes e que o Executivo tentava, há mais de dez anos, um documento com essa finalidade. “E já na próxima semana irei aos ministérios, juntamente com a prefeita de Piranhas, apresentar nossos planos de saneamento para buscar recursos”, anunciou ele.</div><div>Dificuldades</div><div>O representante da empresa DRZ, responsável pela elaboração dos PMSB, Agenor Martins Júnior, disse que as maiores dificuldades das prefeituras estão relacionadas ao tratamento de resíduos sólidos e esgotamento sanitário. Mas identifica uma grande vontade dos gestores em tratar desses problemas com responsabilidade. Como os municípios precisam transformar o plano em lei municipal para buscar os recursos necessários para implantar o saneamento, a empresa disponibiliza uma minuta de projeto de lei nesse sentido.</div><div>A empresa foi a vencedora do lote composto, também, pelos municípios de Paulo Afonso (BA), Jeremoabo e Canindé, ambos de Sergipe. O custo total do lote foi de aproximadamente R$ 650 mil, conforme informações de Agenor Marinho Júnior.</div><div>Fonte: Assessoria de Comunicação CBHSF</div><div>(TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social. *Texto: Delane Barros. *Fotos: Delane Barros)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitê Piabanha faz lançamento oficial do 7º ECOB (Encontro Estadual de Comitês de Bacias) em Teresópolis.</title><description><![CDATA[Teresópolis vai sediar o 7º ECOB – Encontro de Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro. O encontro será realizado em Teresópolis entre os dias 10 e 12 de junho, reunindo representantes de nove comitês de bacias, que abrangem os 92 municípios fluminenses. O tema escolhido para este ano foi “Rios Fluminenses: O que temos e o que queremos”. O lançamento oficial do encontro aconteceu, nesta terça-feira (16), no auditório da Universidade Estácio de Sá, em Teresópolis, durante<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_cdd1d2ee10ef4a4ca095a78b8ede7fb5%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_362/e77cea_cdd1d2ee10ef4a4ca095a78b8ede7fb5%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/04/25/Comit%C3%AA-Piabanha-faz-lan%C3%A7amento-oficial-do-7%C2%BA-ECOB-Encontro-Estadual-de-Comit%C3%AAs-de-Bacias-em-Teres%C3%B3polis</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/04/25/Comit%C3%AA-Piabanha-faz-lan%C3%A7amento-oficial-do-7%C2%BA-ECOB-Encontro-Estadual-de-Comit%C3%AAs-de-Bacias-em-Teres%C3%B3polis</guid><pubDate>Thu, 25 Apr 2019 22:25:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Teresópolis vai sediar o 7º ECOB – Encontro de Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro. O encontro será realizado em Teresópolis entre os dias 10 e 12 de junho, reunindo representantes de nove comitês de bacias, que abrangem os 92 municípios fluminenses. O tema escolhido para este ano foi “Rios Fluminenses: O que temos e o que queremos”. O lançamento oficial do encontro aconteceu, nesta terça-feira (16), no auditório da Universidade Estácio de Sá, em Teresópolis, durante reunião ordinária do Comitê Piabanha.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_cdd1d2ee10ef4a4ca095a78b8ede7fb5~mv2.jpg"/><div>Segundo o Fórum Fluminense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FFCBH), responsável pela organização do evento, a programação incluirá diversas atividades, como mesas de debates, minicursos, apresentação de trabalhos científicos, palestras e visitas técnicas.</div><div>Os objetivos do evento são promover a integração entre os nove Comitês de Bacia Hidrográfica do Estado do Rio de Janeiro; promover a reflexão e a participação entre todo o público do evento, envolvendo, além dos membros, o poder público, a sociedade civil e os demais interessados. Também estimular o debate sobre temas para a gestão compartilhada, integrada e assistência das águas; proporcionar a manutenção de avanços de diálogos para qualificação e efetividade da gestão das águas do Estado do Rio de Janeiro; e servir de espaço para a divulgação de programas e planos de ações em andamento.</div><div>A expectativa é de que o 7o ECOB 2019 reúna um público em torno de 300 pessoas, que participarão de palestras e de visitas técnicas a áreas ambientais e a empresas de Teresópolis que investem em medidas sustentáveis, como o consumo responsável, o tratamento e a reutilização da água e o consumo consciente de energia.</div><div>As inscrições para o evento, minicursos e visitas técnicas podem ser feitas até o dia 24 de maio no site <a href="http://forumfluminensecbh.eco.br/site/inscricao/">http://forumfluminensecbh.eco.br/site/inscricao/</a>.</div><div>Fórum Fluminense – O Fórum Fluminense de Comitês de Bacias Hidrográficas é uma instância colegiada formada pelos Comitês de Bacias Hidrográficas do Estado do Rio de Janeiro legalmente instituídos. São eles: o Comitê de Bacia Baía da Ilha Grande, o Comitê de Bacia Guandu, o Comitê de Bacia Médio Paraíba do Sul, o Comitê de Bacia Piabanha, o Comitê de Bacia Baía de Guanabara, o Comitê de Bacia Lagos São João, o Comitê de Bacia Rio Dois Rios, o Comitê de Bacia Macaé e das Ostras e o Comitê de Bacia Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana.</div><div>O Comitê – Órgão colegiado integrante do Sistema Estadual de Recursos Hídricos, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Piabanha e das Sub-bacias Hidrográficas dos Rios Paquequer e Preto é o fórum onde são debatidas as questões referentes à gestão da água. Tem como função deliberar sobre a aplicação dos recursos arrecadados com o pagamento do uso da água pelas grandes empresas localizadas nos dez municípios de sua abrangência.</div><div>Composto por representantes dos usuários, da sociedade civil e do poder público, tem como área de atuação os municípios de Teresópolis, Petrópolis, Areal, Carmo, Paraíba do Sul, Paty do Alferes, São José do Vale do Rio Preto, Sapucaia, Sumidouro e Três Rios.</div><div>Fonte: Prefeitura Municipal de Teresópolis</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ProfÁgua - Inscrições abertas até 06/05</title><description><![CDATA[O ProfÁgua é um programa de mestrado profissional em rede nacional sobre gestão e regulação de água, voltado para profissionais que atuam no setor de recursos hídricos.O curso é gratuito, distribuído em 14 centros universitários em 5 regiões do Brasil. As aulas são concentradas nos finais de semana, exatamente para que os profissionais possam participar.Os trabalhos de conclusão do curso deverão ter um caráter de conhecimento aplicado, podendo ser no formato de manuais operativos, de relatórios<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_1ec0549431484c3daeda9ca0be3050a2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_734/e77cea_1ec0549431484c3daeda9ca0be3050a2%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/04/25/Prof%C3%81gua---Inscri%C3%A7%C3%B5es-abertas-at%C3%A9-0605</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/04/25/Prof%C3%81gua---Inscri%C3%A7%C3%B5es-abertas-at%C3%A9-0605</guid><pubDate>Thu, 25 Apr 2019 22:23:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_1ec0549431484c3daeda9ca0be3050a2~mv2.jpg"/><div>O ProfÁgua é um programa de mestrado profissional em rede nacional sobre gestão e regulação de água, voltado para profissionais que atuam no setor de recursos hídricos.</div><div>O curso é gratuito, distribuído em 14 centros universitários em 5 regiões do Brasil. As aulas são concentradas nos finais de semana, exatamente para que os profissionais possam participar.</div><div>Os trabalhos de conclusão do curso deverão ter um caráter de conhecimento aplicado, podendo ser no formato de manuais operativos, de relatórios técnicos, de aplicativos, de patentes, de artigos, de sistemas ou mesmo de dissertações.</div><div>Mais informações, <a href="https://www.feis.unesp.br/#!/pos-graduacao/profagua/programa/">clique aqui</a>.</div><div> Inscreva-se até 06 de maio de 2019.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CBH-BIG realizará encontros para a proposição de ações aos problemas identificados pelo PRH-BIG</title><description><![CDATA[Iniciado em novembro de 2017, o Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (PRH-BIG) apresentou os estudos de diagnóstico, levantamentos técnicos sobre a realidade da região, em dezembro de 2018, numa série de eventos públicos, quando a sociedade local teve a oportunidade de dar contribuições aos estudos.O PRH-BIG avança com importante atuação e mobilização social, tendo sido iniciada, em 2019, a etapa de proposição e avaliação das soluções aos problemas e conflitos<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_86c4eda501064be99a5e9dc313a7d42d%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_656/e77cea_86c4eda501064be99a5e9dc313a7d42d%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/04/25/CBH-BIG-realizar%C3%A1-encontros-para-a-proposi%C3%A7%C3%A3o-de-a%C3%A7%C3%B5es-aos-problemas-identificados-pelo-PRH-BIG</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/04/25/CBH-BIG-realizar%C3%A1-encontros-para-a-proposi%C3%A7%C3%A3o-de-a%C3%A7%C3%B5es-aos-problemas-identificados-pelo-PRH-BIG</guid><pubDate>Thu, 25 Apr 2019 22:22:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Iniciado em novembro de 2017, o Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (PRH-BIG) apresentou os estudos de diagnóstico, levantamentos técnicos sobre a realidade da região, em dezembro de 2018, numa série de eventos públicos, quando a sociedade local teve a oportunidade de dar contribuições aos estudos.</div><div>O PRH-BIG avança com importante atuação e mobilização social, tendo sido iniciada, em 2019, a etapa de proposição e avaliação das soluções aos problemas e conflitos apontados no plano. Para isso, o Comitê de Bacia da Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (CBH-BIG) realizará uma série de encontros públicos.</div><div>A primeira rodada será composta por Mesas de Diálogo, para que os setores usuários dos recursos hídricos avaliem e proponham soluções aos problemas identificados pelo PRH-BIG, com a seguinte programação:</div><div>Data: 25/04/2019</div><div>SETOR: AGRICULTURA, PESCA E AQUICULTURA</div><div>Horário: 9 h</div><div>Local: Mambucaba Rural. Av. Francisco Magalhães de Castro, 1103, Parque Perequê, Angra dos Reis.</div><div>SETOR: TURISMO E LAZER</div><div>Horário: 14:30 h</div><div>Local: APA Cairuçu. R. Glauber Rocha, 2077, Portal das Artes, Paraty.</div><div>Data: 26/04/2019</div><div>SETOR: SANEAMENTO</div><div>Horário: 9 h</div><div>Local: SUPBIG. Av. Luigi de Amêndola, 236, Parque das Palmeiras, Angra dos Reis.</div><div>SETOR: GERAÇÃO DE ENERGIA, INDÚSTRIA E MINERAÇÃO</div><div>Horário: 14 h</div><div>Local: SUPBIG. Av. Luigi de Amêndola, 236, Parque das Palmeiras, Angra dos Reis.</div><div>Após, serão realizados dois Encontros Institucionais de Articulação, nos quais as instituições atuantes na Região Hidrográfica avaliarão e definirão responsabilidades para a resolução dos problemas identificados:</div><div>Data: 08/05/2019</div><div>Horário: 14 h</div><div>Local: Defesa Civil de Angra dos Reis. Av. Almirante Júlio César de Noronha, 258, Centro, Angra dos Reis.</div><div>Data: 10/05/2019</div><div>Horário: 9 h</div><div>Local: Casa da Cultura de Paraty. R. Dona Geralda, 194, Centro Histórico. Paraty.</div><div>Mobilize seu grupo e participe. Obtenha maiores informações nos canais de comunicação nas redes sociais (@cbhbig), no site <a href="http://www.prhbig.com.br">www.prhbig.com.br</a> ou pelo e-mail prhbig@profill.com.br.</div><div>A Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (CBH-BIG)</div><div>A Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (RH-I) localiza-se no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro, ocupando uma área de 1,8 mil km² na sua porção continental, abrangendo, ainda, diversas ilhas e ilhotas na baía da Ilha Grande. As principais bacias hidrográficas que compõem a RH-I são: as bacias contribuintes à Baía de Paraty, Bacia do Rio Mambucaba, bacias contribuintes à Enseada do Bracuí, Bacia do Bracuí, bacias contribuintes à Baía da Ribeira, bacias da Ilha Grande e Bacia do Rio Conceição de Jacareí.</div><div>A RH-I se destaca por suas praias, ilhas, flora e fauna exuberantes, que fazem do turismo sua principal atividade econômica. Toda a região é reconhecida como excelente para a prática de mergulho, com vários pontos espalhados pela baía e ilhas, e conta com serviços sofisticados de hotelaria e gastronomia, além de possuir roteiros históricos, culturais e ecoturísticos.</div><div>A região é a área de atuação do Comitê da Bacia Hidrográfica da Baía da Ilha Grande, que abrange integralmente os municípios de Angra dos Reis e Paraty, além de uma porção do território de Magaratiba, basicamente compreendendo o distrito de Conceição de Jacareí.</div><div>Instalado na sede da Superintendência Regional Baía da Ilha Grande (Supbig) do Inea, o órgão colegiado debate questões referentes à gestão das águas, sendo o principal fórum decisório para essas importantes questões.</div><div>O que é um Plano de Bacia?</div><div>A gestão das águas é tão importante para a manutenção dos recursos naturais que é regrada por um conjunto leis, normas e dispositivos a ela voltados. No Rio de Janeiro, de acordo com a Lei Estadual nº 3.239/1999, que estabelece o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos, a gestão das águas é uma obrigação do Estado e dos comitês de bacia. Em conjunto, as duas partes são responsáveis por garantir o uso continuado, racional e múltiplo desses recursos.</div><div>Previsto em lei, o Plano de Recursos Hídricos é o principal instrumento que define como as águas da bacia deverão ser usadas para garantir o desenvolvimento da região no longo prazo. Durante a elaboração do PRH-BIG, o comitê desempenha um papel fundamental no acompanhamento e validação dos trabalhos técnicos realizados, na articulação política, no chamamento e na participação da sociedade na gestão das águas. Também é o Comitê de Bacia que aprova o Plano depois de concluído.</div><div>O PRH-BIG</div><div>O Plano de Recursos Hídricos da Região Hidrográfica da Baía da Ilha Grande (PRH-BIG) é uma realização da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) do Rio de Janeiro e do Inea, em conjunto com o CBH-BIG e com o apoio da Transpetro. A execução técnica do PRH-BIG está a cargo da Profill Engenharia e Ambiente, empresa contratada, por licitação, pelo período de 18 meses. O processo de elaboração do PRH-BIG é aberto à população e todos os moradores da região podem contribuir. A cada dois meses, o CBH-BIG promove reuniões abertas ao público. Elas acontecem em sistema de rodízio pelos municípios da região. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_86c4eda501064be99a5e9dc313a7d42d~mv2.jpg"/><div>Encontro Institucional realizado durante a fase de diagnóstico do Plano de Recursos Hídricos. Crédito: Profill Engenharia</div><div>CONTATOS: </div><div>E-mail: prhbig@profill.com.br </div><div>Site: <a href="http://www.prhbig.com.br">www.prhbig.com.br</a></div><div>Facebook.com/cbhbig </div><div>Telefone: (24) 3377-6590</div><div>Fonte: Comitê da Bacia Hidrográfica da Baía da Ilha Grande</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Conheça o Plano Nacional de Segurança Hídrica (PNSH)</title><description><![CDATA[Segurança Hídrica: do conceito à aplicação prática no planejamento da infraestrutura hídrica estratégica do Brasil.A garantia da segurança hídrica para o desenvolvimento sustentável do Brasil é a missão institucional da Agência Nacional de Águas (ANA) e uma das principais atribuições do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).O PNSH oferece o Caminho da Segurança Hídrica no BrasilRealizado de forma pioneira e inovadora, a partir de diretrizes e critérios advindos do conceito de Segurança<img src="http://img.youtube.com/vi/KNe63GTMNsg/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/04/12/Conhe%C3%A7a-o-Plano-Nacional-de-Seguran%C3%A7a-H%C3%ADdrica-PNSH</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/04/12/Conhe%C3%A7a-o-Plano-Nacional-de-Seguran%C3%A7a-H%C3%ADdrica-PNSH</guid><pubDate>Fri, 12 Apr 2019 06:19:40 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Segurança Hídrica: do conceito à aplicação prática no planejamento da infraestrutura hídrica estratégica do Brasil.</div><div>A garantia da segurança hídrica para o desenvolvimento sustentável do Brasil é a missão institucional da Agência Nacional de Águas (ANA) e uma das principais atribuições do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).</div><div>O PNSH oferece o Caminho da Segurança Hídrica no Brasil</div><div>Realizado de forma pioneira e inovadora, a partir de diretrizes e critérios advindos do conceito de Segurança Hídrica, o PNSH assegura ao Brasil um planejamento integrado e consistente de infraestrutura hídrica, com natureza estratégica e relevância regional, com base nos principais problemas de segurança hídrica do país.</div><div>O PNSH, assim, se soma ao planejamento da gestão de recursos hídricos e preenche o rol de instrumentos necessários ao alcance de objetivos da Política Nacional de Recursos Hídricos, que estabelece a necessidade de assegurar à atual e às futuras gerações a adequada disponibilidade de água e de atuar na prevenção contra eventos hidrológicos críticos.</div><div>Assista à animação:</div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/KNe63GTMNsg"/><div>Confira o estudo completo em: <a href="http://pnsh.ana.gov.br">http://pnsh.ana.gov.br</a></div><div>Fonte: Agência Nacional de Águas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CBH Araguari seleciona projetos de uso eficiente de recursos hídricos</title><description><![CDATA[Projetos e ações que visem à implantação de instrumentos de gestão de recursos hídricos, com usos mais eficientes e preservação de ecossistemas aquáticos, estão sendo selecionados pelo Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) do Rio Araguari. As iniciativas, que incluem aspectos relacionados à prevenção de inundações e ao controle da erosão do solo, dentre outros, podem ser inscritas na manifestação de interesse que vai selecionar os projetos, por demanda espontânea, para implantação na área de<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_a7fb26d5130f4a59b80867d040715f38%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_322/e77cea_a7fb26d5130f4a59b80867d040715f38%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/04/05/CBH-Araguari-seleciona-projetos-de-uso-eficiente-de-recursos-h%C3%ADdricos</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/04/05/CBH-Araguari-seleciona-projetos-de-uso-eficiente-de-recursos-h%C3%ADdricos</guid><pubDate>Fri, 05 Apr 2019 19:43:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Projetos e ações que visem à implantação de instrumentos de gestão de recursos hídricos, com usos mais eficientes e preservação de ecossistemas aquáticos, estão sendo selecionados pelo Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) do Rio Araguari. As iniciativas, que incluem aspectos relacionados à prevenção de inundações e ao controle da erosão do solo, dentre outros, podem ser inscritas na manifestação de interesse que vai selecionar os projetos, por demanda espontânea, para implantação na área de abrangência da bacia. O processo de inscrição se encerra em 15 de abril.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_a7fb26d5130f4a59b80867d040715f38~mv2.jpg"/><div>Pelas regras da seleção, os projetos apresentados devem estar em consonância com o Plano Diretor de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari. Toda documentação exigida para habilitação das instituições participantes deverá ser encaminhada à sede da Associação Multissetorial de Usuários de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas (Abha), pessoalmente ou via Correios, com Aviso de Recebimento (AR), respeitando o prazo final de inscrição.</div><div>No caso de propostas enviadas por Correio será considerada, além da data de postagem, o protocolo na sede da Abha que deve obedecer ao horário entre 8h e 17h30 de dias úteis, uma vez que não há expediente aos finais de semana. O endereço é Rua Jaime Gomes, Centro, Araguari, Minas Gerais, CEP 38.440-244.</div><div>Ao final do processo de seleção, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari, por intermédio da Abha, poderá, dentro dos limites orçamentários, financiar a execução dos projetos selecionados e hierarquizados.</div><div>O valor máximo para financiamento de cada projeto é de R$ 820 mil. O valor limite de até R$ 4 milhões será disponibilizado para a viabilização das ações.</div><div>O Rio Araguari atravessa a Região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, na Região Oeste do Estado. O curso d’água contém uma área de 22 mil km² e engloba, parcial ou integralmente, 20 municípios: Araguari, Araxá, Campos Altos, Ibiá, Indianópolis, Iraí de Minas, Nova Ponte, Patrocínio, Pedrinópolis, Perdizes, Pratinha, Rio Paranaíba, São Roque de Minas, Sacramento, Santa Juliana, Serra do Salitre, Tapira, Tupaciguara, Uberaba e Uberlândia.</div><div><a href="http://www.agenciaabha.com.br/doc/1121/edital-pmi-001/2019-demanda-espontanea.html">Clique aqui</a>para acessar o edital e obter mais informações sobre os projetos e a documentação necessária para inscrição.</div><div>Fonte: Sisema</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CBH Manhuaçu promove cercamento de nascentes no dia da água</title><description><![CDATA[Parceria com o Movimento Todos Pelo Rio Doce continua.Como forma de celebra o Dia Mundial da Água voluntário realizaram cercamento de várias nascentes ao longo da Bacia do Rio Manhuaçu. A promoção foi do CBH - Comitê da Bacia Hidrográfica Águas do Rio Manhuaçu - com o apoio do Movimento Todos Pelo Rio Doce e das comunidades locais.O Movimento Todos Pelo Rio Doce, que visa proteger mil nascentes na Bacia do Rio Doce, fornece os materiais: mourões, arame e grampos. O Comitê realiza a articulação e<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_82f5b28e8641494dbd0a8fab682a84b6%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_381/e77cea_82f5b28e8641494dbd0a8fab682a84b6%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/29/CBH-Manhua%C3%A7u-promove-cercamento-de-nascentes-no-dia-da-%C3%A1gua</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/29/CBH-Manhua%C3%A7u-promove-cercamento-de-nascentes-no-dia-da-%C3%A1gua</guid><pubDate>Fri, 29 Mar 2019 23:39:18 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Parceria com o Movimento Todos Pelo Rio Doce continua.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_82f5b28e8641494dbd0a8fab682a84b6~mv2.jpg"/><div>Como forma de celebra o Dia Mundial da Água voluntário realizaram cercamento de várias nascentes ao longo da Bacia do Rio Manhuaçu. A promoção foi do CBH - Comitê da Bacia Hidrográfica Águas do Rio Manhuaçu - com o apoio do Movimento Todos Pelo Rio Doce e das comunidades locais.</div><div>O Movimento Todos Pelo Rio Doce, que visa proteger mil nascentes na Bacia do Rio Doce, fornece os materiais: mourões, arame e grampos. O Comitê realiza a articulação e mobilização para a execução das atividades por meio de seus membros e apoiadores. Alguns dados são aproveitados de cadastros de produtores feitos pelo Instituto Terra, há alguns anos, outros são colhidos por integrantes do CBH, que sensibilizam os proprietários e lideram a equipe para o trabalho.</div><div>Essa parceria entre o Movimento e o CBH resultou no isolamento de mais de 120 nascentes, em 2018. Agora, a ação vai compreender o cercamento de quase vinte olhos d'águas, envolvendo os municípios de São João do Manhuaçu, Ipanema, Durandé, São José do Mantimento e Vermelho Novo, com uma cerca cada, Reduto, Mutum e Lajinha, com duas, Alvarenga com três e quatro em Manhuaçu. Em alguns lugares, devido às chuvas, os mutirões foram adiados para próxima semana.</div><div>Membros do CBH Manhuaçu aproveitaram a oportunidade para realizar palestras educativas em salas de aulas ou no campo, próximo das nascentes. Até em municípios onde não houve cercamento foram promovidos trabalhos de educação ambiental motivados pelo Comitê.</div><div>O Movimento Todos Pelo Rio Doce foi inspirado na Campanha &quot;Let's Do It&quot; (Vamos Fazer), realizada no dia três de maio de 2008, quando cinqüenta mil voluntários recolheram mais de dez mil toneladas de lixo na Estônia, deixando o país praticamente limpo.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_be2b84c136fa4e438c6194b9ce9b1337~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_6fc80eb4dbc34994b5d767063bec2e5d~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_5f8be75140ed453e8987ed37ad252d2c~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_67cc90e0608b42b3a7577ecde22e0b4c~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_442becd9a55b492c8f5a3e968c299ae0~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_36e75142ad624a25a9c190a494b602bb~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_b5162685d93e4b0b9c33d532a62b117c~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_eeae4a9cd5f54806833229ac9276642d~mv2.jpeg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_12ea70819aa64214bf431b25cc3465d5~mv2.jpeg"/></div><div>Fotos: arquivo do CBH Manhuaçu</div><div>Texto: Senisi Rocha / Comitê da Bacia Hidrográfica Águas do Rio Manhuaçu</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ceará recebe encontro do Fórum Nacional de Comitês de Bacias</title><description><![CDATA[Colegiado se prepara para XXI Encontro Nacional de Comitês de Bacias (ENCOB); Momento também foi de conhecimento da gestão praticada pela Cogerh.Representantes dos Comitês de Bacias Hidrográficas de todo Brasil participam durante os dias 26 e 27 de março, em Fortaleza, de encontro para discutir experiências de gestão de recursos hídricos a nível nacional e organizar a pauta para o próximo Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (XXI ENCOB).Dois representantes de cada Comitê de Bacia<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_b17b371a43ad41b5906ac4e733239c42%7Emv2.jpg/v1/fill/w_656%2Ch_492/e77cea_b17b371a43ad41b5906ac4e733239c42%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/29/Cear%C3%A1-recebe-encontro-do-F%C3%B3rum-Nacional-de-Comit%C3%AAs-de-Bacias</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/29/Cear%C3%A1-recebe-encontro-do-F%C3%B3rum-Nacional-de-Comit%C3%AAs-de-Bacias</guid><pubDate>Fri, 29 Mar 2019 23:30:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Colegiado se prepara para XXI Encontro Nacional de Comitês de Bacias (ENCOB); Momento também foi de conhecimento da gestão praticada pela Cogerh.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_b17b371a43ad41b5906ac4e733239c42~mv2.jpg"/><div>Representantes dos Comitês de Bacias Hidrográficas de todo Brasil participam durante os dias 26 e 27 de março, em Fortaleza, de encontro para discutir experiências de gestão de recursos hídricos a nível nacional e organizar a pauta para o próximo Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (XXI ENCOB).</div><div>Dois representantes de cada Comitê de Bacia de 19 estados brasileiros participam do encontro. A abertura do evento teve a presença do presidente da Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), João Lúcio Farias, e do Secretário de Recursos Hídricos do Estado (SRH), Francisco Teixeira. Além deles, estavam presentes os representantes dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.</div><div>Durante a abertura do evento, o presidente da Cogerh João Lúcio Farias ressaltou o importante papel dos 12 Comitês de Bacias do Estado do Ceará. “Temos feito um grande esforço para não deixar faltar água no Ceará, e os Comitês de Bacias tem um papel de extrema importância em todas as conquistas hídricas que acontecem no Estado. Os Comitês fortalecem a gestão participativa e contribuem para que projetos e ações sejam executados”, destacou.</div><div>A apresentação do modelo de gestão da Cogerh, anfitriã do evento, também entrou na pauta desta terça-feira (26). O colegiado tirou dúvidas dos procedimentos administrativos e operacionais adotados pela Companhia na condução da política de gestão dos recursos hídricos do estado. A proximidade do Governador do Ceará, Camilo Santana (PT) com os comitês de bacias cearenses também foi foco das discussões. Semestralmente, o chefe do executivo estadual se reúne com representantes dos comitês cearenses para acompanhar as estratégias na gestão de águas do estado.</div><div>O projeto de Educação Ambiental para crianças de 09 a 10 anos promovido pela Secretaria de Recursos Hídricos (SRH) em parceria com a Cogerh também foi pauta do evento. O projeto contempla a Cartilha ” A gotinha nossa de cada Água” que ensina as crianças a entender o ciclo da água e compreender o trabalho dos comitês de Bacia na defesa dos Recursos Hídricos. O material, segue em expansão nas escolas cearenses e foi distribuído ao colegiado durante o evento.</div><div>A pauta contemplou, ainda, a organização de palestras e assuntos a serem debatidas no XXI ENCOB, previsto para acontecer durante os dias 21 a 25 de outubro de 2019, na cidade de Foz do Iguaçu (PR). Além disso, o colegiado coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacia promoveu debates e apresentações sobre segurança de barragens e responsabilidades técnicas dos profissionais envolvidos em barragens, meio ambiente e recursos hídricos.</div><div>Fonte: Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Semana da Água reforça alerta contra consumo excessivo e não preservação</title><description><![CDATA[Região tem a situação mais crítica de toda Santa Catarina no que diz respeito à quantidade e qualidade de água disponívelO Dia Mundial da Água é lembrado na próxima sexta-feira, 22, mas toda a semana se torna importante para fortalecer e reforçar o alerta em relação ao consumo excessivo por parte da população, bem como à falta de cuidados na preservação dos recursos hídricos. Em uma região que tem a água em situação mais crítica de toda Santa Catarina, esse debate se torna ainda mais necessário<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_24b45eb1aa0144f180994db6fd3ca5fd%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_543/e77cea_24b45eb1aa0144f180994db6fd3ca5fd%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/22/Semana-da-%C3%81gua-refor%C3%A7a-alerta-contra-consumo-excessivo-e-n%C3%A3o-preserva%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/22/Semana-da-%C3%81gua-refor%C3%A7a-alerta-contra-consumo-excessivo-e-n%C3%A3o-preserva%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Fri, 22 Mar 2019 12:57:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Região tem a situação mais crítica de toda Santa Catarina no que diz respeito à quantidade e qualidade de água disponível</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_24b45eb1aa0144f180994db6fd3ca5fd~mv2.jpg"/><div>O Dia Mundial da Água é lembrado na próxima sexta-feira, 22, mas toda a semana se torna importante para fortalecer e reforçar o alerta em relação ao consumo excessivo por parte da população, bem como à falta de cuidados na preservação dos recursos hídricos. Em uma região que tem a água em situação mais crítica de toda Santa Catarina, esse debate se torna ainda mais necessário e importante.</div><div>O presidente do Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba, Luiz Leme, lembra que a conclusão do Plano Estadual de Recursos Hídricos levantou um alerta para o Sul de Santa Catarina, uma vez que o estudo apontou que a água disponível na região está em situação péssima, tanto em qualidade quanto em quantidade.</div><div>Diante dessa realidade e visando compatibilizar a disponibilidade e demanda de água, esse mesmo plano estabeleceu como meta para a região reduzir em 28% a demanda total de água até 2027. “Por isso essa semana não trata apenas de eventos simplesmente comemorativos, e sim de ações com cunho cultural e como uma forma de fazer com que as pessoas pensem no seu consumo”, completa o presidente.</div><div>Diante dessa realidade, a assessora técnica do Comitê Araranguá, engenheira ambiental Michele Pereira da Silva, ressalta que o momento precisa ser focado na preocupação com a água, tanto em sua disponibilidade, quanto na qualidade.</div><div>“Já existem conflitos na região por conta dos recursos hídricos e essa conclusão do Plano Estadual está, cada vez mais, reforçando que nossa bacia é a pior do Estado já em 2019. Nós não temos água para abastecer todo mundo em um momento de estiagem, nem água em qualidade para todos os tipos de abastecimento necessários. Assim, chegamos a um ponto em que as ações do ser humano precisam ser repensadas”, argumenta Michele.</div><div>A região com situação mais crítica de Santa Catarina abrange 29 municípios das Bacias Hidrográficas dos Rios Araranguá, Urussanga e Afluentes Catarinenses do Rio Mampituba: Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Balneário Rincão, Cocal do Sul, Criciúma, Ermo, Forquilhinha, Içara, Jacinto Machado, Jaguaruna, Maracajá, Meleiro, Morro da Fumaça, Morro Grande, Nova Veneza, Passo de Torres, Pedras Grandes, Praia Grande, Sangão, Santa Rosa do Sul, São João do Sul, Siderópolis, Sombrio, Timbé do Sul, Treviso, Treze de Maio, Turvo e Urussanga.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_ee0dc00c95354bbfad38256249120590~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_743b88fb422b4c289a03ca08d648289e~mv2.jpg"/></div><div>Ações saem do papel com atuação do Comitê Araranguá</div><div>Com objetivo de contribuir com a preservação e promover uma gestão eficiente da água disponível, o Comitê Araranguá tem atuado em ações efetivas, que visam resultados positivos a médio e longo prazo. Nesta Semana da Água, uma série de atividades acontecerão em diferentes municípios do Sul catarinense, com realização ou apoio do Comitê.</div><div>Na próxima quarta-feira, 20, uma palestra será realizada para os alunos da Escola de Educação Básica Abílio César Borges, de Nova Veneza, a partir das 9h30min, tendo como tema a atuação do Comitê da Bacia do Rio Araranguá, com distribuição de material educativo.</div><div>Já na quinta-feira, 21, o Comitê realiza sua 52ª Assembleia Geral Ordinária, com início às 13h30min, na sede da Epagri, em Araranguá.</div><div>Por fim, na sexta-feira, 22, quando se celebra o Dia Mundial da Água, acontece no período da manhã a 2ª edição do “Redescobrindo a Bacia do Rio Araranguá”, para autoridades e imprensa da região, com passeios de barco até o ponto de encontro entre os Rios Itoupava e Mãe Luzia.</div><div>No mesmo dia, mas em Criciúma, o Comitê apoiará ações educativas com escolas, que serão realizadas pelo Laboratório de Geociências e Gestão de Recursos Hídricos (LabGeoRH) da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) na Praça Nereu Ramos, das 13h30min às 18h.</div><div>Fonte: Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araranguá</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Santa Catarina inicia projeto inédito para monitorar situação dos rios</title><description><![CDATA[Relatório das primeiras análises deve ser divulgado na próxima semanaLuiz Ademir Thibes de Barros, técnico saneaento, e Adilson volkmann Jr., técnico ambiental, fazem coleta no rio Cubatão, em Palhoça(Foto: Leo Munhoz / Diário Catarinense)Começaram neste mês as coletas de água para o monitoramento inédito da qualidade dos rios em Santa Catarina. O serviço irá analisar amostras de 100ml a 200ml em 23 pontos espalhados pelo Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Norte e Sul do Estado. A expectativa<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_48d56f10927542ef9f514490882823b1%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_875%2Ch_581/e77cea_48d56f10927542ef9f514490882823b1%7Emv2.jpeg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/22/Santa-Catarina-inicia-projeto-in%C3%A9dito-para-monitorar-situa%C3%A7%C3%A3o-dos-rios</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/22/Santa-Catarina-inicia-projeto-in%C3%A9dito-para-monitorar-situa%C3%A7%C3%A3o-dos-rios</guid><pubDate>Fri, 22 Mar 2019 12:53:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Relatório das primeiras análises deve ser divulgado na próxima semana</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_48d56f10927542ef9f514490882823b1~mv2.jpeg"/><div>Luiz Ademir Thibes de Barros, técnico saneaento, e Adilson volkmann Jr., técnico ambiental, fazem coleta no rio Cubatão, em Palhoça(Foto: Leo Munhoz / Diário Catarinense)</div><div>Começaram neste mês as coletas de água para o monitoramento inédito da qualidade dos rios em Santa Catarina. O serviço irá analisar amostras de 100ml a 200ml em 23 pontos espalhados pelo Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Norte e Sul do Estado. A expectativa é que os primeiros resultados sejam divulgados até a próxima semana.</div><div>Assim como ocorre com o monitoramento de balneabilidade das praias, realizado em Santa Catarina há 30 anos, o projeto pretende iniciar um acompanhamento de longo prazo da situação dos rios. Serão analisados 21 parâmetros desde temperatura e nível de oxigênio, que estão relacionados diretamente com a possibilidade de vida aquática, até indicadores químicos como quantidade de metais e nutrientes.</div><div>Após a análise em laboratório, os dados devem ser publicados e servir de base para a criação de um planejamento de recursos hídricos para Santa Catarina. Algumas ações podem ser implementadas ainda neste ano como priorizar o saneamento básico em determinado município, mapear os locais no Estado em que a situação da água está mais crítica e controlar os resíduos despejados no rio por indústrias e agricultores.</div><div>O diretor de recursos hídricos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Bruno Henrique Beifuss, explica que o projeto não será utilizado para medir vazão ou potencial econômico dos rios catarinenses. O foco é coletar dados para manter e, idealmente, melhorar os parâmetros da água.</div><div>— Pela primeira vez a gente vai criar um levantamento sistemático que confirme a qualidade da água. Faz com que o Estado tenha um panorama completo para saber como agir nos pontos críticos, onde é necessário ter atenção maior em termos de saneamento, e também para criarmos ações mais efetivas para preservar os nossos recursos naturais.</div><div>A empresa contratada para fazer a coleta e análise das amostras é o Laboratório Beckhauser &amp; Barros (Labb), que atua na prestação de serviços de monitoramento ambiental. Conforme Bruno Henrique Beifuss, a ordem de serviço foi assinada em fevereiro e a empresa receberá R$ 300 mil para realizar o serviço durante os próximos cinco anos.</div><div>O contrato prevê que sejam executados ciclos a cada 90 dias, que incluem as fases de coleta de amostras, análise da água e divulgação dos resultados. Depois de março, há previsão do processo ser repetido em julho, setembro e dezembro de 2019.</div><div>Vale do Itajaí concentra maioria dos pontos de coleta</div><div>A região que terá o maior número de rios analisados neste ano será o Vale do Itajaí, com coletas em oito pontos espalhados pelos rios Itajaí-Açu, Itajaí do Sul, Itajaí do Norte, Itajaí do Oeste, Itajaí-Mirim e Benedito. Em seguida está a região Sul, que terá sete amostragens em diferentes rios que compõem as bacias hidrográficas de Tubarão, Araranguá e Urussanga.</div><div>Os cinco pontos de análise na região Norte se concentram na bacia hidrográfica do Itapocu, distribuindo as coletas entre os rios Itapocu, Piraí e Pitanga. Já a Grande Florianópolis será a região que terá menos amostragens nesta fase, com dois locais no rio Tijucas e um no rio Cubatão (veja mais detalhes no mapa).</div><div>O cronograma prevê que outros 17 pontos sejam adicionados ao monitoramento em 2019. A maior parte das coletas também estarão concentradas ao longo da bacia hidrográfica do rio Itajaí, com sete novos locais. Os outros estarão divididos entre as bacias de Biguaçu, Braço do Norte, Mampituba, Cubatão, D’Una, Madre, Tubarão e Camboriú.</div><div>Há uma série de parâmetros que foram utilizados para definir os pontos de coleta, de acordo com Bruno Henrique Beifuss. Entre os escolhidos estão locais com medidor de vazão, pontos críticos de controle, abastecimento público com recursos hídricos e afluentes que tem proximidade com grandes cidades. Ainda há outra diretriz que determina ao menos um ponto de coleta a cada mil quilômetros quadrados de área.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_c17881b955514cdd967e87976cd4851e~mv2.jpeg"/><div>Amostra foi armazenada em uma garrafa e levada para análise em laboratório(Foto: Leo Munhoz / Diário Catarinense)</div><div>Modelo também deve ser implementado na região Oeste</div><div>O contrato atual limita a análise para rios da faixa leste de Santa Catarina, começando em Taió, no Alto Vale do Itajaí, e seguindo até municípios litorâneos como Palhoça. Mas há previsão de que o serviço será ampliado também para as regiões da Serra, Meio-Oeste e Oeste do Estado ainda neste ano.</div><div>A Diretoria de Recursos Hídricos mapeou 60 pontos de coleta e encaminhou para avaliação da Agência Nacional de Águas, que determina as diretrizes do programa. A expectativa é que o processo de contratação desse novo contrato seja iniciado nos próximos meses e o monitoramento na região comece no segundo semestre de 2019.</div><div>Bruno Henrique Beifuss afirma que o projeto foi dividido em dois blocos pela diminuir os gastos com logística. Ele destaca que, se houvesse apenas um contrato para todo o Estado, a mesma empresa teria que fazer coletas do Litoral ao Extremo-Oeste durante uma semana e depois transportar todas as amostras para o mesmo local de análise.</div><div>Fonte: NSC Total</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitê Araranguá forma Grupo de Trabalho para mediação de conflitos</title><description><![CDATA[Membros atuarão em impasses pelo uso da água que sejam registrados na regiãoCom aprovação em assembleia na tarde desta quinta-feira, 21, o Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Mampituba criou um Grupo de Trabalho (GT) para atuar na mediação de conflitos pelo uso da água. Assim, passam a fazer parte dessas atividades, quatro representantes de entidades membro do Comitê, representando os setores da mineração, agricultura, poder público e sociedade civil organizada.Conforme<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_c184e6a08ff9471da7bfad987b4d1e80%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_494/e77cea_c184e6a08ff9471da7bfad987b4d1e80%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/22/Comit%C3%AA-Ararangu%C3%A1-forma-Grupo-de-Trabalho-para-media%C3%A7%C3%A3o-de-conflitos</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/22/Comit%C3%AA-Ararangu%C3%A1-forma-Grupo-de-Trabalho-para-media%C3%A7%C3%A3o-de-conflitos</guid><pubDate>Fri, 22 Mar 2019 12:50:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Membros atuarão em impasses pelo uso da água que sejam registrados na região</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_c184e6a08ff9471da7bfad987b4d1e80~mv2.jpg"/><div>Com aprovação em assembleia na tarde desta quinta-feira, 21, o Comitê da Bacia do Rio Araranguá e Afluentes Catarinenses do Mampituba criou um Grupo de Trabalho (GT) para atuar na mediação de conflitos pelo uso da água. Assim, passam a fazer parte dessas atividades, quatro representantes de entidades membro do Comitê, representando os setores da mineração, agricultura, poder público e sociedade civil organizada.</div><div>Conforme o presidente Luiz Leme, o Comitê Araranguá sentiu necessidade de criar esse GT diante da alta demanda por mediação de conflitos, bem como para agilizar e aprimorar os trabalhos desempenhados. “Muitas vezes a questão ficava centralizada em duas, três pessoas. Mas pensamos que seria melhor, conforme o tipo de conflito, termos pessoas que sejam relacionadas a determinada área, com olhos clínicos e técnicos para avaliar a situação”, explica.</div><div>Além disso, diante da ampliação da área de abrangência do Comitê, também, para os afluentes catarinenses do Rio Mampituba, a quantidade de trabalho deve aumentar. “Importante que tenhamos discutido isso bem na Semana da Água, uma vez que a nossa bacia é uma das que tem mais problemas relacionados a demandas de água de toda Santa Catarina, e quando há problemas, geralmente há mais conflitos. Contando com esses nomes do grupo, vai agilizar na resolução, colocando na mediação pessoas que conheçam as atividades que estão sendo debatidas, em seus diferentes setores”, completa o presidente.</div><div>Capacitação pela ANA</div><div>Os quatro membros do Grupo de Trabalho deverão passar por uma capacitação, nos próximos meses, com técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA), para que entendam totalmente o processo de mediação de conflitos, e como deve ser realizado.</div><div>“A intenção é que existam pessoas capacitadas, que sejam envolvidas nas mediações sempre que necessário”, finaliza a secretária Executiva do Comitê, professora Yasmine de Moura da Cunha.</div><div>Os quatro integrantes do GT são: Jessé Otto Freitas, da Agência Nacional de Mineração (ANM); Rômulo Tadeu Bitencourt, da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc); Lucas Brognoli Belletini, da Cooperativa de Irrigação de Jacinto Machado (Cooijam); e Jade Martins Colombi, da Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri).</div><div>Fonte: Comitê da Bacia do Rio Araranguá</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Igam acredita que é possível resgatar o Rio Paraopeba, atingido por rejeitos de barragem</title><description><![CDATA[Responsável pelo abastecimento de 2,3 milhões de pessoas, o Paraopeba se tornou, segundo integrantes da expedição da SOS Mata Atlântica, um 'rio morto, sem condição de vida aquática e do uso da água pela população'Rio Paraopeba visto de ponte em Brumadinho durante solenidade de um mês do rompimento da barragem: turbidez elevada denuncia estragos(foto: Edésio Ferreira/EM/DA Press - 25/2/19)Dominado pela turbidez, assolado pelos metais pesados e cenário de degradação por todo lado, o Rio Paraopeba<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_c4d5d45a3b9d47c38d476c1cfc505e13%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_583/e77cea_c4d5d45a3b9d47c38d476c1cfc505e13%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/18/Igam-acredita-que-%C3%A9-poss%C3%ADvel-resgatar-o-Rio-Paraopeba-atingido-por-rejeitos-de-barragem</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/18/Igam-acredita-que-%C3%A9-poss%C3%ADvel-resgatar-o-Rio-Paraopeba-atingido-por-rejeitos-de-barragem</guid><pubDate>Mon, 18 Mar 2019 11:43:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Responsável pelo abastecimento de 2,3 milhões de pessoas, o Paraopeba se tornou, segundo integrantes da expedição da SOS Mata Atlântica, um 'rio morto, sem condição de vida aquática e do uso da água pela população'</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_c4d5d45a3b9d47c38d476c1cfc505e13~mv2.jpg"/><div>Rio Paraopeba visto de ponte em Brumadinho durante solenidade de um mês do rompimento da barragem: turbidez elevada denuncia estragos(foto: Edésio Ferreira/EM/DA Press - 25/2/19)</div><div>Dominado pela turbidez, assolado pelos metais pesados e cenário de degradação por todo lado, o Rio Paraopeba não está morto, mas “impactado”, disse, ontem, a diretora-geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Marília Melo, sobre a situação do afluente do São Francisco mais de um após o rompimento da barragem da mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). “Não sabemos qual será o tempo para recuperar o Paraopeba, mas é possível”, disse Marília. O quadro, no entanto, é bem caótico na bacia hidrográfica, sendo um dos piores exemplos o Córrego Ferro Carvão, que, conforme disse ao Estado de Minas o secretário estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Germano Luiz Gomes Vieira, foi totalmente “soterrado”.</div><div>Nas edições de quarta-feira e de ontem do EM, foram divulgados os resultados da Expedição da Fundação SOS Mata Atlântica, que percorreu 2 mil quilômetros de estrada, ao longo de 21 municípios, para analisar a qualidade da água em 305 quilômetros do Rio Paraopeba afetados pelo rompimento da barragem da mineradora Vale. O relatório da expedição, apresentado em Brasília (DF), revela que a lama de rejeitos provocou um rastro de destruição ao longo do manancial, elevando o nível de metais pesados na água, que ficou imprópria para o consumo.</div><div>Responsável pelo abastecimento de 2,3 milhões de pessoas, incluindo habitantes da RMBH, <a href="https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2019/02/28/interna_gerais,1034405/lama-matou-o-rio-paraopeba-conclui-estudo-da-sos-mata-atlantica.shtml">o Paraopeba se tornou, segundo integrantes da expedição, realizada no período de 31 de janeiro a 9 de fevereiro, um “rio morto, sem condição de vida aquática e do uso da água pela população”</a>. À frente da instituição responsável pela gestão das águas, Marília afirma que “as metologias são diferentes tanto na coleta quanto na análise da água, com verificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro)”.</div><div>NOVOS PONTOS</div><div>Segundo a diretora do Igam, mais quatro pontos de monitoramento de qualidade da água serão instalados no Rio Paraopeba a fim de detectar o avanço da pluma (onda de rejeito de minério) no afluente do São Francisco, informou, ontem, a diretora-geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Marília Melo. Desta vez, os técnicos farão coleta e análise dentro e depois do reservatório de Três Marias, em Felixlândia, na Região Central, e também logo após a Usina Hidrelétrica de Retiro Baixo, entre Curvelo e Pompéu. No total, serão 22 pontos de monitoramento, pois a Copasa tem três e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) a mesma quantidade.”O material pode chegar, sim, a Três Marias”, admitiu, ontem, a diretora-geral do Igam, embora sem falar em datas.</div><div>Com as chuvas, a tendência é que os sedimentos depositados no córrego Ferro Carvão, que ficou destruído com a lama vazada da barragem da Mina Córrego do Feijão, da Vale, sejam revolvidos e carreados para a calha do Paraopeba. “Por enquanto, a pluma não chegou à Usina Hidrelétrica de Retiro Baixo, disse a diretora, explicando que, antes dessa unidade, o índice de turbidez extrapolou o limite de classe 2. Também foram além dos níveis aceitáveis o alumínio, o ferro dissolvido, o manganês, o chumbo e o mercúrio.</div><div>CADASTRAMENTO</div><div>A partir da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), de setembro 2010, o governo do estado, via portaria do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), divulgou as normas a serem aplicadas para garantir a integridade das barragens de água (irrigação, abastecimento, paisagismo ou simplesmente para matar a sede dos animais no campo). A resolução inclui Inspeção de Segurança Regular (ISR), Inspeção de Segurança Especial (ISE), Revisão Periódica de Segurança (RPSB), Plano de Segurança da Barragem (PSB) e Plano de Ação de Emergência (PAE).</div><div>“São medidas, em vigor desde quarta-feira e fundamentais para proteger os proprietários e as comunidades, pois há registros de rompimentos dessas barragens”, destaca a diretora-geral do Igam. “Devemos pensar que a água, se rompida a barragem, pode atingir casas, rodovias, enfim, há riscos para a população, embora elas estejam localizadas em áreas de vale e fundo de vale, e não no topo das montanhas.” A resolução exclui usinas hidrelétricas, empreendimentos industriais e de estruturas de contenção de rejeitos de atividade minerária. Marília esclarece que não foi a tragédia de rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, na Grande BH, há pouco mais de um mês, o ponto de partida para regulamentação da PNSB. “Já estávamos trabalhando nela havia um ano e meio, e ficou pronta uma semana antes da tragédia em Brumadinho.”</div><div>Minas tem cerca de 57 mil barragens de água, a maior parte na região do semiárido, com destaque para Norte do estado, e também o Noroeste, sendo 40 mil de menor porte com volume armazenado abaixo de 5 mil metros cúbicos. Para algumas estruturas, como as de 50 hectares (algo como 50 campos de futebol) torna-se necessário o licenciamento pelos órgãos competentes.</div><div>Um dos pontos da Portaria nº 2 do Igam se refere ao cadastramento, informa Marília. Portanto, atenção: até dia 28 de março, os proprietários de estruturas – com altura igual ou superior a 15 metros e capacidade total do reservatório maior ou igual a 3 milhões de metros cúbicos – deverão atender ao chamado das autoridades, que está no site <a href="http://www.igam.mg.gov.br/ges­tao-das-aguas/ca­das­tro-de-barragens">www.igam.mg.gov.br/gestao-das-aguas/cadastro-de-barragens</a>. O proprietário ou responsável que não cumprir a obrigação, está sujeito a multa aplicada pelo Igam.</div><div>Fonte: Jornal Estado de Minas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Agenda Política da Coordenação do FNCBH 2018</title><description><![CDATA[Download da Apresentação<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_248bf5d3b7234ea691151cf46c1a81af%7Emv2.jpg/v1/fill/w_420%2Ch_471/e77cea_248bf5d3b7234ea691151cf46c1a81af%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/12/Agenda-Pol%C3%ADtica-da-Coordena%C3%A7%C3%A3o-do-FNCBH-2018</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/12/Agenda-Pol%C3%ADtica-da-Coordena%C3%A7%C3%A3o-do-FNCBH-2018</guid><pubDate>Tue, 12 Mar 2019 06:16:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_248bf5d3b7234ea691151cf46c1a81af~mv2.jpg"/><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1jI7kknJ8d_v-hlnWQqUXPf27F0GKbfJI">Download da Apresentação</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Nota de Pesar - Falecimento da Srª. Maria Lúcia Góes Brito – “Mãe Lucia”</title><description><![CDATA[O Fórum Nacional de Comitês de Bacia Hidrográfica – FNCBH, manifesta com muita tristeza e pesar o falecimento da Srª. Maria Lúcia Góes Brito – “Mãe Lucia”, ocorrido no dia 04 de março de 2019, na segunda-feira, na cidade de Itabuna/BA. “Mãe Lúcia”, grande amiga, companheira, mulher guerreira, atuante na luta pelos direitos dos povos tradicionais e na defesa do meio ambiente e pelas nossas águas, também era membro atuante desse Fórum. Seu exemplo e memória serão guardados pelos que conviveram com<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_7f76f6b2f89b49a5a8444dcbfaec2c56%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/08/Nota-de-Pesar---Falecimento-da-Sr%C2%AA-Maria-L%C3%BAcia-G%C3%B3es-Brito-%E2%80%93-%E2%80%9CM%C3%A3e-Lucia%E2%80%9D</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/08/Nota-de-Pesar---Falecimento-da-Sr%C2%AA-Maria-L%C3%BAcia-G%C3%B3es-Brito-%E2%80%93-%E2%80%9CM%C3%A3e-Lucia%E2%80%9D</guid><pubDate>Fri, 08 Mar 2019 04:22:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_f0e6e0b0696540449cfbba993132c44a~mv2.jpg"/><div>O Fórum Nacional de Comitês de Bacia Hidrográfica – FNCBH, manifesta com muita tristeza e pesar o falecimento da Srª. Maria Lúcia Góes Brito – “Mãe Lucia”, ocorrido no dia 04 de março de 2019, na segunda-feira, na cidade de Itabuna/BA. “Mãe Lúcia”, grande amiga, companheira, mulher guerreira, atuante na luta pelos direitos dos povos tradicionais e na defesa do meio ambiente e pelas nossas águas, também era membro atuante desse Fórum. Seu exemplo e memória serão guardados pelos que conviveram com Mãe Lúcia e lembrado pelas futuras gerações.</div><div>À família enlutada, nossas mais sinceras condolências pela inestimável e repentina perda.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Governador sanciona PL que determina medidas mais rígidas para barragens em MG</title><description><![CDATA[A proposta aprovada detalha o processo de licenciamento ambiental e as exigências que devem ser atendidas para cada concessãoO governador de Minas, Romeu Zema, sancionou, nesta segunda-feira (25/2), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, o Projeto de Lei 3.676/16, mais conhecido como “Mar de Lama Nunca Mais”, que determina regras mais rígidas para a mineração do Estado. Entre os principais pontos do texto, que se transformou na Lei 23.291, de 25 de fevereiro de 2019, está a proibição da<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_70f3ca98aa2c473fb7c971309b0103b8%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_583/e77cea_70f3ca98aa2c473fb7c971309b0103b8%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/01/Governador-sanciona-PL-que-determina-medidas-mais-r%C3%ADgidas-para-barragens-em-MG</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/01/Governador-sanciona-PL-que-determina-medidas-mais-r%C3%ADgidas-para-barragens-em-MG</guid><pubDate>Fri, 01 Mar 2019 05:32:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_70f3ca98aa2c473fb7c971309b0103b8~mv2.jpg"/><div>A proposta aprovada detalha o processo de licenciamento ambiental e as exigências que devem ser atendidas para cada concessão</div><div>O governador de Minas, Romeu Zema, sancionou, nesta segunda-feira (25/2), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, o Projeto de Lei 3.676/16, mais conhecido como “Mar de Lama Nunca Mais”, que determina regras mais rígidas para a mineração do Estado. Entre os principais pontos do texto, que se transformou na Lei 23.291, de 25 de fevereiro de 2019, está a proibição da instalação de barragens a montante – mesmo tipo das estruturas que se romperam em Mariana, em 2015, e em Brumadinho, há exatamente um mês.</div><div>O projeto foi sancionado na íntegra, conforme aprovação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) na última sexta-feira (22/2), e exigirá regulamentação posterior do Executivo via decretos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad).</div><div>Em discurso, o governador afirmou que a sanção do projeto significa o fim das barragens a montante no estado e que Minas Gerais sai à frente de todo o país com a medida. “Gostaria de parabenizar a Assembleia Legislativa de Minas Gerais que, em exatos 30 dias, conseguiu aprovar essa lei tão importante para o nosso Estado. Isso demonstra que os parlamentares trabalharam com agilidade, de forma contundente, e hoje, exatos 30 dias da tragédia, nós temos condição de sancionar essa lei. Vale lembrar que houve colaboração do Ministério Público de Minas Gerais, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, do Tribunal de Justiça e da sociedade civil organizada”, ressaltou. “É uma lei que atende anseios da sociedade e vai ser integralmente sancionada por mim. Fico muito feliz de ver que estamos dando exemplo para o Brasil, pois somos o primeiro estado entre todos os entes da federação a sancionar uma lei nesses moldes”, completou.</div><div>Romeu Zema salientou que a norma define que as barragens que usam o método de alteamento a montante e que estão inativas terão que ser esvaziadas pelo empreendedor, enquanto as demais terão prazo de três anos para migrar para tecnologia alternativa. “Em três anos, como foi dito aqui, nenhuma barragem construída a montante existirá mais em Minas Gerais e, tenho certeza, nenhum sucessor meu vai enfrentar uma tragédia como a que ocorreu há um mês. A partir de agora, posso dizer que colocamos um ponto final nesse tipo de fato que realmente não pode mais acontecer. Que Brumadinho seja a última. É algo que vai fazer parte da história. Fico lisonjeado de ser o governador que participa desse momento”, concluiu.</div><div>O projeto sancionado também determina que a política estadual será feita de forma articulada com a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB), estabelecida pela Lei Federal 12.334, de 2010, e com as Políticas Nacional e Estadual de Meio Ambiente. O projeto sancionado pelo governador define que, na implementação da política, deverá ser observada a prevalência da norma mais protetiva ao meio ambiente e às comunidades potencialmente afetadas pelos empreendimentos. Além disso, estabelece que o licenciamento ambiental e a fiscalização de barragens em Minas Gerais competem aos órgãos e entidades do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), devendo ser realizados de forma articulada com a PNSB.</div><div>O texto aprovado também não permite emissão de licenças concomitantes para as diferentes fases do licenciamento ambiental. Para a construção, o funcionamento ou a ampliação das barragens, cada empreendimento deverá passar por três etapas de liberação: Licença Prévia (LP), Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO), além da apresentação preliminar do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (Rima).</div><div>A proposta aprovada detalha o processo de licenciamento ambiental e as exigências que devem ser atendidas para a concessão de cada licença. Entre as exigências, os empreendimentos precisam apresentar proposta de caução ambiental, com o propósito de garantir a recuperação socioambiental para casos de sinistro e para desativar a barragem; e apresentar planos de segurança da barragem e laudo de revisão do projeto da barragem, elaborado por especialista independente.</div><div>O texto define que o empreendedor é o responsável pela segurança da barragem. Além das obrigações previstas na legislação em geral, cabe ao empreendedor notificar o órgão fiscalizador da data de início e dimensões de ampliação ou eventuais obras de manutenção corretiva da barragem, assim como qualquer outra alteração na capacidade da estrutura.</div><div>Estabelece ainda que o descumprimento da lei sujeita os infratores às penalidades previstas na legislação ambiental, sem prejuízo de outras sanções administrativas, civis e penais. Também prevê que, em caso de desastre ambiental decorrente do descumprimento de dispositivo desta lei, o valor da multa administrativa poderá ser majorado em até mil vezes.</div><div>Do valor das multas aplicadas pelo Estado, em caso de infração às normas de proteção ao meio ambiente e aos recursos hídricos decorrente de rompimento de barragem, 50% serão destinados aos municípios atingidos pelo rompimento.</div><div>Presenças</div><div>Também participaram da cerimônia o vice-governador do Estado, Paulo Brant; os secretários de Estado de Governo, Custódio Mattos, e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Germano Vieira; o comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Giovanni Gomes da Silva; o chefe do Gabinete Militar do Governador e coordenador da Defesa Civil, coronel Evandro Borges; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, coronel Edgard Estevo; o advogado-geral do Estado, Sérgio Pessoa de Paula Castro; o procurador-geral de Justiça, Antônio Sérgio Tonet; a chefe de gabinete da Defensoria Pública de Minas Gerais, Raquel Gomes de Sousa da Costa Dias; os deputados estaduais Luiz Humberto Carneiro, João Vitor Xavier, Guilherme da Cunha e João Magalhães; e o prefeito de Mariana, Duarte Júnior.</div><div>Fonte: Agência Minas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Minas define critérios para segurança de barragens de água</title><description><![CDATA[Minas Gerais definiu os mecanismos de regulamentação da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) com a publicação, nesta quarta-feira, 27 de fevereiro, da Portaria nº 02 do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam). A norma regulamentou como serão aplicadas, dentre outras medidas, a Inspeção de Segurança Regular (ISR), a Inspeção de Segurança Especial (ISE), a Revisão Periódica de Segurança (RPSB), o Plano de Segurança da Barragem (PSB) e o Plano de Ação de Emergência (PAE) para as<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_4a06c8139e5d46c4b51490f9d787176a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/01/Minas-define-crit%C3%A9rios-para-seguran%C3%A7a-de-barragens-de-%C3%A1gua</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/01/Minas-define-crit%C3%A9rios-para-seguran%C3%A7a-de-barragens-de-%C3%A1gua</guid><pubDate>Fri, 01 Mar 2019 04:44:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Minas Gerais definiu os mecanismos de regulamentação da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) com a publicação, nesta quarta-feira, 27 de fevereiro, da Portaria nº 02 do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam). A norma regulamentou como serão aplicadas, dentre outras medidas, a Inspeção de Segurança Regular (ISR), a Inspeção de Segurança Especial (ISE), a Revisão Periódica de Segurança (RPSB), o Plano de Segurança da Barragem (PSB) e o Plano de Ação de Emergência (PAE) para as barragens de água localizadas no Estado.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_194e557061d040fb9fd39ad05e26d531~mv2.jpg"/><div>A Portaria Igam nº 02 dispõe sobre a regulamentação dos artigos 8, 9, 10, 11 e 12 da Lei n° 12.334, de 20 de setembro de 2010, que estabeleceu critérios para a fiscalização de barragens de usos múltiplos, exceto para fins de aproveitamento hidrelétrico, abrangidas pela PNSB. Os dispositivos da Portaria aplicam-se às barragens de usos múltiplos fiscalizadas pelo Igam, e que devem ter, entre suas características, altura do maciço maior ou igual a 15 metros, capacidade total do reservatório maior ou igual a 3 milhões de metros cúbicos e categoria de dano potencial associado médio ou alto. O gerente de Sistemas de Infraestrutura Hídrica do Igam, Walcrislei Vercelli Luz, explica que a classificação da barragem deve levar em conta as características técnicas, o estado de conservação, o Plano de Segurança da Barragem (PSB) e o Dano Potencial Associado (DPA). O Plano de Segurança da Barragem deverá ser elaborado, para barragens novas, antes do início do primeiro enchimento. Para as barragens já existentes, o Plano deve ser elaborado obedecendo os prazos estabelecidos no artigo 35, da Portaria Igam nº 2/2019 que são: para as barragens de Classe A, 1 ano; Classe B, 2 anos; e Classe C e D, 3 anos.</div><div>O Plano de Ação de Emergência (PAE) será exigido para barragens de Classes A e B, conforme a matriz de classificação constante do Anexo I da Portaria 2. O PAE é um documento técnico e de fácil entendimento elaborado pelo empreendedor, no qual estão identificadas as situações de emergência em potencial da barragem. Nele são estabelecidas as ações a serem executadas e definidos os agentes a serem notificados, com o objetivo de minimizar danos e perdas de vida.</div><div>As Inspeções Regular e Especial são atividades de responsabilidade do empreendedor. A Regular identifica e avalia as anomalias que afetem potencialmente as condições de segurança e de operação da barragem, bem como seu estado de conservação, devendo ser realizada no mínimo, uma vez por ano. Já a Especial visa avaliar as condições de segurança da barragem, devendo ser realizada por equipe multidisciplinar de especialistas nas fases de construção, operação e descomissionamento e também ocorrerá em outras situações específicas definidas na Portaria. “O Igam poderá exigir outra Inspeção de Segurança Regular ou Especial a qualquer tempo”, afirma Walcrislei Luz.</div><div>Walcrislei Luz explica que é importante observar as obrigações dos empreendedores após a publicação da Portaria. “Dentre outras atribuições, é papel dos empreendedores providenciar a elaboração do Plano de Ação de Emergência, manter equipe capacitadas para cumprimento do Plano de Ação de Emergência e participar de simulações de situações de emergência, em conjunto com prefeituras, Defesa Civil e população potencialmente afetada na Zona de Autossalvamento”, afirma.</div><div>A Zona de Autossalvamento (ZAS) é a região do vale a jusante da barragem em que se considera que os avisos de alerta à população são da responsabilidade do empreendedor, por não haver tempo suficiente para uma intervenção das autoridades competentes em situações de emergência”, observa Walcrislei Luz.</div><div><a href="http://www.igam.mg.gov.br/images/stories/2019/MAT%C3%89RIAS/FEVEREIRO/Passo_a_Passo_PORTARIA_SEGURAN%C3%87A_DE_BARRAGENS.pdf">Clique Aqui</a> e acesse o Passo a Passo sobre a Portaria que define critérios para segurança de barragens de Água.</div><div>Fonte: Ascom/Sisema</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitê do Banabuiú discute ações de planejamento e operação</title><description><![CDATA[Reunião foi durante a 61ª reunião ordinária do ComitêMembros do Comitê do Banabuiú reuniram-se nesta quarta-feira (27), para discutir algumas pautas de planejamento. Uma delas foi o projeto educativo “A Gotinha nossa de cada Água”. A publicação, produzida pela Secretaria de Recursos Hídricos (SRH), em parceria com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), faz parte do projeto educativo “SRH nas escolas”, que visa introduzir na metodologia escolar, para alunos do ensino fundamental,<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_4a06c8139e5d46c4b51490f9d787176a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/01/Comit%C3%AA-do-Banabui%C3%BA-discute-a%C3%A7%C3%B5es-de-planejamento-e-opera%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/01/Comit%C3%AA-do-Banabui%C3%BA-discute-a%C3%A7%C3%B5es-de-planejamento-e-opera%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Fri, 01 Mar 2019 04:37:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Reunião foi durante a 61ª reunião ordinária do Comitê</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_4a06c8139e5d46c4b51490f9d787176a~mv2.jpg"/><div>Membros do Comitê do Banabuiú reuniram-se nesta quarta-feira (27), para discutir algumas pautas de planejamento. Uma delas foi o projeto educativo “A Gotinha nossa de cada Água”. A publicação, produzida pela Secretaria de Recursos Hídricos (SRH), em parceria com a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), faz parte do projeto educativo “SRH nas escolas”, que visa introduzir na metodologia escolar, para alunos do ensino fundamental, conceitos sobre uso responsável da Água.</div><div>O encontro também destacou o planejamento do Comitê para o ano de 2019 e apresentou o balanço da operação realizada durante o segundo semestre de 2018, de acordo com as definições acordadas pelo colegiado.</div><div>A reunião teve a presença do prefeito de Quixeramobim, Clébio Pavone e do Secretário de relações institucionais da Casa Civil Nelson Martins.</div><div>A assembleia foi Coordenada pela diretoria do Comitê da Sub-Bacia Hidrográfica do Rio BAnabuiú, representada pelo presidente Hilmar Sérgio Pinto da Cunha, vice-presidente Chico Almir, secretário Cláudio Silva e secretário Adjunto Vicente Honorato. Estiveram presentes 36 instituições/membros e 14 convidados.</div><div>A Gerência Regional da COGERH-Quixeramobim esteve representada pelo gerente Paulo Ferreira, pelos Coordenadores Dayana Magalhaes e Luis César, pelos técnicos Ronilson Rodrigues, Michelly Setubal e Hugo Costa.</div><div>Fonte: COGERH - Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Winston Caetano, presidente do CBH Rio Paraopeba, destaca a importância do Comitê nas tomadas de decisões</title><description><![CDATA[O perigo é iminente. No Brasil, 45 barragens das mais de 24 mil existentes, apresentam risco de rompimento, segundo o último Relatório de Segurança de Barragens, publicado pela Agência Nacional de Águas (ANA), em 2018. O documento não esconde que outras bacias hidrográficas brasileiras estão ameaçadas. Com o objetivo de unir forças para exigir mudanças e evitar que aconteçam novas tragédias em outros estados do Brasil, como os provocados em Minas Gerais pela Samarco (2015) e o recente rompimento<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dcb0f74ee73f48dabff37af2e7242cdb%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_583/e77cea_dcb0f74ee73f48dabff37af2e7242cdb%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/02/22/Winston-Caetano-presidente-do-CBH-Rio-Paraopeba-destaca-a-import%C3%A2ncia-do-Comit%C3%AA-nas-tomadas-de-decis%C3%B5es</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/02/22/Winston-Caetano-presidente-do-CBH-Rio-Paraopeba-destaca-a-import%C3%A2ncia-do-Comit%C3%AA-nas-tomadas-de-decis%C3%B5es</guid><pubDate>Fri, 22 Feb 2019 05:46:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O perigo é iminente. No Brasil, 45 barragens das mais de 24 mil existentes, apresentam risco de rompimento, segundo o último Relatório de Segurança de Barragens, publicado pela Agência Nacional de Águas (ANA), em 2018. O documento não esconde que outras bacias hidrográficas brasileiras estão ameaçadas. Com o objetivo de unir forças para exigir mudanças e evitar que aconteçam novas tragédias em outros estados do Brasil, como os provocados em Minas Gerais pela Samarco (2015) e o recente rompimento da barragem da Vale na mina Córrego do Feijão.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_dcb0f74ee73f48dabff37af2e7242cdb~mv2.jpg"/><div>Para Winston Caetano, presidente do CBH Rio Paraopeba, o comitê age na ponta, junto com a população, e tem o papel de informá-la. Atualmente são 72 membros divididos em quatro segmentos (poder público estadual, municipal, usuários de água e sociedade civil) que conseguem ter um olhar mais próximo com relação as soluções mais apropriadas para a bacia.</div><div>“Em um momento desses eu espero que a gente esteja na ponta dessas decisões e das soluções a serem tomadas. Uma das nossas preocupações é agir para que aconteça o que aconteceu com o comitê do Rio Doce com o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG). O comitê ficou praticamente fora das decisões tomadas. E um comitê, até mesmo pela sua lei de criação, deve ser o protagonista da bacia. Nossa preocupação é de estar inserido no processo desde o início”, explica o presidente que se preocupa por ainda não ter recebido um retorno oficial dos órgãos em relação ao pedido contido no ofício.</div><div>Fonte: Comitê de Bacia do Rio São Francisco</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>MPF quer criação de comitê da Bacia do Rio Potengi para facilitar preservação</title><description><![CDATA[MPF quer criação de comitê da Bacia do Rio Potengi para facilitar preservaçãoNavio-Patrulha Amazonas passando pelo Rio Potengi em Natal — Foto: Foto: Marinha do BrasilO Ministério Público Federal ingressou com uma Ação Civil Pública para que o Estado do Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) e o Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) criem o Comitê da Bacia do Rio Potengi e elaborem seu Plano de Recursos Hídricos, em um prazo de no<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_4beb02cd340a467ba3ca2ecb369990d7%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_575/e77cea_4beb02cd340a467ba3ca2ecb369990d7%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/03/12/MPF-quer-cria%C3%A7%C3%A3o-de-comit%C3%AA-da-Bacia-do-Rio-Potengi-para-facilitar-preserva%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/03/12/MPF-quer-cria%C3%A7%C3%A3o-de-comit%C3%AA-da-Bacia-do-Rio-Potengi-para-facilitar-preserva%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Fri, 22 Feb 2019 05:45:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>MPF quer criação de comitê da Bacia do Rio Potengi para facilitar preservação</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_4beb02cd340a467ba3ca2ecb369990d7~mv2.jpg"/><div>Navio-Patrulha Amazonas passando pelo Rio Potengi em Natal — Foto: Foto: Marinha do Brasil</div><div>O Ministério Público Federal ingressou com uma Ação Civil Pública para que o Estado do Rio Grande do Norte, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) e o Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) criem o Comitê da Bacia do Rio Potengi e elaborem seu Plano de Recursos Hídricos, em um prazo de no máximo 60 dias. A intenção do MPF é dar mais ferramentas de proteção do rio.</div><div>Ainda de acordo com o Ministério Público, em funcionamento, o comitê permitirá uma melhor integração dos 19 municípios que compõem a bacia hidrográfica, além de facilitar a preservação do bioma, bem como garantir o melhor uso de suas águas.</div><div>A criação do comitê está prevista no planejamento da Semarh desde fevereiro de 2014, mas nunca saiu do papel. O MPF instaurou um inquérito civil em 2016 - a pedido da Organização Não Governamental Natureza Viva Mangue (Navima) – e desde então acompanhava as ações do poder público a respeito do assunto, porém não obteve resposta do Estado, ao longo de mais de dois anos de tramitação do inquérito.</div><div>“Diante do quadro, o caminho encontrado foi o de ingressar com a ação perante o poder Judiciário. O MPF ressalta que a criação do comitê e a elaboração do plano já estão previstos na legislação sobre a Política Nacional de Recursos Hídricos e tais instrumentos viriam consolidar a participação popular na gestão ambiental, permitindo a adoção de ações mais eficazes quanto à proteção do rio”, diz o Ministério Público.</div><div>“Em tempos sombrios de evidente descaso com o meio ambiente, com repercussões trágicas na vida de muitas pessoas, a exemplo dos recentes desastres ocorridos em Mariana e Brumadinho, é preciso reforçar a importância da atuação enérgica, preventiva e rigorosa dos entes políticos e órgãos ambientais no respeito às normas”, destaca Victor Mariz, o procurador da República autor da ação.</div><div>Para ele, “é fundamental que o Rio Potengi seja respeitado não somente por sua história, mas principalmente por sua importância ecológica, cultural e social”.</div><div>O Comitê deve ser composto por representantes do poder público, mas também por usuários e pela sociedade civil local. O MPF afirma que a entidade terá competência para aprovar a forma pela qual se dará o uso das águas. Também será responsável por acompanhar o plano de recursos hídricos, quando este for elaborado.</div><div>Rio Potengi</div><div>O Potengi possui aproximadamente 180 quilômetros de extensão e atravessa 19 municípios potiguares. Seu ecossistema é extremamente produtivo e nele habitam diversas espécies de peixes, caranguejos, ostras, camarões, sem contar toda a fauna. Natal cresceu ao lado de seu estuário e o curso d'água serviu até mesmo de primeiro aeroporto da cidade, possuindo ainda um grande potencial turístico a ser explorado.</div><div>Em julho de 2007, o Rio Potengi enfrentou um de seus maiores problemas da história, quando cerca de 40 toneladas de peixes foram encontrados mortos boiando em suas águas ou às suas margens. Atualmente, as marés chegam a adentrar mais de 20 quilômetros do rio , gerando preocupação no que diz respeito à salinização dos poços de água potável da Região Metropolitana de Natal.</div><div>Um relatório técnico-ambiental formulado pelo Ibama, no ano de 2009, resultado de uma fiscalização conjunta com o Idema, apontou a existência de vários empreendimentos e atividades poluidoras se desenvolvendo às margens do Potengi e de um de seus afluentes, o Jundiaí. Os fiscais identificaram um “alto número de irregularidades”, tendo o Ibama emitido 48 notificações, lavrado 34 autos de infração e expedido 25 termos de embargo/interdição.</div><div>A ação do MPF tramitará na Justiça Federal e o Ministério Público quer, também, a aplicação de multa diária de R$ 1 mil à governadora, ao secretário da Semarh e ao diretor do Igarn, em caso de descumprimento das medidas.</div><div>Fonte: G1 RN</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Minas define critérios para segurança de barragens de água</title><description><![CDATA[O perigo é iminente. No Brasil, 45 barragens das mais de 24 mil existentes, apontam risco de rompimento, segundo o último Relatório de Segurança de Barragens, publicado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 2018. O documento não esconde que outras bacias hidrográficas brasileiras estão ameaçadas. Com o objetivo de unir forças para exigir mudanças e evitar que aconteçam novas tragédias em outros Estados do Brasil, como os provocados em Minas Gerais pela Samarco (2015) e o recente rompimento da<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_289963d3be5649ecb2e96a8425a675d2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_481/e77cea_289963d3be5649ecb2e96a8425a675d2%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/02/15/Minas-define-crit%C3%A9rios-para-seguran%C3%A7a-de-barragens-de-%C3%A1gua</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/02/15/Minas-define-crit%C3%A9rios-para-seguran%C3%A7a-de-barragens-de-%C3%A1gua</guid><pubDate>Fri, 15 Feb 2019 04:48:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_289963d3be5649ecb2e96a8425a675d2~mv2.jpg"/><div>O perigo é iminente. No Brasil, 45 barragens das mais de 24 mil existentes, apontam risco de rompimento, segundo o último Relatório de Segurança de Barragens, publicado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em 2018. O documento não esconde que outras bacias hidrográficas brasileiras estão ameaçadas. Com o objetivo de unir forças para exigir mudanças e evitar que aconteçam novas tragédias em outros Estados do Brasil, como os provocados em Minas Gerais pela Samarco (2015) e o recente rompimento da barragem da Vale na mina Córrego do Feijão, os comitês de bacias hidrográficas de todo país estiveram em Belo Horizonte, nos dias 12 e 13 de fevereiro, para 58º Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas.</div><div>Na presença de representantes do governo estadual, federal, do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o presidente do Fórum Nacional de Comitê de Bacias, Hildebrando Buch, o presidente do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas (FMCBH) e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas), Marcos Vinícius Polignano, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba (CBH Rio Paraopeba), Winston Caetano de Souza, a ativista ambiental do Movimento Pelas Serras e Águas de Minas Gerais, Maria Tereza Corujo e os integrantes de comitês de todo país trouxeram à luz suas preocupações e propostas para medidas urgentes que devem ser cobradas do poder público.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_5e0a7e3253024e8ba549da6810e7452d~mv2.jpg"/><div> Mesa debateu os riscos das barragens de rejeito de Minas Gerais. Crédito: Michelle Parron</div><div>Foram propostos e elaborados documentos que questionam os procedimentos adotados atualmente nos licenciamentos ambientais para mineração; que cobram o esclarecimento da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Agência Nacional de Mineração (ANM) sobre a real situação das barragens em todo território nacional; que pedem o posicionamento de deputados e senadores com relação a criação e participação efetiva dos mesmos nas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) relacionadas à mineração; que exigem a criminalização da Vale pelo desastre ambiental com a barragem que se rompeu em Brumadinho (MG); que demandam a participação do CBH Rio Paraopeba no gabinete de crise para tomada de decisões à respeito da tragédia causada pela Vale na calha do rio.</div><div>“O Fórum Nacional de Comitês está aqui em Belo Horizonte, conjuntamente com o Fórum Mineiro, contribuindo nas propostas e nos encaminhamentos. Nossa maior preocupação agora é a recuperação e revitalização do rio Paraopeba e não vamos aceitar que o comitê do Paraopeba fique de fora de todas as discussões da revitalização e recuperação do rio”, afirma Hildebrando Bush, presidente do Fórum Nacional de Comitê de Bacias.</div><div>Bacias em alerta</div><div>Após o desastre com a lama de rejeitos que invadiu o rio Paraopeba, a bacia hidrográfica do rio São Francisco, curso d’água que percorre 2.300 km por cinco estados brasileiros, entrou em alerta. E não é para menos. São quase 200 km do Paraopeba que estão intoxicados com a queda da barragem Mina Córrego do Feijão, o que impossibilita o uso da água que está indo em direção ao São Francisco. “Temos uma intoxicação que é crônica e a gente entende que esse problema não diz respeito somente a Minas Gerais. É um evento nacional, já que compromete a bacia do São Francisco. E estamos aqui no Fórum de Comitês para trazer essa dimensão”, relata o presidente do FMCBH e do CBH Rio das Velhas, Marcus Vinicius Polignano, sobre a importância da presença dos outros comitês no Fórum para colaborarem neste processo.</div><div>Anivaldo Miranda, presidente do CBHSF, cuja bacia é responsável por abastecer 70% da região Nordeste do Brasil, preocupa-se com as águas que vão chegar no lago de Três Marias, local onde o rio Paraopeba deságua no São Francisco. “Um desastre como esse, que comprometeu um rio de grandes dimensões e da importância como é o Paraopeba, afeta todo mundo. Nós estamos preocupados porque há outras barragens que, se desmoronarem, poderão atingir o São Francisco com muito mais gravidade e não podemos correr esse risco”, alerta o presidente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_48b47bb70b064988922b2849730bc270~mv2.jpg"/><div>Presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda (à esquerda). Presidente do CBH Rio das Velhas, Marcus Vinícius Polignano. Crédito: Michelle Parron e Ohana Padilha</div><div>Monitoramento revela instabilidade dos rejeitos</div><div>Responsável por realizar o monitoramento diário das condições da água do Paraopeba, seu nível de contaminação mineral e a velocidade com que o rejeito avança pelo curso d’água, todos os dias o IGAM (Instituto Mineiro de Gestão das Águas) publica em seu site a evolução dessas análises. Segundo Marília Carvalho de Melo, diretora geral do órgão, como a barragem não estava em operação desde 2016, o rejeito apresentava uma consistência mais seca, o que está provocando um movimento mais lento pela calha do rio. Mesmo assim, as notícias do IGAM não são otimistas: “a gente viu que não estava caminhando tão rápido e que mais pra frente a turbidez desaparecia, só que esses sólidos não desaparecem, eles estão sendo depositados no fundo do rio e temos que avaliar, com cuidado, como isso vai permanecer ao longo do tempo, porque com chuvas maiores esse rejeito pode ser revolvido e voltar a aparecer na água”, explica a diretora.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_441ad566b43a4aaa806908f9670e24da~mv2.jpg"/><div>Marília Melo, diretora geral do IGAM, fala sobre o monitoramento de água em trechos do rio Paraopeba. Crédito: Ohana Padilha</div><div>Em relação aos metais presentes nas análises da água, o IGAM explica que foram encontrados ferro, manganês e alumínio que são característicos do próprio rejeito. Nos primeiros 20 km, após o rompimento da barragem, a preocupação do órgão foi por ter encontrado mercúrio, cromo e chumbo, informação que foi levada a Secretaria de Estado de Saúde e motivou que o Estado suspendesse o uso de água bruta ao longo do Paraopeba até o município de Pará de Minas. Alguns metais já não aparecem mais nas últimas amostras, mas o chumbo permanece.</div><div>CBH Rio Paraopeba no centro das decisões</div><div>Preocupados com as decisões tomadas em esfera pública com relação a recuperação da bacia do rio Paraopeba, os presidentes do CBH Rio Paraopeba, do CBH Rio das Velhas e do CBH Rio São Francisco elaboraram um ofício, ainda no dia 28 de janeiro, endereçado ao MPMG, ao atual governador do Estado, Romeu Zema, à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad) e ao IGAM, solicitando que o comitê do Paraopeba integrasse as discussões e decisões sobre revitalização da bacia.</div><div>Para Winston Caetano, presidente do CBH Rio Paraopeba, o comitê age na ponta, junto com a população, e tem o papel de informá-la. Atualmente são 72 membros divididos em quatro segmentos (poder público estadual, municipal, usuários de água e sociedade civil) que conseguem ter um olhar mais próximo com relação as soluções mais apropriadas para a bacia.</div><div>“Em um momento desses que é a construção do nosso Plano Diretor [de Recursos Hídricos], eu espero que a gente esteja na ponta dessas decisões e das soluções a serem tomadas. Uma das nossas preocupações é agir para que não aconteça o que aconteceu com o comitê do Rio Doce com o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana. O comitê ficou, praticamente, fora das decisões tomadas. E um comitê, até mesmo pela sua lei de criação, deve ser o protagonista da bacia. Nossa preocupação é de estar inserido no processo desde o início”, explica o presidente que se preocupa por ainda não ter recebido um retorno oficial dos órgãos em relação ao pedido contido no ofício.</div><div>Moradores do lago de Três Marias querem urgência da Vale e do poder público</div><div>Para conter a ansiedade e esclarecer os moradores dos municípios no entorno do lago de Três Marias, que seguem preocupados com os impactos da chegada dos rejeitos da queda da barragem da Vale em Brumadinho, o CBHSF organizou, no dia 4 de fevereiro, um encontrou em Felixlândia que os prefeitos representando os municípios da região, piscicultores, pescadores, agricultores, comunidades tradicionais, ribeirinhos, empresas de abastecimento, usuários e a sociedade civil para que o poder público e a empresa Vale prestassem esclarecimentos à população.</div><div>Na oportunidade, foi gerada a Carta de Felixlândia, que cobra da Vale ações imediatas de monitoramento e contenção dos contaminantes, com uso da melhor tecnologia nacional e internacional para impedir a pluma de rejeitos que se desloca pelo rio Paraopeba. Também solicita um plano alternativo como a construção de diques ou barreiras filtrantes a jusante da usina Retiro Baixo para evitar que o material contaminado chegue à represa de Três Marias. E o apoio do governo federal (ANA, Codevasf), do governo estadual (SEMAD, IGAM), do Ministério Público Federal, do Ministério Público Estadual, e também aos poderes constituídos, para que atentem a recorrente problema com barragens e com a impunidade dos crimes ambientais.</div><div>“Hoje, em Três Marias, há uma grande preocupação. Só no lago oito cidades dependem do turismo e da psicultura, sem contar com as atividades agrícolas. Essa gente está super preocupada. O que aconteceu em Mariana e Brumadinho pode se repetir e envolve a bacia do São Francisco. Olha quantas barragens nos temos no rio das Velhas, no rio Paraopeba e em Paracatu. Se algo como isso acontece em Paracatu, por exemplo, adeus São Francisco. Nossa responsabilidade é muito grande e pede ações de todas as frentes”, explica Altino Rodrigues Neto, integrante do CBHSF na região do Alto São Francisco.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_a32992709025452194a4734a07e0aa56~mv2.jpg"/><div>Altino Rodrigues Neto, integrante do CBHSF na região do Alto São Francisco (à esquerda). Winston Caetano, presidente do CBH Rio Paraopeba (à direita). Crédito: Michelle Parron e Ohana Padilha</div><div>“Será que vai ter que matar todos os nossos rios e 100 mil pessoas para que o setor minerário pare?”</div><div>Durante o encontro do Fórum Mineiro de Comitês de Bacias Hidrográficas, os participantes entenderam que é de fundamental importância pressionar o Congresso Nacional sobre a mudança na legislação ambiental atual. Ao contrário de se flexibilizar as leis, é preciso tomar medidas mais efetivas e mudanças estruturantes com relação ao procedimento adotado para licenciamento de barragens.</div><div>Representante da sociedade civil na câmara técnica do Conselho Ambiental de Minas Gerais e integrante do Movimento pelas Serras e Águas de Minas Gerais, Maria Tereza Corujo, a Teca, acompanha os licenciamentos e a situação das barragens no estado de perto. A ativista relembra que, após o rompimento da Samarco, ela e muitos outros tinham a esperança de que aquele evento seria um divisor de águas na forma de tratamento da mineração como atividade econômica, mas isso não aconteceu. “Nós ficamos três anos testemunhando a impunidade, a não mudança das normas e um gravíssimo retrocesso das nossas normas ambientais. Será que vai ter que matar todos os nossos rios e 100 mil pessoas para que o setor minerário pare?”, desabafa a ativista.</div><div>Para Polignano, presidente do FMCBH e do CBH Rio das Velhas, é fundamental a mudança na legislação de segurança barragens. “O que nós queremos é que se mude a legislação em nível nacional, que se instale as CPIs no Senado e na Câmara Federal, para que se apure não só as responsabilidades, mas as fragilidades todas da legislação que permitiram que essa situação criminosa acontecesse em Minas Gerais”, afirma.</div><div>No próximo encontro do Fórum Nacional de Comitês de Bacia que será realizado em Fortaleza (CE), o presidente do FNCB, Hildebrando Bush, explica que a proposta é que se monte um grupo de trabalho que irá até o Congresso Nacional para discutir a legislação a respeito dos barramentos. “Há muita flexibilização nessa lei e não podemos deixar isso acontecer, porque são vidas que morrem, são animais que morrem, é a biodiversidade que morre e é um leito do rio que está morrendo”, aponta.</div><div>Maria Tereza Corujo, a Teca, representante do Conselho Ambiental de Minas Gerais e integrante do Movimento pelas Serras e Águas de Minas Gerais (à esquerda). Hideraldo Bush, presidente do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas. Crédito: Michelle Parron e Ohana Padilha</div><div>O presidente do CBHSF, Anivaldo Miranda, completa que durante o Fórum Nacional também será feita a proposta para que os comitês apelem para que Rodrigo Maia, atual presidente da Câmara, analise todos os projetos de lei que tratam da questão da segurança de barragens. “Esperamos que se crie uma comissão para analisar esses projetos que estão tramitando e que a gente tenha, de forma mais célere, uma legislação que seja cumprida e que evite novos eventos como este. O Brasil não pode se dar o luxo de, todo ano, perder um ecossistema, além das vidas humanas”, explica Miranda.</div><div>Fonte: CBH Rio das Velha</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ministério Público firma compromisso de integrar Comitês nas tomadas de decisões da recuperação da bacia do Rio Paraopeba</title><description><![CDATA[Preocupados em como se dará o processo de recuperação da bacia hidrográfica do rio Paraopeba, após o desastre ambiental em Brumadinho (MG), os presidentes do Fórum Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), Hideraldo Bush, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, do Comitê da Bacia do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas) e do Fórum Mineiro de Bacias Hidrográficas (FMBH), Marcus Vinícius Polignano e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/02/07/Minist%C3%A9rio-P%C3%BAblico-firma-compromisso-de-integrar-Comit%C3%AAs-nas-tomadas-de-decis%C3%B5es-da-recupera%C3%A7%C3%A3o-da-bacia-do-Rio-Paraopeba</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/02/07/Minist%C3%A9rio-P%C3%BAblico-firma-compromisso-de-integrar-Comit%C3%AAs-nas-tomadas-de-decis%C3%B5es-da-recupera%C3%A7%C3%A3o-da-bacia-do-Rio-Paraopeba</guid><pubDate>Thu, 07 Feb 2019 05:01:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Preocupados em como se dará o processo de recuperação da bacia hidrográfica do rio Paraopeba, após o desastre ambiental em Brumadinho (MG), os presidentes do Fórum Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH), Hideraldo Bush, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, do Comitê da Bacia do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas) e do Fórum Mineiro de Bacias Hidrográficas (FMBH), Marcus Vinícius Polignano e do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba (CBH Rio Paraopeba), Winston Caetano de Souza, se reuniram com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) na última sexta-feira (01) em Belo Horizonte (MG). O principal objetivo da reunião foi defender, prioritariamente, a inserção do CBH Rio Paraopeba no grupo de trabalho que vai atuar em todo processo de revitalização da bacia e obter mais informações sobre o trabalho do órgão frente ao caso.</div><div>O promotor de justiça Francisco Chaves Generoso, que atua como coordenador regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias dos rios das Velhas e Paraopeba, explicou que o MPMG está operando em três frentes: reparação ambiental, tratamento socioeconômico, apuração e responsabilização. Atuação que já começou no dia da tragédia com o bloqueio de valores da Vale. “Depois da experiência da Samarco [empresa responsável pela queda da barragem do Fundão em Mariana (MG)] sabíamos que era preciso ter serenidade e organização. Já na sexta-feira, a primeira coisa feita foi o bloqueio de alguns valores para que pudêssemos fazer frente as perícias e as contenções mais emergenciais. O mesmo foi feito para a equipe socioeconômica, garantindo valores para as vítimas. E, imediatamente, iniciamos as investigações no campo criminal.”, explica o promotor.</div><div>Para analisar os riscos quanto a estabilidade das estruturas remanescentes da mineradora, o promotor esclareceu que há uma equipe de renome internacional em campo, que atuou, inclusive, na reconstrução do Pentágono após os ataques de 11 de setembro nos Estados Unidos e no Complexo Germano, da Samarco, após o desastre em Mariana (MG). O trabalho da equipe é analisar, sobretudo, a estrutura da barragem 6, composta por água e rejeitos, que apresentava risco eminente. De acordo com Generoso, para que haja uma contenção de forma efetiva, a equipe de auditoria já recomendou que seja instalado um dique não só na confluência com Paraopeba, mas também no site da mineradora. “Segundo o que a equipe informou, a capacidade de retenção da [hidrelétrica] Retiro Baixo é boa, então estamos com a expectativa de que a pluma não atinja o rio São Francisco. É claro que é muito cedo para falar”, relata.</div><div>Mesmo com todas as medidas de contenção e reparação que estão em andamento, o presidente do CBH Rio das Velhas e do FMBH, Marcus Vinícius Polignano, acredita que o Ministério Público tem o dever de obrigar a Vale a falar sobre qual era a composição do rejeito que invadiu o rio Paraopeba. “A preocupação é de que a Vale fale a verdade. Dizer o que tem realmente de conteúdo nesses sedimentos e nessas barragens que futuramente vão começar a aparecer. No caso do rio Doce foram encontrados metais pesados no fundo do rio”, explica Polignano. Para acompanhar e cobrar a atuação da Vale e a transparência nas tomadas de decisões, o CBH Rio das Velhas decidiu criar um gabinete de crise da sociedade civil, que funcionará na sede do Comitê em Belo Horizonte (MG).</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_91601bb6cdcd4f53ba80597835e1cb68~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_7220609f8f274a0ea22e4050a979a70e~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_0e7fe541b8974f388e85d949650b70ba~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_35f8e8792f8740809e7dab244a5baf78~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_1cae654f504442c29d7b28deda6ce5de~mv2.jpg"/></div><div>Maior participação do CBH Rio Paraopeba e dos outros Comitês de bacia</div><div>O principal motivo que levou os presidentes dos Comitês ao encontro do Ministério Público foi para pleitear que o órgão integrasse os CBH Rio Paraopeba na equipe de trabalho que atuará na revitalização da bacia do rio Paraopeba. “Mesmo com a fraca estrutura que temos, estamos recebendo o apoio dos Comitês do São Francisco, do Velhas e do Fórum Mineiro e Nacional e entendemos que é de extrema importância que o Comitê faça parte das tomadas de decisões”, relata o presidente do CBH Rio Paraopeba, Winston Caetano de Souza.</div><div>O presidente do FNCBH, Hideraldo Bush, reforça o pedido de integração do CBH Rio Paraopeba ao MPMG, alegando que o Comitê tem experiência com a situação da bacia atingida e poderá contribuir muito com o processo de recuperação. “Peço que o Ministério Público não deixe o Comitê fora de qualquer discussão sobre recuperação da bacia. O comitê é que sabe do problema por dentro. Se a promotoria for criar um grupo de trabalho, o CBH Rio Paraopeba tem que estar junto”. Como forma de apoio dos outros Comitês ao CBH Rio Paraopeba, Bush explica que será realizado um termo de cooperação entre o CBHSF e o CBH Rio Paraopeba, que possibilitará não só apoio estrutural, como também financeiro para a revitalização da bacia.</div><div>Sendo o rio Paraopeba um dos importantes afluentes rio São Francisco, Anivaldo Miranda, presidente do CBHSF, também manifestou interesse em participar deste momento de estabilização e contenção do Paraopeba. “Se você fere a biodiversidade de um dos afluentes, você fere todo um ecossistema”, explica o presidente do CBHSF.</div><div>O promotor do MPMG, Generoso, garantiu que, ainda que a responsabilidade de resolver o problema, reparar os danos e apresentar um plano de recuperação seja da Vale, proprietária da barragem, o poder de decisão e execução passará pelos comitês que terão a oportunidade de aprovar, deliberar, concordar, discordar e corrigir esse plano. “O compromisso que eu posso fazer é de que as tomadas de decisões e discussões a respeito do destino da bacia vão ser compartilhadas e tratadas com vocês”, esclarece o promotor.</div><div>Durante a reunião, os presidentes do CBHSF e CBH Rio das Velhas convidaram o MPMG para participar de duas agendas com a sociedade. O intuito é que o Ministério Público possa esclarecer a população sobre como está atuando no caso de Brumadinho. A primeira, convocada pelo CBHSF, será nesta segunda-feira (4) em Felixlândia com a presença do Ministério Público Federal, do Instituto Mineiro de Gestão de Águas (IGAM) e da Agência Nacional de Águas (ANA) que irão compartilhar informações sobre a atual qualidade da água do Paraopeba. A segunda agenda será uma reunião conjunta do Fórum Nacional e Fórum Mineiro de Comitês, nos dias 12 e 13 de fevereiro, em Belo Horizonte (MG), que prevê a participação de 36 comitês. Mais informações sobre as reuniões podem ser verificadas nos sites do CBHSF e CBH Rio das Velhas.</div><div>Fonte: CBH Rio das Velhas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Mensagem do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas sobre a Tragédia de Brumadinho</title><description><![CDATA[Foto: Corpo de Bombeiros/DivulgaçãoO Fórum Nacional de CBHs vem a público manifestar sua solidariedade às vítimas desta tragédia social, ambiental e econômica no município de Brumadinho em Minas Gerais. Neste momento, o FNCBH acompanhá às ações de socorro às vítimas e de apoio à população atingida na bacia do Rio Paraopeba. Passada a fase crítica e urgente, o FNCBH buscará contribuir com as avaliações dos impactos sociais, ambientais e econômicos desta que poderá ser uma tragédia maior do que<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_7f76f6b2f89b49a5a8444dcbfaec2c56%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2019/01/26/Mensagem-do-F%C3%B3rum-Nacional-de-Comit%C3%AAs-de-Bacias-Hidrogr%C3%A1ficas-sobre-a-Trag%C3%A9dia-de-Brumadinho</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2019/01/26/Mensagem-do-F%C3%B3rum-Nacional-de-Comit%C3%AAs-de-Bacias-Hidrogr%C3%A1ficas-sobre-a-Trag%C3%A9dia-de-Brumadinho</guid><pubDate>Sat, 26 Jan 2019 03:18:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_7fbc5cf2508b4a93af0db5e44b4da0d2~mv2.jpg"/><div>Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação</div><div>O Fórum Nacional de CBHs vem a público manifestar sua solidariedade às vítimas desta tragédia social, ambiental e econômica no município de Brumadinho em Minas Gerais. Neste momento, o FNCBH acompanhá às ações de socorro às vítimas e de apoio à população atingida na bacia do Rio Paraopeba. Passada a fase crítica e urgente, o FNCBH buscará contribuir com as avaliações dos impactos sociais, ambientais e econômicos desta que poderá ser uma tragédia maior do que foi em Mariana. O FNCBH procurará contribuir incansavelmente em todas as esferas pertinentes para que as ações de segurança de barragens instituídas na Política Nacional de Segurança de Barragem, discutidas nos Conselhos Nacional e Estadual de Recursos Hídricos, nos Comitês de Bacia Hidrográfica e na sociedade sejam de fato efetivadas na prática. O FNCBH, representado pelo seu Coordenador, estará toda a semana em Belo Horizonte. Em conjunto com o Fórum Mineiro de CBHs, com o CBH do Rio Paraopeba, CBH Rio das Velhas, demais afluentes do Rio São Francisco e com Agência Peixe Vivo, participará das atividades vinculadas ao desastre, tais como reuniões, atos públicos e incluindo uma visita técnica em Brumadinho.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Comitês de Bacias Hidrográficas recebem equipamentos e páginas na web</title><description><![CDATA[Fortalecimento dos comitês busca aumentar a participação da sociedade na gestão dos recursos hídricos.Os comitês receberam kits com computador, projetor multimídia e câmera fotográficaDA REDAÇÃO - Os Comitês de Bacias Hidrográficas de Mato Grosso receberam nesta semana computador e projetor multimídia. Os grupos também dispõem de página na internet para dar transparência às ações de cada comitê, permitindo a contribuição e participação da comunidade de cada bacia. A entrega foi realizada durante<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_7f76f6b2f89b49a5a8444dcbfaec2c56%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2018/12/28/Comit%C3%AAs-de-Bacias-Hidrogr%C3%A1ficas-recebem-equipamentos-e-p%C3%A1ginas-na-web</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2018/12/28/Comit%C3%AAs-de-Bacias-Hidrogr%C3%A1ficas-recebem-equipamentos-e-p%C3%A1ginas-na-web</guid><pubDate>Fri, 28 Dec 2018 02:47:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Fortalecimento dos comitês busca aumentar a participação da sociedade na gestão dos recursos hídricos.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_7f76f6b2f89b49a5a8444dcbfaec2c56~mv2.jpg"/><div>Os comitês receberam kits com computador, projetor multimídia e câmera fotográfica</div><div>DA REDAÇÃO - Os Comitês de Bacias Hidrográficas de Mato Grosso receberam nesta semana computador e projetor multimídia. Os grupos também dispõem de página na internet para dar transparência às ações de cada comitê, permitindo a contribuição e participação da comunidade de cada bacia. A entrega foi realizada durante reunião do Fórum Estadual dos Comitês de Bacias Hidrográfica, realizado no auditório do Parque Massairo Okamura, em Cuiabá. Durante o encontro, o superintendente de Recursos Hídricos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), Murilo Covezzi, lembrou que os compromissos assumidos estão sendo cumpridos para o fortalecimento dos comitês. O kit de equipamentos, que também inclui uma câmera fotográfica, entregue em junho deste ano, foram adquiridos com recursos do Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão) em parceria com a Agência Nacional das Águas (ANA). Para o representante e um dos membros fundadores do Comitê Hidrográfico do Rio Cabaçal, José Aparecido Macedo, os equipamentos irão auxiliar na realização das reuniões dos comitês, para apresentação de dados e informações, e também na rotina das atividades. Os dispositivos ficaram sob a responsabilidade das regionais da Sema no interior do Estado ou na própria sede na capital mato-grossense, como é o caso dos comitês de Bacia Hidrográfica CBH dos Ribeirões Sapé e Várzea Grande (Covapé) e do Rio Cuiabá.</div><div>Transparência<div>Os comitês também dispõem de páginas na internet para divulgação dos trabalhos e diálogo com a sociedade. Os sítios eletrônicos foram desenvolvidos pelo analista de meio ambiente, Leandro Bruno, em uma plataforma gratuita. “O objetivo é que os comitês tenham autonomia para gerenciar e divulgar as próprias informações. Dessa forma, a sociedade pode acompanhar as ações e ter uma atitude mais participativa na gestão compartilhada dos recursos hídricos”, explica o servidor da coordenadoria de Ordenamento Hídrico. Os comitês possuem formação tripartite, ou seja, poder público, usuários dos recursos hídricos e entidades do terceiro setor possuem o mesmo peso e número de cadeiras. Cada comitê define o número de participantes, desde que respeitada a paridade, e cabe ao grupo opinar sobre quais serão os usos prioritários para a água daquela bacia hidrográfica, podendo elencar as mais diversas atividades como abastecimento público, turismo, irrigação, empreendimentos energéticos, entre outros Ao todo, Mato Grosso possui 10 Comitês de Bacias Hidrográficas, que abrangem 82 municípios, totalizando uma cobertura de aproximadamente 60% do Estado. “As pessoas que moram na região e fazem uso daquela água são as mais indicadas para dizer como deve ser a gestão do recurso hídrico. Vemos esse processo de fortalecimento dos comitês como uma ação de descentralização que vai permitir que o cidadão participe das decisões, compartilhando as responsabilidades sobre o uso dos recursos hídricos”, explica André Baby, secretário de Estado de Meio Ambiente.</div></div><div>Seguem os endereços das páginas que estão disponíveis:</div><div>Comitê da Bacia Hidrográfica dos Ribeirões Várzea Grande e Sapé</div><div><a href="https://cbhcovape.wixsite.com/comites">https://cbhcovape.wixsite.com/comites</a></div><div>Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba</div><div><a href="https://cbhsepotuba.wixsite.com/comites">https://cbhsepotuba.wixsite.com/comites</a></div><div>Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio São Lourenço</div><div><a href="https://cbhsaolourenco.wixsite.com/website">https://cbhsaolourenco.wixsite.com/website</a></div><div>Comitê da Bacia Hidrográfica dos Afluentes da Margem Direita do Alto Teles Pires </div><div><a href="https://cbhaltotelespiresm.wixsite.com/comites">https://cbhaltotelespiresm.wixsite.com/comites</a></div><div>Comitê de Bacia Hidrográfica dos Afluentes do Médio Teles Pires</div><div><a href="https://cbhmediotelespires.wixsite.com/comites">https://cbhmediotelespires.wixsite.com/comites</a></div><div>Comitê de Bacia Hidrográfica dos Afluentes da Margem Esquerda do Baixo Teles Pires</div><div><a href="https://cbhbaixotelespires.wixsite.com/comites">https://cbhbaixotelespires.wixsite.com/comites</a></div><div>Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Cabaçal</div><div><a href="https://cbhcabacal.wixsite.com/comites">https://cbhcabacal.wixsite.com/comites</a></div><div>Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Jauru</div><div><a href="https://cbhjauru.wixsite.com/comites">https://cbhjauru.wixsite.com/comites</a></div><div>Comitê de Bacia Hidrográfica dos Afluentes do Alto Araguaia</div><div><a href="https://cbhaltoaraguaia.wixsite.com/comites">https://cbhaltoaraguaia.wixsite.com/comites</a></div><div>Fonte: Mídia News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Conselho discute metas e desafios para 2019</title><description><![CDATA[Estabelecer a composição do Conselho Nacional de Recursos Hídricos por meio de decreto está entre os desafios para o próximo ano. Colegiado encerrou as atividades de 2018 nesta terça-feira.Brasília – O Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) encerrou as atividades de 2018 com a 40ª reunião ordinária. Na pauta, foram discutidos temas como o Relatório de Segurança de Barragens 2017; a prorrogação do prazo para início de operação estabelecido na outorga de direito de uso dos recursos hídricos<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_10ebe41097094a5998a4eb0b0cba86b1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_583/e77cea_10ebe41097094a5998a4eb0b0cba86b1%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2018/12/28/Conselho-discute-metas-e-desafios-para-2019</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2018/12/28/Conselho-discute-metas-e-desafios-para-2019</guid><pubDate>Fri, 28 Dec 2018 02:45:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Estabelecer a composição do Conselho Nacional de Recursos Hídricos por meio de decreto está entre os desafios para o próximo ano. Colegiado encerrou as atividades de 2018 nesta terça-feira.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_10ebe41097094a5998a4eb0b0cba86b1~mv2.jpg"/><div>Brasília – O Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) encerrou as atividades de 2018 com a 40ª reunião ordinária. Na pauta, foram discutidos temas como o Relatório de Segurança de Barragens 2017; a prorrogação do prazo para início de operação estabelecido na outorga de direito de uso dos recursos hídricos do rio São Francisco para execução do Projeto de Integração do Rio São Francisco com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional – PISF; e o parecer sobre a aplicação dos recursos da cobrança provenientes da compensação financeira pela utilização de recursos hídricos para geração de energia elétrica.</div><div>“O Conselho tem papel-chave nessa elaboração, revisões e avaliação dos seus resultados. O atual Plano, de 2006, termina em 2020, e é importante produzir uma análise consistente para alcançarmos nossos objetivos”, afirmou o secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Jair Tannús Júnior.</div><div>METAS</div><div>Tannús ressaltou que é responsabilidade do Conselho cuidar para que as metas estabelecidas no novo ciclo de planejamento sejam viáveis, adequadas e justas para todos os segmentos sociais. O secretário também destacou a importância das Câmaras Técnicas para o próximo ano. “A composição deste Conselho a ser estabelecida em decreto é um dos objetivos. Isso deve equacionar maior paridade entre as representações e de garantia de participação de todos os estados”, pontuou.</div><div>Outro ponto discutido na reunião foi a continuidade dos debates sobre a Resolução 05/2000, que trata das diretrizes que orientam a criação dos comitês de bacias hidrográficas. Essa decisão deve provocar transformações no Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos (SINGREH) e um avanço na discussão sobre as diretrizes para o uso racional e reúso da água. A intenção é buscar regras mais claras, capazes de estimular investimentos por parte de setores interessados.</div><div>REPACTUAÇÃO</div><div>Jair Tannús elogiou o trabalho desenvolvido nos últimos três anos e frisou que o sentimento de dever cumprido não deve substituir a certeza de que a batalha pela causa ambiental se torna cada dia mais imprescindível. O secretário citou a repactuação dos termos de cobrança em diversos comitês e a criação de novos colegiados, a exemplo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Parnaíba.</div><div>Tannús afirmou que essa dedicação é fundamental para o desenvolvimento da implementação dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos. “Enfrentamos crises que exigiram ações rápidas para garantir a todos o acesso a água. Estou convicto de que, a cada triênio, nossa força não apenas se renova, mas se multiplica”, encerrou o secretário.</div><div>Fonte: Ministério do Meio Ambiente</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Mais qualidade e segurança hídrica: MG firma cooperação com a ANA para aprimorar gestão dos recursos hídricos</title><description><![CDATA[Diretora-presidente da ANA, Christianne Dias (à esq.), assina acordo.A Agência Nacional de Águas (ANA) vai estar mais próxima e mais atuante no acompanhamento da gestão dos recursos hídricos de Minas Gerais. Em articulação com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), foi firmado na quinta-feira, 13 de dezembro, acordo de cooperação que permitirá o compartilhamento de informações e o aprimoramento da governança<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_2cba431032ea4fc6985570ef1bbc7724%7Emv2.jpeg/v1/fill/w_875%2Ch_583/e77cea_2cba431032ea4fc6985570ef1bbc7724%7Emv2.jpeg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2018/12/28/Mais-qualidade-e-seguran%C3%A7a-h%C3%ADdrica-MG-firma-coopera%C3%A7%C3%A3o-com-a-ANA-para-aprimorar-gest%C3%A3o-dos-recursos-h%C3%ADdricos</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2018/12/28/Mais-qualidade-e-seguran%C3%A7a-h%C3%ADdrica-MG-firma-coopera%C3%A7%C3%A3o-com-a-ANA-para-aprimorar-gest%C3%A3o-dos-recursos-h%C3%ADdricos</guid><pubDate>Fri, 28 Dec 2018 02:43:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_2cba431032ea4fc6985570ef1bbc7724~mv2.jpeg"/><div>Diretora-presidente da ANA, Christianne Dias (à esq.), assina acordo.</div><div>A Agência Nacional de Águas (ANA) vai estar mais próxima e mais atuante no acompanhamento da gestão dos recursos hídricos de Minas Gerais. Em articulação com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SEMAD) e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), foi firmado na quinta-feira, 13 de dezembro, acordo de cooperação que permitirá o compartilhamento de informações e o aprimoramento da governança sobre a gestão hídrica no estado. </div><div>A parceria é única no País e tem o objetivo final de trazer maior segurança hídrica aos usuários, com mais qualidade dos recursos hídricos e um maior monitoramento da quantidade da água nos rios federais e estaduais em Minas Gerais. O plano de ação estruturando a parceria será publicado em 90 dias. </div><div>O acordo foi assinado pela diretora-presidente da ANA, Christianne Dias, pela diretora-geral do IGAM, Marilia Carvalho de Melo, e pelo secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Germano Luiz Gomes Vieira. </div><div>“Minas Gerais está numa região de especial interesse para a gestão integrada de recursos hídricos, pois concentra nascentes de vários dos principais rios do Brasil. Os rios federais dependem dos rios sob gestão estadual e os rios estaduais também dependem dos federais, já que as bacias hidrográficas são compartilhadas. Nós, que trabalhamos na gestão desses recursos, podemos fazer muito mais se pensarmos juntos. Com atuação próxima e troca de informações, estamos fortalecendo nosso papel institucional, o que significa mais segurança hídrica; aprimoramento do controle sobre eventos extremos, como secas e cheias; mais qualidade na água que chega à população e que movimenta a atividade econômica”, afirmou a diretora-presidente da ANA, Christianne Dias.</div><div>Áreas críticas quanto à qualidade ou quantidade da água terão acompanhamento mais detido com a parceria. O ato prevê a priorização de ações conjuntas nesses casos, como a criação e regulamentação de áreas de restrição de uso; harmonização de critérios de outorga para utilização de recursos hídricos superficiais e subterrâneos, incluindo prioridades de uso; alocação de água; enquadramento de corpos d’agua quanto à qualidade e quantidade; estabelecimento de mecanismos de cobrança diferenciados ou de outros instrumentos econômicos; e estabelecimento de arranjo operacional específico para apoio à gestão dos recursos hídricos.</div><div>Ainda estão previstos na parceria a integração de bases de dados de disponibilidade hídrica e de demanda pelo uso da água; capacitação e transferência de conhecimento para a rede de monitoramento hidrometeorológico em Minas Gerais; e o aprimoramento do modelo institucional, considerando as unidades estratégicas de gestão com base no Plano Estadual de Recursos Hídricos e nas bacias hidrográficas interestaduais compartilhadas.</div><div>Outras ações previstas pela cooperação são a adoção do plano de recursos hídricos de bacia compartilhada como instrumento comum de planejamento para corpos d’água de domínio da União e de Minas Gerais, cujo detalhamento da implementação será estabelecido em Manual Operativo a ser editado em conjunto. A partir disso também serão estabelecidos projetos indutores e acordos setoriais.</div><div><a href="http://arquivos.ana.gov.br/resolucoes/2018/Conjuntas/0098-2018_Resolucao_Conjunta_com_outras_instituicoes.pdf?120613">Acesse aqui o acordo de cooperação.</a></div><div>Fonte: Agência Nacional de Águas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Lançamento oficial do XXI ENCOB ocorreu em Curitiba</title><description><![CDATA[No dia 04 de Dezembro, no Palácio Iguaçu em Curitiba, ocorreu o lançamento oficial do XXI ENCOB - Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas – que será realizado na cidade de Foz do Iguaçu (PR) entre os dias 21 e 25 de outubro.O evento que marcou o lançamento contou com a presença do Secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Antônio Carlos Bonetti, do Coordenador Geral do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, Hilderaldo Buch; do Presidente da<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_8c9e8342c6114acbafe16145ea615e7e%7Emv2.jpg/v1/fill/w_875%2Ch_492/e77cea_8c9e8342c6114acbafe16145ea615e7e%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2018/12/07/Lan%C3%A7amento-oficial-do-XXI-ENCOB-ocorreu-em-Curitiba</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2018/12/07/Lan%C3%A7amento-oficial-do-XXI-ENCOB-ocorreu-em-Curitiba</guid><pubDate>Fri, 07 Dec 2018 23:23:19 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>No dia 04 de Dezembro, no Palácio Iguaçu em Curitiba, ocorreu o lançamento oficial do XXI ENCOB - Encontro Nacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas – que será realizado na cidade de Foz do Iguaçu (PR) entre os dias 21 e 25 de outubro.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_8c9e8342c6114acbafe16145ea615e7e~mv2.jpg"/><div>O evento que marcou o lançamento contou com a presença do Secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Antônio Carlos Bonetti, do Coordenador Geral do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, Hilderaldo Buch; do Presidente da Rede Brasil de Organismos de Bacias Hidrográficas, Lupércio Ziroldo Antonio, do Diretor de Gestão de Bacias Hidrográficas do ÁguasParaná, Everton Luiz da Costa Souza; e também do Superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu, Ariel Scheffer, entre outros representantes de vários Estados do Brasil que integram o Colegiado Coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias.</div><div>Desde 1999, o ENCOB é organizado todos os anos pelo Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas em parceria e apoio institucional do Estado sede. Na sua vigésima primeira edição, o evento contará então com o apoio do Governo do Paraná por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e ainda com a parceria com a Itaipu Binacional.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_cd244e37bed14b5dabda78656b014bb5~mv2.jpg"/><div>Após a cerimonia de lançamento do XXI ENCOB onde o Secretário Antonio Carlos Bonetti destacou a importância deste Encontro para os recursos hídricos do Brasil, em especial para o Estado do Paraná, o Colegiado Coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas realizou reunião visando discutir e avaliar os assuntos que serão discutidos no evento no próximo ano, sendo que o grande destaque aprovado pelos presentes foi a efetivação de uma Programação voltada para a apresentação dos relevantes trabalhos desenvolvidos pelos Comitês de Bacia em todo território brasileiro.</div><div>Na programação preliminar aprovada estão a realização de vários Minicursos e Oficinas; Visitas técnicas em espaços de experiência e vivencia de gestão participativa; Mesas de debates sobre: Os instrumentos de gestão e o papel dos comitês na sua implementação, eficácia, monitoramento; Segurança hídrica e como os comitês estão se planejamento; e o Planejamento político institucional nos comitês e o seu papel no fortalecimento do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos; e um panorama sobre os Recursos Hídricos na América Latina, tendo sido ainda reservado espaço para diversas reuniões setoriais e eventos paralelos. No próximo ano, o Colegiado Coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas deve detalhar a Programação do XXI ENCOB, neste evento que é atualmente o maior eventos de águas de nosso país.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>XX ENCOB 2018</title><description><![CDATA[SEGUNDA-FEIRA - 20 de AGOSTO de 2018OFICINA 1O processo para o Enquadramento dos corpos de água superficial e a participação dos comitês de baciaEnquadramento de Corpos d’Água - O que já foi feito no PaísCélio Bartole - Coordenador de Qualidade de Água e Enquadramento - ANA - Agência Nacional de Águas - SPR/CQUALO processo para enquadramento dos corpos d’água e a participação dos CBHsJussara Cabral Cruz - Profª Titular - Deptº Engenharia Sanitária e Ambiental - UFSM - Universidade Federal de<img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_ef96768d4ffd4d4eb1a3b8eb982ab624%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.encob.org/single-post/2018/08/24/XX-ENCOB-2018</link><guid>https://www.encob.org/single-post/2018/08/24/XX-ENCOB-2018</guid><pubDate>Fri, 24 Aug 2018 04:56:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e77cea_ef96768d4ffd4d4eb1a3b8eb982ab624~mv2.jpg"/><div>SEGUNDA-FEIRA - 20 de AGOSTO de 2018</div><div>OFICINA 1</div><div>O processo para o Enquadramento dos corpos de água superficial e a participação dos comitês de bacia</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1twhZIQnHWnXIoRmwLRClH7dvyAs1gMMW">Enquadramento de Corpos d’Água - O que já foi feito no País</a></div><div>Célio Bartole - Coordenador de Qualidade de Água e Enquadramento - ANA - Agência Nacional de Águas - SPR/CQUAL</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1AfS9Q3-sVsGgns7nIzfdIeCo5T-_X8nt">O processo para enquadramento dos corpos d’água e a participação dos CBHs</a></div><div>Jussara Cabral Cruz - Profª Titular - Deptº Engenharia Sanitária e Ambiental - UFSM - Universidade Federal de Santa Maria</div><div>OFICINA 3</div><div>Seminário Água Comunicação e Sociedade - Redes Sociais</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1fuscwMqP5fuCrDc5IvxZssgQ5xyPT9l2">Seminário Água, Comunicação e Sociedade - Redes Sociais</a></div><div>Daniel Cardim e Pedro Elias Freitas - Analista de Publicidade da Assessoria de Comunicação Social da ANA e Analista de Business Intelligence da Monumenta Comunicação</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1HOwf8i5oulR0ziv4NHXXDTqzb7WS5EC5">Ativação em Redes Socais - #Retrocesso Ambiental Não</a></div><div>Aline Fonseca - MPF - Assessora Chefe de Mídias Sociais da Secretaria de Comunicação do MPF</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1rnjYZKUz7rZ2vGBe-6-9uqQTTLWrMhnQ">Comunicação e Redes SociaisExperiências e Aprendizados</a></div><div>André Tamura - We Gov</div><div>OFICINA 4</div><div>Pagamentos por Serviços Ambientais e o instrumento da cobrança</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1H2cK1qIHQeHtt_FK0r3d7qG0p58VCAkf">Conservação de água e solo</a></div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=19pldUY_f2cHjrFoNgEsYPcnH4yFhtTbW">Pagamento por Serviços Ambientais</a></div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1COWtzR0VgC0Q0udiPRoFZbrabAA_CoMP">Programa produtor de água</a></div><div>Devanir Garcia - Coordenador de Projetos Indutores da ANA - Agência Nacional de Águas</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1CRf4uKVkl-9WkgnWoHJreIhYywtpC_FG">Produtores de Água e Floresta (Guandu - RJ)</a></div><div>Hendrik Mansur - TNC - The Nature Conservancy</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1TqIFUMxwiZsdj9HK1LkuN5RGi5Rffq24">Pagamento por Serviços Ambientais: um panorama das iniciativas na região do PCJ</a></div><div>Samuel Barreto - TNC - The Nature Conservancy</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1UfgAhRLtKPMwI1g7hNAZD8nDbata6ISa">Pagamentos por Serviços Ambientais e seu papel na gestão dos recursos hídricos</a></div><div>Claudio Klenz - TNC - The Nature Conservancy</div><div>OFICINA 5</div><div>Oficina Água e Gênero: Embaixadoras da Água</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=15-PkqhuD0DfDmuf8hUldJu0aKjGhSUR9">O futuro da água: desafios dos Comitês de Bacias Hidrográficas na terceira década da Política Nacional de Recursos Hídricos</a></div><div>Zeide Nogueira Furtado - Presidente BPW Araçatuba/SP</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=16qWNJ-rx_1U3OOL9coIdWWbsHsKdfRNI">Women for Water Partnership</a></div><div>Margarida Yassuda - Presidente da Women for Water Partnership Brasil</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=18zkPYdn3pLWAdGPtoHE2hr1qw-cqfCmV">Academia Embaixadora da Água - Projeto Plante Água - Primeira Academia de Embaixadoras da Água Piloto foi implantada Outubro de 2017</a></div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=12qyj__VIzDHMosmRUo5gLULedFv2H_JT">Água e Gênero: precisamos evoluir</a></div><div>Ana Carolina M. Braz - ANA - Agência Nacional de Águas</div><div>OFICINA 7</div><div>Processo de Certificação do PRÓ-COMITÊS e Ações de Capacitação, Comunicação e Fortalecimento dos CERH Convergência entre PROGESTAO E PROCOMITES</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1MixrCdH8ZqWQWZ2ASCcBlEE3lL_blibC">Planejamento de ações de capacitação para Comitês de Bacia Hidrográfica no âmbito dosprogramas Procomitês e Progestão da ANA</a></div><div>Auís Gustavo Miranda Mello - ANA - Agência Nacional de Águas</div><div>MESA DE DIÁLOGO 1</div><div>Inovação para a gestão sustentável dos recursos hídricos</div><div>CONTEXTUALIZADORA <div>Marília Carvalho de Melo - IGAM - Instituto Mineiro de Gestão das Águas</div></div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=12-dlRFDV7PE7RCLFS9pTlBnpN4x5KZdg">Download da apresentação da contextualizadora</a></div><div>CASE 1 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1JNuom5VfrGxc91NxcuMnFg52_TvpGMV6">A atuação da ANA na gestao sustentavel dos Recursos Hídricos</a></div><div>Ricardo Andrade - Diretor de Gestão da ANA - Agência Nacional de Águas</div><div>CASE 2 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1sMVehzEcwjhxQascJZJtwYqKYuIMRivb">Resultados de economia da água</a></div><div>(resultados comprovados na poupança dos usos doméstico, agrícola, industrial, comercial e urbanístico)</div><div>Deivid Lucas de Oliveira - FIEMG - Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais</div><div>CASE 3 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1oZ5LLZTm9CIrm5GHJN4JhWG6-qYMdEv4">Reuso da Água na Indústria e Legislação</a></div><div>(Reúso de Efluentes: A Visão do Setor Industrial)</div><div>Vandir Pedroso de Almeida - Coordenador Regional de Meio Ambiente da Fiesp e Ciesp</div><div>CASE 4 - <a href="https://drive.google.com/open?id=16d2rzFoQ0PnWQy5B01qLI00BoFH9DIRo">Comitês e os Mecanismos de comunicação e inovação na gestão da água</a></div><div>José Carlos Virtuoso</div><div>MESA DE DIÁLOGO 2</div><div>Comitês no processo de fomento à inovação social na gestão de riscos associados a eventos extremos</div><div>CONTEXTUALIZADORA <div>Rosa Maria Formiga Johnsson - UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro</div></div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=14KjZCeEdp4TaZryhatYxLWkW3L6JqGtn">Download da apresentação da contextualizadora</a></div><div>CASE 1 - <a href="https://drive.google.com/open?id=15WFO9et_FEqj2SrvjL-PWfCtAhZ339D7">Mobilização para a segurança hídrica</a></div><div>Noemia Bohn - FURB - Universidade Regional de Blumenau</div><div>CASE 2 - <a href="https://drive.google.com/open?id=16lc52dvuXGltngf9yL4ESay72GkPhDtB">Segurança Hídrica: agenda permanente nos Comitês de Bacias Hidrográficas</a></div><div>Samuel BarretoTNC - The Nature Conservancy</div><div>CASE 3 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1Degb6wm0FOvocrspSkuIWdPtHkxzCT7m">As salas de situação e o planejamento dos Comitês de Bacias</a></div><div>Marília Carvalho de Melo - IGAM - Instituto Mineiro de Gestão das Águas</div><div>CASE 4 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1tf-NE-PQZXlmpHoEh1oWzMVXFSAwSmtv">Sistema integrado de saneamento rural - SISAR</a></div><div>Helder Cortez - Diretor de Negócio do Interior | DNI da CAGECE - Companhia de Água e Esgoto do Ceará</div><div>CASE 5 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1SEaze5V2AgY6YM4XSELAeY7-pcINU3lG">A experiência do grupo de contingência como iniciativa e resolução de convivência com a seca no estado do Ceará</a></div><div>Antônio Treze de Melo LimaCOGERH - Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos</div><div>CASE 6 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1lpI5lHQ5ZYA-VEapuD2qjV3Boq9Njt8J">Uso de software SIGA CEIVAP</a></div><div>André Luis de Paula Marques - Diretor-Presidente da AGEVAP – Agência da Bacia do Rio Paraíba do Sul</div><div>MESA DE DIÁLOGO 3</div><div>Transparência - Legislação de Recursos Hídricos e Instrumentos de Gestão</div><div>CASE 1 - Transparência no cenário atual frente a legislação vigente</div><div>.</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1WROImcAnGs9lhmyGgUl1bQbXqkuD9tsA">Transparência à luz da legislação : Contribuições a partir do “Caso (ACP) FUNDRHI”</a></div><div>José Alexandre Maximino Mota - Promotor de Justiça do MP/RJ</div><div>CASE 2 - Parceria entre MP, Estado, Comitês e Agência de Bacia</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1sAcAoUOKUfKxuZe6sydUEsIAM4f-6Doh">A parceria do MPMG com o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari – PN2</a></div><div>Leonardo Castro Maia - Promotor de Justiça do MP/MG</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1oI7m050sMvZczVGLo4_TMGdfdzmwUcS3">Apresentação CBH ARAGUARI</a></div><div>Antônio Giacomini Ribeiro - Membro do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de Minas Gerais</div><div>CASE 3 - FPI Fiscalização Preventiva Integrada São Francisco</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1MFxnAu5K1rl5ILro0iaWd-W5pBPFm1LP">Programa de Fiscalização Preventiva Integrada na Bacia do São Francisco – FPI - BA, AL ,SE,MG e PE</a></div><div>Maciel Oliveira - CBHSF - Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco</div><div>CASE 4 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1IK_k_8U5Nl23fkCRYS6Ucm2_CnhE7dNI">Experiência do Estado de Alagoas, MP e o Estado</a></div><div>Lavínia Silveira de Mendonça Fragoso - Promotora de Justiça - MP/AL</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1s4DmCM2zL0IDPOLpelhIPx5_SyQVSmsx">Apresentação Alagoas - Semarh</a></div><div>Maria Elza Messias Soares de Araújo - Coordenadora do Fórum Alagoano deComitês de Bacias Hidrográficas</div><div>CASE 5 - Avanços e Retrocessos na Legislação de Recursos Hídricos</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1e2W3bcnZlKMTPVECmXFQMSWO5FMhb53G">Diálogos</a></div><div>Claudio Di Mauro - UFU - Universidade Federal de Uberlândia</div><div>MESA DE DIÁLOGO 4</div><div>Transparência na Gestão - Estado da arte dos Conflitos</div><div>CONTEXTUALIZADOR</div><div>Anivaldo Miranda - Presidente do CBHSF</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1mgt7y8pxJqdSXnQhLsew6jmd0V9Y-2ao">Download da apresentação da contextualizador</a></div><div>CASE 1 - Situação conflitante de Correntina</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1ujxJUd-dwg7K3LZXrR37vi2Qbm0LBK0a">CORRENTINA - Contexto, resistências e perspectivas</a></div><div><a href="https://youtu.be/wLZ1U3E-MNs">VÍDEO - Apresentação Conflito Correntina</a></div><div>Luciana Espinheira da Costa Khoury - Promotora de Justiça - MP/BA</div><div>CASE 2 - Parceria entre MP, Estado, Comitês e Agência de Bacia</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1WROImcAnGs9lhmyGgUl1bQbXqkuD9tsA">Transparência à luz da legislação : Contribuições a partir do “Caso (ACP) FUNDRHI”</a></div><div>Simone de Fátima Pinheiro Pereira - UFPA - Universidade Federal do Pará</div><div>CASE 3 - Caso do Rio Doce</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1f6EHC3t6ADzwhUi0NIg34T160cW7JHf2">Apresentação do CBH Doce</a></div><div>Luciane Teixeira - Presidente do CBH Doce</div><div>CASE 4 - Plano de Ação Nacional para Conservação das Espécies Ameaçadas e de Importância Socioeconômica do Ecossistema Manguezal</div><div><a href="https://youtu.be/WqyF7BhDmgU">Os Manguezais nas Bacias Hidrográficas</a></div><div>Rosemeire Dantas - ONG Navima/CBH do Rio Pitimbu</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1TQ5WlUeURf8nvq-5MayJaXTSQud_K2NG">Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade</a></div><div>Carolina Mattosinho de C. Alvite - CNPT - Florianópolis - SC</div><div>MESA DE DIÁLOGO 5</div><div>Desafios e Oportunidades na Gestão dos Recursos Hídricos</div><div>CASE 1 - 8º Fórum Mundial da Água: Legado e reflexões</div><div>Lupercio Ziroldo Antonio - Governador do Conselho Mundial da Água</div><div>CASE 2 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1IBn76i-ynAe10bJDqe4obTYNp_o3F6Pg">Balanço do Projeto Legado</a></div><div>Humberto Cardoso Gonçalves - ANA - Agência Nacional de Águas</div><div>CASE 3 - <a href="https://drive.google.com/open?id=1SJR-RoGa2vQfoiYONx2BkEeWk2Ub995j">Capacitação para atuação na Gestão de Recursos Hídricos</a></div><div>Jefferson Nascimento de Oliveira - Coordenador Geral do ProfÁgua</div><div>CASE 4 - Implementação das ações e metas nos planos de bacia</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1tes_d33ym4EcZp-wqj1KBO7qKcg4ocvL">Download da Apresentação</a></div><div>Alberto Simon Schvartzman - Agência Peixe Vivo</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1KQitsesSCd7YpFED36CU4URglxtyPzj-">Download da Apresentação</a></div><div>Flávio Hadler Tröger - ANA - Agência Nacional de Águas</div><div>OUTRAS APRESENTAÇÕES</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1nvJBvPZcKDkveyEKqjdnCwmcThrBZLw8">A MP 844 do Saneamento e os impactos sobre a Gestão dos Recursos Hídricos</a></div><div>Adilson Pinheiro - Fundação Universidade Regional de Blumenau</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1Am7FtMTWjTWAWOG6tIPlvD0aItw52Vcz">Os Comitês de Bacia e a melhoria da qualidade ambiental: O caso do Comitê de Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê</a></div><div>André Cordeiro Alves dos Santos, Rosangela Aparecida Cesar, Wendel Wanderley Rodrigues, Maria Otilia Garcia Tomazela, Mauro Tomazela, James Martins Pereira e Sétimo Humberto Marangon</div><div>Comitê de Bacia do Rio Sorocaba e Médio Tietê</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1T-40S5nghb08bYkTHG0ecvyUfNyrvNgA">Educação Ambiental para a Proteção dos Mananciais da Baciado Itapocu - A Importância da Mata Ciliar e das Florestas na Produção de Água</a></div><div>PROFÁGUA - <a href="https://drive.google.com/open?id=19zw7w6x60KozI93zmJIsFsa8vmJCRecv">Reestruturação do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu</a></div><div>Orientanda: Solange Batista Damasceno</div><div>Orientador: Dr. José Camilo Ramos de Souza</div><div>Coorientadora: Drª Joecila Santos da Silva</div><div>Universidade do Estado do Amazonas</div><div><a href="https://drive.google.com/open?id=1tiwT2d00F-jB1keMr6JZEfzTQu5ZPeJx">Apresentação XXI ENCOB 2019 - Foz do Iguaçu - Paraná</a></div><div><a href="https://youtu.be/pUytKXNJndg">Vídeo: Fala de Antonio Carlos Bonetti</a>- Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>